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domingo, março 1

THE MAHAVISHNU ORCHESTRA ● Apocalypse ● 1974

Artista: THE MAHAVISHNU ORCHESTRA
País: Estados Unidos
Gêneros: Jazz-Rock, Fusion
Álbum: Apocalypse 
Ano: 1974
Lançamento: Abril
Gravadora: Columbia Records
Duração: 52:53

Músicos:
● John McLaughlin: guitarra e voz
● Jean-Luc Ponty: violino elétrico e barítono
● Gayle Moran: teclados e vocais
● Ralphe Armstrong: baixo elétrico e acústico
● Narada Michael Walden: bateria e percussão
● London Symphony Orchestra: Orquestra (conduzida por Michael Tilson Thomas)

THE MAHAVISHNU ORCHESTRA ● Between Nothingness & Eternity ● 1973

Artista: THE MAHAVISHNU ORCHESTRA
País: Estados Unidos
Gêneros: Jazz-Rock, Fusion
Álbum: Between Nothingness & Eternity
Ano: 1973
Lançamento: Novembro
Gravadora: Columbia Records/CBS Records
Duração: 42:31

Músicos:
● John McLaughlin: guitarra elétrica
● Jerry Goodman: violino elétrico
● Jan Hammer: teclados e sintetizador Moog
● Rick Laird: baixo
● Billy Cobham: bateria e percussão

MAHAVISHNU ORCHESTRA ● Birds of Fire ● 1973

Artista: THE MAHAVISHNU ORCHESTRA
País: Estados Unidos
Gêneros: Jazz-Rock, Fusion
Álbum: Birds of Fire
Ano: 1973
Lançamento: Agosto
Gravadora: Columbia Records/CBS Records
Duração: 39:44

Músicos:
● John McLaughlin: guitarras
● Jan Hammer: piano, piano Fender Rhodes e órgão
● Jerry Goodman: violinos
● Rick Laird: baixo
● Billy Cobham: bateria

THE MAHAVISHNU ORCHESTRA ● The Inner Mounting Flame ● 1971

Artista: THE MAHAVISHNU ORCHESTRA
País: Estados Unidos
Gêneros: Jazz-Rock, Fusion
Álbum: The Inner Mounting Flame 
Ano: 1971
Lançamento: Novembro
Gravadora: Columbia Records
Duração: 46:34

Músicos:
● John McLaughlin: guitarra acústica (faixa 4) e guitarra elétrica
● Jan Hammer: piano (faixa 4), Fender Rhodes e orgão
● Jerry Goodman: violino acústico (faixa 4) e violino elétrico
● Rick Laird: baixo
● Billy Cobham: bateria

sábado, fevereiro 28

RENAISSANCE ● 50th Anniversary: Ashes Are Burning: An Anthology - Live in Concert ● 2021

Artista: 
RENAISSANCE

País: Reino Unido
Gênero: Symphonic Prog
Álbum: A Symphonic Journey
Ano: 2021
Gravadora: Symphonic Rock Recordings
Duração: 96:25

Músicos:
● Annie Haslam: vocal principal
● Mark Lambert: guitarra, vocais de apoio
● Rave Tesar: teclados
● Geoffrey Langley: teclados, vocais de apoio
● Leo Traversa: baixo, vocais de apoio
● Charles Descarfino: bateria, percussão, vocais de apoio

RENAISSANCE ● A Symphonic Journey ● 2018

Artista: 
RENAISSANCE

País: Reino Unido
Gênero: Symphonic Prog
Álbum: A Symphonic Journey
Ano: 2018
Gravadora: Symphonic Rock Recordings
Duração: 96:19

Músicos:
● Annie Haslam: vocal principal
● Mark Lambert: guitarra, vocais de apoio
● Rave Tesar: teclados
● Geoffrey Langley: teclados, vocais de apoio
● Leo Traversa: baixo, vocais de apoio
● Charles Descarfino: bateria, percussão, vocais de apoio

Além Do Rush: 10 Bandas Canadenses Pra Você Conhecer (Parte 1)

Além Do Rush: 10 Bandas Canadenses Pra Você Conhecer (Parte 1)

Por Emerson Mello

Artista: Vários
País: Canadá
Gêneros: Hard Rock, Symphonic Prog, Classic Rock
Álbum: (Discografia sugerida)

O power trio canadense Rush é de longe a banda de Rock Canadense melhor sucedida na indústria musical. Com uma discografia contando com 19 álbuns de estúdio, extensa quilometragem em shows pelo mundo, o legado do power trio é invejávelRecentemente tivemos a grata notícia do retorno da banda aos palcos, com a baterista alemã Anika Nilles, o que evidentemente recolocou a banda em evidência no cenário musical. A turnê, que a princípio seria apenas nos EUA, vai ser estendida a diversos outros países, inclusive com cinco datas no Brasil, o que causou alvoroço entre os fãs brasileiros.

Aproveitando este momento, resolvemos voltar o olhar pra cena canadense e revisitar alguns nomes que merecem nossa atenção. Além do Rush, temos outros grandes nomes na cena canadense como Neil Young, BTO, Jeff Healey, que também tiveram relevância. Este artigo não pretende ser um ‘Best of’ do Rock Canandense e nem nada do tipo, mas sim dar algumas dicas de bandas que não estão no mainstream, mas que tem qualidade e valem a pena serem conferidas. Prato cheio pra quem curte garimpar bandas e ir atrás de novos sons.

01 – A FOOT IN COLDWATER
  • Toronto
Oriundos de Toronto, eles são uma excelente pedida pra quem curte o velho e bom Hard Rock setentista. Ficaram na ativa entre 1972 a 1983, e recomendo bastante os dois primeiros álbuns, sendo que no primeiro eles fazem bastante uso de riffs de guitarra com o apoio do Hammond, com alguns toques de progressivo, criando uma sonoridade bem interessante.








02 – APRIL WINE
  • Halifax
Baseada em Halifax, o April Wine iniciou sua carreira em 1969, sendo uma excelente banda de Classic Rock/Hard Rock. Pouco conhecida no Brasil, eles começaram a despontar no cenário musical no segundo álbum, com a regravação de Big Bad Moon de Elton John, que alcançou o vigésimo lugar nas paradas canadenses e  com You Could Have Been a Lady, uma regravação do Hot Chocolate, alcançaram o segundo lugar das paradas. 

O April Wine está em atividade até hoje, tendo uma carreira sólida e um público fiel nos EUA e Canadá, e uma discografia que consiste em 16 álbuns de estúdio, alguns deles platinados. Minha dica pra conhecer a banda seriam os álbuns ‘The World is Goin Crazy’, ‘Harder Faster’ e ‘Nature of the Beast’, este último trás o maior hit da banda,“The Sign of the Gypsy Queen”.

03 - CONEY HATCH
  • Toronto
O Canadá também teve seu representante do Hard Rock oitentista, que foi o Coney Hatch. A banda ficou em segundo plano perante as famosas bandas americanas, que dominavam o cenário na época. Um dos principais membros da banda foi o guitarrista e vocalista Carl Dixon, que teve passagem por duas importantes bandas canadenses: April Wine  e The Guess Who.

Um dos maiores feitos da banda foi abrir pro Iron Maiden em 1983, na World Piece Tour. Com uma discografia relativamente pequena, com apenas quatro álbuns, sendo três lançados na década de 1980, onde eu particularmente considero o primero o melhor deles. Dentro da discografia deles destaco os sons Devil’s Deck, Wrong Side Of Town, We Got the Night, Shake It, Hey Operator, First Time For Everything pra começar a conhecer.

04 – ET CETERA
  • Montreal
O ET Cetera é considerado por muitos o Gentle Giant canandense, por conta do seu instrumental refinado, que em muitos momentos lembra a sonoridade dos mestres ingleses. Uma das características do ET Cetera é o contraponto da bela voz de Marie Bernard com os vocais masculinos. Outro detalhe interessante é que cantam em francês, o que dá um molho diferenciado nas músicas.

Infelizmente deixaram apenas um registro, o maravilhoso álbum auto intitulado, lançado em 1976, onde destaco “Entre Chien Et Loup”, mas o álbum inteiro é muito bom.

05 – MAHOGANY RUSH
  • Montreal
O Mahogany Rush era liderado pelo guitarrista Frank Marino, chamado por muitos de ‘Hendrix canadense’. De fato não dá pra negar a grande influência de Hendrix em seu estilo de tocar e em suas composições. Marino sempre é citado pelo guitarrista Paul Gilbert como uma das suas maiores influências.

Formada em Montreal, a banda iniciou a carreira em 1969, tendo seu período mais aclamado na década de 1970, onde teve sua fase mais produtiva. Com uma discografia que irá agradar em cheios aos apreciadores de Classic Rock, um som orientado pra guitarra e com um pouco de psicodelia. O próprio Frank Marino descreve o som da banda como ‘um hibrido entre Greatful Dead e Jazz’. Vá direto em ‘Maxoom’ e ‘Child Of The Novelty’.

06 – OCTOBRE
  • Quebec
Pra quem aprecia um som refinado, com harmonias elaboradas, melodias cativantes, vocais de alto nível e instrumental de primeira, o Octobre é uma excelente pedida. Este quarteto de Quebec não decepciona, fazendo um Prog Rock sinfônico, trazendo algumas referências jazzísticas, eruditas, mas por vezes flertando com o experimentalismo, como na Valse en Onze Temps, executada no intrincado compasso de 11/8. Assim como o Et Cetera, também cantam em francês, dando aquele toque diferenciado nas músicas. Tendo uma discografia com cinco álbuns, o October é uma banda pra paladares mais exigentes, e devem agradar aos fãs de Gentle Giant e King Crimson, mas longe de ser mera cópia destas bandas, isto é apenas referência, pois eles não abrem mão da sua própria personalidade.

07 – PAT TRAVERS
  • Toronto
Pat Travers é um guitarrista de mão cheia, constantemente citado por Kirk Hammet do Metallica, como um de seus guitarristas preferidos e já trabalhou com músicos como Glenn Hughes, Nicko McBrain e Tommy Aldrige, pra citar alguns.  Além de exímio guitarrista, ele também toca teclado e canta. Uma das características mais marcantes de Travers, é sua alta performance ao vivo, com muita improvisação e muita energia. Além de ouvir sua discografia, vale procurar seus vídeos e conferir sua performance ao vivo.

Pra conhecer recomendo os álbuns: Makin’ Magic, Crash and Burn.
08 - THE GUESS WHO
  • Winnipeg
Um dos grandes mistérios pra mim é o desconhecimento de grande parte dos fãs de Rock em relação ao The Guess Who. Sem contar a confusão que muitos fazem com os ingleses do The Who. Oriundos de Winnipeg, iniciaram a carreira na década de 1960, sendo a primeira banda canadense a ter uma música no topo da parada dos EUA, emplacando os hits "American Woman", "These Eyes" e "Share the Land". American Woman inclusive foi regravada por Lenny Kravitz, uma versão que fez bastante sucesso, que muitos acreditam ser do próprio Kravitz.

Tiveram uma atividade discográfica intensa entre 1968-1976, período em que lançaram 12 álbuns. O som é um Classic Rock com todas as referências da época sessentista, algumas vezes flertando com jazz, principalmente na parte harmônica. Vale à pena ouvir o “Wheatfield Soul” de 1969, sendo que “Friend of mine” sem dúvida é o destaque do disco, com um instrumental muito bem estruturado e uma letra com um humor ácido e questionamentos existenciais.

A semi balada “A Wednesday in Your Garden” também se destaca. O álbum “American Woman” de 1972 também é um ponto alto da discografia, já com a citada música título, “No Time” e a belíssima “Talisman”, uma das minhas preferidas da banda.

09 – TRIUMPH
  • Mississauga
Confesso que eles são meu xodó desta lista. Vindo de Mississauga, o Triumph é uma banda de excelentes músicos, tendo como destaque o guitarrista Rik Emmett, que alterna os vocais com um trabalho de guitarra fantástico, onde podemos perceber que ele passeia com desenvoltura dentre estilos diversos como o Rock Clássico, Hard Rock, Jazz, Blues e Erudito, inclusive mandando muito no violão de nylon. Gil Moore, além de excelente baterista, manda muito bem nos vocais e faz alguns duetos vocais bem interessantes com Emmett. Mike Levine completa o trio e comanda o baixo e os teclados com muita competência.

Existe algumas semelhanças sonoras com o Rush o que abriu margem para críticas, porém o Triumph segue mais a linha do Hard Rock clássico, com muita personalidade, longe de ser uma mera cópia do Rush.

Recomendo muito os álbuns ‘Allied Forces” e ‘Never Surrender’, porém vale a pena conhecer a discografia da banda dos anos 70 até meados dos anos 1980 com a formação clássica. Vale conferir também a clássica performance da banda no US Festival de 1983, um dos pontos altos da carreira da banda, sendo na minha opinião a melhor apresentação do festival.

Recentemente fomos (positivamente!) surpreendidos com anúncio do retorno da banda com algumas datas já divulgadas no Canadá e EUA para abril, maio e junho deste ano.

10 – WIRELESS
  • Toronto
Vindos de Toronto, o Wireless era gerenciado pela SRO, a mesma empresa que gerenciava o Rush, e chegaram assinar com a Anthem Records, tendo o seu terceiro álbum, No Static, produzido por Geddy Lee, e chegaram a ser a banda de abertura do Rush em algumas turnês. A sonoridade do Wireless é calcado no Classic Rock, mas com liberdade pra experimentar (fizeram um regravação bem interessante de Chain of Fools de Aretha Franklin) e alguns flertes com o Progressivo (como na música 461 Markham). O primeiro álbum veio numa sonoridade mais clássica a la Bad Company, inclusive o vocal de Alan Marshall tem algumas similaridades com o de Paul Rogers. O segundo, Positively Human Relatively Sane, vem com uma sonoridade mais madura, composições mais consistentes, arranjos mais elaborados e trás uma pegada um pouco mais pesada que o primeiro. Lady Anne, The Hard Way, I Know You Know, The Rut, East Of The Sun, West Of The Moon são alguns sons que eu indico pra começar a conhecer a banda.

DISCOGRAFIA SUGERIDA

💿 A Foot in a Cold Water (1972) - A FOOT IN A COLD WATER
💿 Nature of the Beast (1981) - APRIL WINE
💿 Coney Hatch (1982) - CONEY HATCH
💿 Et Cetera (1976) - ET CETERA
💿 Maxoom (1972) - MAHOGANY RUSH
💿 Survivance (1975) - OCTOBRE
💿 Makin' Magic (1976) - PAT TRAVERS
💿 American Woman (1970) - THE GUESS WHO
💿 Allied Forces (1982) - TRIUMPH
💿 Positively Human Relatively Sane (1979) - WIRELESS

RENAISSANCE ● Symphony of Light ● 2013

Artista: RENAISSANCE
País: Reino Unido
Gênero: Symphonic Prog
Álbum: Symphony of Light
Ano: 2013
Lançamento: Junho
Gravadora: Symphonic Rock Recordings
Duração: 54:16

Músicos:
● Annie Haslam: vocal principal e de apoio, arranjos vocais, coprodutor
● Michael Dunford: violão, vocal de apoio, arranjos (1-6)
● Rave Tesar: teclado, piano e arranjos (7-9)
● Jason Hart: teclado, acordeão, vocal de apoio e arranjos
● Tom Brislin: teclado e vocal de apoio (8)
● David J. Keyes: baixo, contrabaixo, vocal principal (6) e vocal de apoio
● Frank Pagano: bateria, percussão e vocal de apoio

RENAISSANCE ● Tuscany ● 2001

Artista: 
RENAISSANCE
País: Reino Unido
Gênero: Symphonic Prog
Álbum: Tuscany
Ano: 2001
Lançamento: Outubro
Gravadora: EMI Records/Giant Eletric Pea
Duração: 49:17

Músicos:
● Annie Haslam: vocais principais e de apoio
● Michael Dunford: guitarras acústicas, vocais de apoio e arranjos
● Mickey Simmonds: teclados e vocais de apoio
● Terence Sullivan: bateria e percussão

Com:
● Roy Wood: baixo (faixas 4,5), teclados (faixa 5), percussão (faixa 9) e vocais de apoio (faixa 8)
● John Tout: piano (faixas 2,4), cravo (faixa 4), teclados (faixa 8)
● Alex Caird: baixo (faixas 1,2,6-10)

RENAISSANCE ● Camera Camera ● 1981

Artista: RENAISSANCE
País: Reino Unido
Gênero: Symphonic Prog
Álbum: Camera Camera
Ano: 1981
Lançamento: Outubro
Gravadora: Illegal Records/I.R.S. Records
Duração: 45:01

Músicos:
● Annie Haslam: vocais principais e de apoio
● Michael Dunford: guitarras acústicas e elétricas, vocais de apoio
● Jon Camp: baixo, guitarra elétrica, vocais de apoio
Com:
● Peter Gosling: teclados, vocais de apoio
● Peter Barron: bateria, percussão, vocais de apoio

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