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domingo, fevereiro 4

TAU CETI ● Tau Ceti ● 1995

Artista: TAU CETI
País: Brasil
Gênero: Eclectic Prog
Álbum: Tau Ceti
Ano: 1995
Duração: 52:17

Músicos:
● Eduardo D'Elboux: teclados
● Zé do Baixo: baixo 
● Ricardo Stuani: percussão

Lançado em 1995 pela gravadora Faunus Records, o álbum homônimo de estreia da banda TAU CETI é um marco do Rock Progressivo Sinfônico brasileiro. Embora tenha chegado ao mercado apenas em 1995, o disco foi gravado originalmente em 1992 pelo trio composto por Eduardo D'Elboux nos teclados, Zé do Baixo no baixo e Ricardo Stuani na bateria. Um fato curioso sobre a trajetória da obra é que, quando o CD foi finalmente publicado, a banda já havia encerrado suas atividades, transformando-se posteriormente em um projeto solo de D'Elboux.

A sonoridade predominantemente instrumental, apresentando uma fusão entre o Jazz-Rock e o Progressivo Sinfônico, com forte influência de grupos como Emerson, Lake and Palmer e YES. O uso de teclados é intenso e a formação erudita de D'Elboux, constrói uma ponte sofisticada entre o Rock e a Música Clássica. O álbum é composto por 13 faixas, totalizando cerca de 52 minutos, e  inclui peças complexas como a suíte "A Divina Comédia" (dividida em três partes) e releituras vigorosas, como a de "Toccata", inspirada na obra de Bach.

Considerado um item raro e de grande valor para colecionadores, o disco obteve boa recepção e comentários positivos tanto no Brasil quanto no exterior dentro do nicho Progressivo. Faixas marcantes como "Antares" e "Pinguim Prismático" exemplificam a atmosfera técnica e criativa que define este registro único do grupo. 

O legado desta estreia foi tão significativo que, em 2019, D'Elboux revisitou o repertório no álbum "Meus Dois Mundos", apresentando novos arranjos para temas clássicos desse primeiro lançamento.

Faixas:
01. Andahilro (4:35) 
02. Antares (7:23) 
03. Nada de Canticos (2:38) 
04. Trantor (5:02)
05. Requiem do Sol (2:14) 
06. Tocatta (3:22)
- A divina Comedia 
07. Parte I (2:35) 
08. Parte II (2:58) 
09. Parte III (4:20) 
10. Visoes Noturnas (2:24) 
11. Sons da Shuva (3:35) 
12. Pingquin Prismatico (6:27)
13. Suppereggus Metafiscus (4:44)

 

Um comentário:

  1. Obrigado pelo apoio!! Com certeza é um trabalho q dediquei o que podia fazer de melhor, o mais sincero dentro de minhas limitações... E retornar essa linha quase 25 anos depois é apenas uma forma de reafirmar o q acredito...

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