País: Itália
Gêneros: Eclectic Prog, Rock Progressivo Italiano, Art Pop
Álbum: La Quarta Vittima
Ano: 2014
Duração: 55:02
Músicos:
● Fabio Zuffanti: pedais de baixo, teclados Casio, cravo, samples, loops, vocais e arranjos
Com:
● Laura Marsano: guitarras acústicas e elétricas
● Emanuele Tarasconi: piano, Fender Rhodes, Hammond, Minimoog
● Alberto Tafuri: piano, Fender Rhodes, Hammond & synth (faixa 5)
● Rossano "Rox" Villa : Mellotron, clavinete, sintetizador, Fender Rhodes, cravo, trombone, Fx e arranjos
● Gian Marco "Pantera" Pietrasanta: saxello e flauta
● Fabio Biale: violino
● Luca Scherani: vibrafone e glockenspiel
● Agostino Macor: theremin
● Riccardo Barbera: baixos com trastes e trastes, contrabaixo
● Saverio Malaspina: bateria, percussão e loops
● Paolo Tixi: bateria (faixas 1,6)
● Enzo Zirilli: bateria (faixa 5)
● Carlo Carnevali: backing vocals
● Simona Angioloni: backing vocals
Lançado em 2014, "La Quarta Vittima" é um dos trabalhos mais ambiciosos da carreira do multi-instrumentista genovês Fabio Zuffanti, músico conhecido por sua participação em projetos fundamentais do Rock Progressivo italiano, como FINISTERRE, LA MASCHERA DI CERA e HöSTSONATEN. Concebido como uma espécie de síntese de seus vinte anos de atividade musical, o álbum é também seu primeiro trabalho solo inteiramente dedicado ao Rock Progressivo. O conceito lírico parte de "Lo specchio nello specchio", de Michael Ende, e transforma as narrativas surrealistas do escritor em uma viagem musical fragmentada, misteriosa e labiríntica. Zuffanti reúne uma verdadeira seleção de músicos da cena italiana, criando uma sonoridade que combina o Prog sinfônico italiano dos anos 1970 com Jazz-Rock, Psicodelia, Folk, Fusion e elementos de Rock pesado.
Com apenas sete faixas, mas quase uma hora de duração, "La Quarta Vittima" exige uma escuta atenta e recompensa o ouvinte justamente por sua riqueza de detalhes. A longa abertura, “Non Posso Parlare Più Forte”, estabelece imediatamente o caráter do álbum, alternando flauta, teclados, guitarra e ritmos sincopados até desembocar em um expressivo crescendo Jazz-Rock. “La Certezza Impossibile” apresenta uma construção mais melódica, com ecos de SANTANA e PINK FLOYD, enquanto “L’Interno di un Volto” mergulha em atmosferas épicas. A faixa-título assume uma linguagem mais próxima da Fusion, “Sotto un Cielo Nero” combina Jazz, Psicodelia e passagens sombrias, e “Il Circo Brucia” introduz elementos de Funk e Rock mais agressivo. O encerramento, “Una Sera d’Inverno”, reduz a intensidade com piano e violino em uma conclusão melancólica. O resultado é um álbum sofisticado, denso e pouco convencional, que demonstra a capacidade de Zuffanti de atualizar a tradição do Rock Progressivo Italiano sem simplesmente reproduzir seus modelos clássicos.
| Fontes pesquisadas |
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| Faixas |
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| Nº | Título | Duração |
|---|---|---|
| 01 | Non Posso Parlare Più Forte | 11:57 |
| 02 | La certezza Impossibile | 07:28 |
| 03 | L'interno di un Volto | 06:43 |
| 04 | La quarta Vittima | 04:38 |
| 05 | Sotto un cielo Nero | 09:04 |
| 06 | Il circo Brucia | 07:30 |
| 07 | Una Sera d'Inverno | 07:42 |
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