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sábado, fevereiro 10

APHÉLANDRA ● Aphélandra ● 2001

Artista: APHÉLANDRA
País: França
Gênero: Symphonic Prog
Álbum: Aphélandra 
Ano: 2001
Duração: 34:33

Músicos:
● Philippe Grancher: piano, órgão, piano elétrico, mellotron, clavinet, sintetizador
● Pierre Videcoq: vocais, flauta, saxofone tenor
● Gérard Perret: guitarra elétrica
● Philippe Herbin: baixo
● Dominique Iroz: bateria, percussão
● Clément Duventru: bateria

Músicos Convidados:
● Didier Lockwood: violino
● Cyrille Verdeaux: piano, sintetizador

O APHÉLANDRA é uma banda francesa de Rock Progressivo sinfônico que gravou um álbum em 1976, porém não lançado, devido à oferta ridiculamente baixa de sua gravadora na época. Nos próximos 25 anos, as fitas só acumularam poeira no sótão do tecladista Philippe Grancher até que a Mellow Records decidiu lançá-lo em formato cd em 2001. A formação estelar incluía o próprio Philippe Grancher (teclados), Pierre Videcoq (vocais, flauta, sax tenor), Gérard Perret (guitarra), Philippe Herbin (baixo), Dominique Iroz (bateria, percussão) e Clément Duventru (bateria). O famoso violinista Didier Lockwood e Cyrille Verdeaux (no piano e no sintetizador) também apareceram como músicos convidados. Exceto por esses dois, todos os membros da APHÉLANDRA há muito deixaram a indústria da música, cada um seguindo seu caminho.

Seu álbum auto-intitulado "Aphélandra", (nome de uma flor) é composto do clássico Progressivo francês setentista com uma interessante mistura de seções clássicas, e um pouco de improvisação. A natureza principalmente sinfônica da música é interrompida de vez em quando por um piano "solitário" que dá ao som uma sensação distinta. As longas passagens instrumentais são uma mudança bem vinda dos vocais melodramáticos, frequentemente característicos das primeiras bandas Prog francesas. Não é uma obra-prima, mas vale a pena ouvir, principalmente devido a faixa épica de abertura com 18 minutos.

O disco abre, com "Airs", um épico de dezoito minutos. Esta peça tem de tudo. Abre com o som de vento soprando, e depois entra em um movimento de coral, tambor e piano. O "humor" muda à medida que o ritmo é acelerado e o violino começa a ser tocado. Em seguida um belo segmento de piano, com um acompanhamento de flauta igualmente adorável. O clima muda novamente com teclados "misteriosos" e vocais enigmáticos. No final, é a glória Prog dos anos 70, com teclados saborosos, mas o fantástico piano ainda está muito presente. É uma peça magnifica. As próximas faixas parecem estar lá como demonstrações de versatilidade. "Belladonne" explora um pouco de Jazz, e depois um estilo espacial. "Pat" traz o órgão de igreja gótica, e brinca no território Avant Garde. A faixa-título começa um pouco Floydiana, fica mais parecida com “Airs” e depois entra em um Funk (sim Funk!). "Corinthe" fecha com alguns tons mais góticos, e o retorno de nosso cantor enigmático.

Um grande disco que até ser lançado em CD, estava perdido no tempo. RECOMENDADO para colecionadores de raridades dos anos 70 e amantes do Progressivo sinfônico.

Faixas:
01. Airs (17:58)
02. Belladonne (4:52)
03. Pat (5:25)
04. Aphélandra (3:34)
05. Corinthe (2:50)


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