País: Brasil
Gêneros: Symphonic Prog, Neo-Prog
Álbum: Live in USA
Ano: 2000
Gravadora: Rock Symphony Records
Duração: 65:40
Músicos:
● Chico Casara:voz e baixo
● Eloy Fritsch: sintetizadores, teclados e vocais de apoio
● Chico Fasoli: bateria
● Ruy Fritsch: guitarras
Primeiro lançamento com gravações ao vivo da banda APOCALYPSE, "Live in USA" ocupa um lugar histórico especial na carreira do grupo: foi a primeira vez que uma banda brasileira gravou um show nos Estados Unidos para lançamento em CD. O registro aconteceu na Carolina do Norte, durante o Progday — o festival de Rock Progressivo mais antigo em atividade contínua no mundo —, para o qual a banda foi convidada em 1999, um ano após ter dividido palco com o PENDRAGON no Rio ArtRock Festival. O álbum foi lançado em 2000 pelo selo Rock Symphony, em formato de CD duplo, com direito a um encarte caprichado repleto de fotos da viagem aos EUA e uma faixa multimídia em CD-ROM trazendo videoclipe, discografia e histórico da banda.
O repertório reúne principalmente material das fases anteriores do grupo lançadas pela Musea Records, somado a antecipações do então futuro álbum de estúdio "Refúgio" (2003) — caso de "América do Sul", "ProgJazz" e "Toccata" — numa demonstração de como a banda gostava de testar composições ao vivo antes de gravá-las em estúdio. Um dos pontos altos do show é a faixa "Clássicos", um verdadeiro mosaico de releituras roqueiras de compositores eruditos — Grieg ("No Salão do Rei da Montanha"), Beethoven (Sinfonia nº 9), Bach (Minueto do Caderno de Anna Magdalena Bach), Mozart (Rondo Alla Turca) e Tchaikovsky (Dança Russa, de O Quebra-Nozes) —, além de uma versão de "Carmina Burana" (Carl Orff) e uma "A Paz da Solidão" que incorpora trechos do "Bolero" de Ravel. Esse gosto declarado por incorporar erudição clássica ao rock progressivo, aliás, sempre foi uma das marcas registradas da APOCALYPSE desde seus primeiros discos.
O line-up da banda contou com Chico Casara nos vocais e baixo — que deixaria a banda pouco depois, em 2004 —, ao lado do núcleo histórico do grupo: Eloy Fritsch nos teclados (órgão Hammond, Minimoog, teclados eletrônicos), Ruy Fritsch nas guitarras e Chico Fasoli na bateria/percussão. É um retrato sonoro valioso de uma fase de transição da banda, capturando tanto o legado dos discos "franceses" da Musea quanto as sementes do que viria a se tornar Refúgio alguns anos depois — um documento essencial para entender a trajetória internacional da APOCALYPSE.
| Fontes pesquisadas |
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| Faixas |
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| Nº | Título | Duração |
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| Disco 1 | ||||
| 01 | Carmina Burana (Carl Orff) – Rock Version | 05:15 | ||
| 02 | Último Horizonte | 05:01 | ||
| 03 | Terra Azul | 08:21 | ||
| 04 | Clássicos – Rock Version | 03:58 | ||
| 05 | Corta | 06:11 | ||
| 06 | A Paz da Solidão | 03:35 | ||
| 07 | ProgJazz | 02:54 | ||
| 08 | Jamais Retornarei | 06:05 | ||
| 09 | Miragem | 04:34 | ||
| Disco 2 | ||||
| 09 | América do Sul | 08:24 | ||
| 09 | Toccata | 02:03 | ||
| 09 | Notredame | 02:09 | ||
| 09 | Magia | 07:10 |
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