País: Multi-Nacional
Gêneros: Symphonic Prog, Eclectic Prog
Álbum: Gulliver
Ano: 2020
Duração: 62:15
Músicos:
● Marco Bernard: baixos Rickenbacker e Shuker
● Kimmo Pörsti: bateria e percussão
Com:
● Andrea Pavoni: teclados
● Kari Riihimäki: guitarras
● Marek Arnold: saxofone
● Oliviero Lacagnina: teclados
● Marco Vincini: vocais
● Ruben Álvarez: guitarra elétrica
● Rafael Pacha: violões, flautas doces
● Marc Papeghin: trompa francesa, trompete
● Olli Jaakkola: flauta, flautim
● Tsuboy Akihisa: violino
● Mimmo Ferri: teclados
● Carmine Capasso: guitarras
● Alessandro Di Benedetti: teclados
● Daniel Fäldt: vocais
● Federico Tetti: guitarras
● Massimo Sposaro: guitarras
● Luca Scherani: teclados
● Stefano Galifi: vocais
● Steve Unruh: vocais, violino
● Marcella Arganese: guitarras
● Alessandro Lamuraglia: teclados
Continuando a produção de álbuns conceituais sinfônicos de altíssima qualidade, o THE SAMURAI OF PROG, desta vez com a liderança do baixista Marco Bernard e do baterista finlandês Kimmo Pörsti, lançou em 2020 o álbum "Gulliver" mergulhando na clássica sátira de Jonathan Swift, e conduzindo o ouvinte por quatro terras imaginárias em uma jornada épica e ricamente instrumental. Embora a obra leve a assinatura "Bernard & Pörsti", ela funciona como uma extensão natural e majestosa da já formidável discografia do THE SAMURAI OF PROG. Marco Bernard e Kimmo Pörsti (com a participação especial do americano Steve Unruh) reuniram aqui um vasto elenco internacional de músicos talentosos para construir um álbum extremamente coeso e focado em uma narrativa musical única e fácil de acompanhar, sobre as aventuras de Samuel Gulliver em quatro terras imaginárias diferentes.
A sonoridade do disco respira a essência dos anos 1970, passeando com imensa categoria pelo Rock Progressivo Italiano (RPI) e pelo Rock Sinfônico. Faixas como a envolvente "Overture XI" e "Gulliver's Fourth Travel" entregam arranjos exuberantes movidos a teclados analógicos e cordas. Esta última, inclusive, conta com o brilhantismo de Stefano Galifi, vocalista inesquecível da lendária banda MUSEO ROSENBACH. Já o longo épico "Lilliput Suite", com seus quase dezoito minutos de duração, traz à tona um notável senso de teatralidade, resgatando de forma afetuosa atmosferas dramáticas do GENESIS antigo, aliadas a intervenções de órgão que fazem fortes acenos ao ELP.
Surpreende constatar que, mesmo dividindo as composições e o trabalho de teclas entre seis músicos distintos ao longo do repertório, o álbum mantém uma fluidez invejável, viajando organicamente por trechos de grandiosidade operística e interlúdios sensíveis moldados por sopros, violão e violino, até desembocar na derradeira e vibrante "Finale".
Em suma, "Guilliver" é uma audição imersiva e recompensadora para qualquer admirador da era de ouro da Música Progressiva Sinfônica.
| Fontes pesquisadas |
|---|
| Faixas |
|---|
| Nº | Título | Duração |
|---|---|---|
| 01 | Overture XI | 07:42 |
| 02 | Lilliput Suite | 17:53 |
| 03 | The Giants | 08:42 |
| 04 | The Land of the Fools | 14:30 |
| 05 | Gulliver's Fourth Travel | 10:17 |
| 06 | Finale | 03:11 |
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