País: Suécia
Gêneros: Symphonic Prog, Heavy Prog
Álbum: Hybris
Ano: 1992
Duração: 51:39
Músicos:
● Thomas Johnson: Mellotron, órgão Hammond B-3 e L-100, solina, clavinet, pianet, Korg mono/poly, piano e versão eletrônica de órgão de igreja
● Jonas Engdegård: Stratocaster, Gibson 335, guitarras acústicas de nylon e aço
● Tord Lindman: vocais, Gibson 335, guitarras acústicas de nylon e aço
● Johan Högberg: baixo Rickenbacker, pedais de baixo e efeitos de mellotron
● Anna Holmgren: flauta
● Mattias Olsson: bateria Sonor, pratos Zildjian, bombo de concerto, triângulos, pandeiros, vibraslap, po-chung, gongo, castanholas, sinos de linha, agogô, bloco de madeira, glockenspiel, sinos tubulares, bongôs, sinos, sino de gelo, címbalos de dedo, cascata, sinos a-gogo cabasa, claves, sino de vaca francês, tambores africanos, flauta de efeito
ÄNGLAGÅRD é uma banda sueca de Prog Sinfônico fundada em 1991 em Estocolmo. No seu primeiro período foi uma banda de curta duração que, no entanto, gerou aclamação da crítica e seguidores leais no início dos anos noventa com seu Mellotron taciturno e som pesado de sintetizador que também apresentava o virtuoso percussionista Mattias Olsson e a flautista de formação clássica Anna Holmgren. A história da banda começa com o guitarrista e vocalista principal Tord Lindman e o baixista Johan Högberg. A dupla colocou anúncios para formar uma banda nos moldes de gigantes Progressivos dos anos setenta, como YES e KING CRIMSON. Esses anúncios foram respondidas com sucesso pelo tecladista Thomas Johnson e pelo guitarrista Jonas Engdegård. O baterista Olsson e o flautista Holmgren foram adicionados em seguida e na primavera seguinte a banda estava em turnê e registrando sessões de estúdio que renderiam o bem recebido álbum "Hybris".
Devido a influência sinfônica e a instrumentação utilizada - principalmente o Mellotron, quem escuta "Hybris" pela primeira vez é capaz de jurar que se trata de um disco gravado durantes os anos 70. "Hybris" é composto de 4 apenas faixas, todas elas consideravelmente longas e basicamente instrumentais, com poucos momentos vocais cantados em sueco. O timbre dos instrumentos são um atrativo à parte, um exemplo seria o do baixo, que é um Rickenbacker com um timbre monstruoso (similar ao do Chris Squire e Geddy Lee), no melhor estilo retrô sem parecerem saudosistas no mal sentido da palavra. Em geral, as músicas trazem algum peso e algumas graciosas passagens de flauta e vocais.
Abrindo o disco a instrumental, "Jordrök " é uma das melhores canções do grande e vasto mundo. A incrível introdução de piano leva à parte principal da música. Uma coisa chama a atenção, nenhum instrumento parece dominar, todos contribuem para o som geral. "Vandringar i Vilsenhet" é a primeira música com vocais. O trabalho instrumental que vai do suave ao selvagem e bastante interessante. "Ifrån Klarhet Till Klarhet" começa com um circo louco e mudo como música e muda diretamente para uma parte louca mais pesada com uma guitarra levemente dominante. A parte do meio é bastante calma, mas sobe no final. Os últimos dois minutos apresentam algumas melodias incríveis "Kung Bore" é outro destaque, apresentando ótimas melodias. A faixa bônus "Gånglåt Från Knapptibble" possui algumas partes que também aparecem em "Epilog". Soa muito estranha e louca no começo, apresenta alguns vocais e menos em uma parte calma e suave. No final, os vocais aparecem novamente.
Em resumo "Hybris" é um marco do Rock Progressivo moderno, agradando do mais ortodoxo ouvinte de Rock sinfônico ao apreciador do Progressivo vanguardista.
Faixas:
01. Jordrök (11:11)
02. Vandringar i Vilsenhet (11:56)
03. Ifrån Klarhet Till Klarhet (8:09)
04. Kung Bore (13:04)
Bonus track:
05. Gånglåt från Knapptibble (7:19)

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