País: Alemanha
Gêneros: Power Metal, Heavy Metal
Álbum: Excalibur
Ano: 1999
Lançamento: Setembro
Gravadora: GUN Records
Duração: 53:05
Músicos:
● Chris Boltendahl: vocal
● Uwe Lulis: guitarras
● Jens Becker: baixo
● Stefan Arnold: bateria
● HP Katzenburg : teclados
Músicos adicionais:
● Eric Hecht: gaita de foles
● Hansi Kürsch: backing vocals
● Hacky Hackmann: vocais de apoio
● Piet Sielck: vocais de apoio
● Bodenski: sanfona
Lançado em setembro de 1999, "Excalibur" é o nono álbum de estúdio da lendária banda alemã de Heavy/Power Metal GRAVE DIGGER e representa a grandiosa conclusão da sua aclamada "Trilogia da Idade Média" (que também inclui os discos "Tunes of War" e "Knights of the Cross"). Trata-se de um álbum conceitual épico que mergulha de forma magistral na mitologia do Rei Arthur, abordando a mágica espada Excalibur, o mago Merlin e os Cavaleiros da Távola Redonda. A imersão na temática foi tão intensa que, no encarte do disco, os próprios integrantes da banda e os músicos convidados adotaram nomes de personagens da lenda em seus créditos.
Musicalmente, o disco destaca-se pela sua incrível versatilidade e ambição, equilibrando com perfeição a rispidez e agressividade do Heavy Metal teutônico com a grandiosidade e as melodias épicas do power metal. Para enriquecer a atmosfera medieval da obra e torná-la única, o GRAVE DIGGER utilizou instrumentos de época genuínos tocados por membros da banda Subway to Sally, além de contar com coros vocais formidáveis com a participação de ícones do estilo, como Hansi Kürsch (BLIND GUARDIAN) e Piet Sielck (IRON SAVIOR). A performance do guitarrista Uwe Lulis também merece grande destaque, entregando riffs velozes, virtuosos e cativantes naquele que seria o seu último trabalho de estúdio com o grupo.
O repertório do disco apresenta uma dinâmica impecável, alternando entre a fúria metálica e momentos de profunda emoção. Faixas intensas como "Pendragon" e a empolgante faixa-título "Excalibur" são verdadeiros hinos de velocidade e peso, marcadas por refrãos monumentais que convidam o ouvinte a cantar junto. Em contrapartida, a banda exibe um lado mais sombrio, cadenciado e até Pogressivo em canções excepcionais como "Morgane Le Fay" e "The Spell", além de entregar momentos de pura sensibilidade dramática na balada "Emerald Eyes" e na densa e atmosférica "Avalon".
Em suma, "Excalibur" não é apenas o fechamento triunfal de uma era lírica para o GRAVE DIGGER, mas também uma das suas maiores realizações artísticas e de composição. Ao unir uma narrativa atemporal a arranjos complexos, pesados e altamente memoráveis, o álbum prova que é possível aliar a crueza do Heavy Metal a ganchos melódicos e ricos em detalhes históricos. Até os dias de hoje, o disco permanece como uma audição essencial para os fãs de Power Metal e um testemunho definitivo do talento da banda.
| Fontes pesquisadas |
|---|
| Faixas |
|---|
| Nº | Título | Duração |
|---|---|---|
| 01 | The Secrets of Merlin | 02:38 |
| 02 | Pendragon | 04:20 |
| 03 | Excalibur | 04:45 |
| 04 | The Round Table (Forever) | 05:10 |
| 05 | Morgane le Fay | 05:16 |
| 06 | The Spell | 04:38 |
| 07 | Tristan's Fate | 03:38 |
| 08 | Lancelot | 04:45 |
| 09 | Mordred's Song | 04:00 |
| 10 | The Final War | 04:02 |
| 11 | Emerald Eyes | 04:04 |
| 12 | Avalon | 05:50 |
| 13 | Parcival | 04:59 |

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