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terça-feira, janeiro 6

RHAPSODY (RHAPSODY OF FIRE) ● Symphony of Enchanted Lands ● 1998

Artista: RHAPSODY (RHAPSODY OF FIRE)
País: Itália
Gêneros: Symphonic Rock, Symphonic Metal, Heavy Metal, Power Metal
Álbum: Symphony of Enchanted Lands
Gravadora: Rock Brigade Records
Ano: 1998
Duração: 55:54

Músicos:
● Fabio Lione: Vocais principais
● Luca Turilli: Guitarras
● Alex Staropoli: Teclados, cravos, pianos e arranjos orquestrais
● Alessandro Lotta: Baixo
● Daniele Carbonera: Bateria
Músicos Convidados:
● Sascha Paeth: Violão acústico e bandolim
● Manuel Staropoli: Flauta doce e oboé
● Sir Jay Lansford: Narrador (a voz que guia a história da Emerald Sword Saga)
● Choir of Immortals (grupo de tenores e barítonos - vozes épicas e operísticas)

Lançado em 1998 pela banda italiana RHAPSODY (hoje conhecida como RHAPSODY OF FIRE), "Symphony of Enchanted Lands" é um álbum que praticamente definiu o que significava ser "épico" no Heavy Metal dos anos 90. Este segundo álbum da banda é considerado a obra-prima do Symphonic Power Metal. Foi aqui que eles consolidaram o estilo que chamaram de "Hollywood Metal": uma mistura explosiva de Heavy Metal com trilhas sonoras de cinema e Música Clássica barroca.

É praticamente um álbum conceitual e segundo capítulo da Saga da Espada de Esmeralda, escrita pelo guitarrista Luca Turilli. A trama acompanha o "Guerreiro de Gelo" em sua busca pelas três Chaves da Sabedoria para abrir os Portões de Marfim e recuperar a lendária espada, a única arma capaz de derrotar o lorde das trevas, Akron. No final do álbum, o guerreiro enfrenta o dragão guardião Tharos. Após uma batalha épica, o guerreiro poupa a vida do dragão, quebrando um feitiço e transformando-o em um aliado fiel que se sacrifica para que o herói obtenha a espada.

O álbum é uma produção técnica monumental para a época, utilizando corais reais e uma orquestra de câmara. As faixas que se destacam são "Emerald Sword", o maior hino da banda. Seu refrão é obrigatório em qualquer show de Power Metal e sintetiza o espírito de "capa e espada". "Wisdom of the Kings" é uma demonstração de velocidade melódica e solos neoclássicos de guitarra e teclado. "Symphony of Enchanted Lands", a faixa-título de 13 minutos é uma suíte complexa que alterna entre momentos de flauta doce (estilo medieval), corais operísticos e narrativas dramáticas.

O line up de peso que gravou o disco contou com Fabio Lione - com sua voz operística e potente que tornou-se a referência para o gênero, Luca Turilli e Alex Staropoli - os mentores intelectuais do disco. Turilli trazia o virtuosismo de Yngwie Malmsteen, enquanto Staropoli trazia a grandiosidade de compositores como Vivaldi e trilhas de filmes como "Conan, o Bárbaro". A produção tem a assinatura de Sascha Paeth e Miro, os "magos" do Metal Melódico europeu.

A Importância e o Legado de "Symphony of Enchanted Lands" são grandiosos. A obra tirou o Power Metal do "comum" e o elevou a um nível de fantasia quase teatral, influenciando centenas de bandas que hoje utilizam elementos sinfônicos e narrativas conceituais.

Faixas:
Nro.  Faixa Duração
01 Epicus Furor (Intro) 1:14
02 Emerald Sword 4:21
03 Wisdom of the Kings 4:28
04 Heroes of the Lost Valley 2:04
05 Eternal Glory 7:29
06 Beyond the Gates of Infinity 7:23
07 Wings of Destiny 4:28
08 The Dark Tower of Abyss 6:46
09 Riding the Winds of Eternity 4:15
10 Symphony of Enchanted Lands 13:16


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