País: Reino Unido
Gêneros: Symphonic Prog, Eclectic Prog
Álbum: Box of Circles
Ano: 2018
Lançamento: Julho
Gravadora: Nu Music / Green Tree Records
Duração: 58:45
Músicos:
● Robert Webb: teclados, clavinete, mellotron, violão, lap guitar e vocais
● Jode Leigh: bateria, percussão, vibrafone e vocais
● Martin Henderson: baixo
● Franc Holland: guitarras e vocais
Com:
● Steve Laffy: bateria e percussão
● Marc Atkinson (Riversea): violão
● Al Johnson: guitarras
● Eun Jung Lee: piano
● Jonny Gee: contrabaixo
● Maggie Alexander: vocais, teclados
● Clara Kanter: vocais de apoio
● Nina Kanter: vocais de apoio
● Jenny Darren: vocais de apoio
● Ytaka Masuda: vocais de apoio
● Henry Dagg: vocais de apoio
● Sjaak van der Bent: vocais de apoio
● Keith Abbs: vocais de apoio
● Malcolm Abbs: vocais de apoio
● Dee Griffiths: vocais de apoio
● Jandira Silva: vocais de apoio
● Bryony Maddern: vocais de apoio
Falar da banda ENGLAND é, para muitos colecionadores de Rock Progressivo, evocar o "Santo Graal" do gênero com o clássico "Garden Shed" de 1977. No entanto, em 2018, o líder Robert Webb reviveu o nome da banda para lançar "Box of Circles", um projeto que tentou trazer o espírito sinfônico da era de ouro para o século XXI. O álbum não é apenas uma tentativa (frustrada - para muitos fãs e críticos) de emular o passado, mas uma conclusão de ideias que Webb vinha maturando há décadas, mantendo a complexidade e a riqueza melódica que definiram a identidade do grupo.
As letras do álbum mergulham em uma jornada existencial, utilizando a metáfora dos "círculos" e da "roda da fortuna" para explorar o destino, a moralidade e a passagem do tempo. Faixas como "Masters of War" (releitura de Bob Dylan) e "God Must Be A Boogieman" (Joni Mitchell) trazem uma carga crítica e filosófica, enquanto temas como "Timelessness" reforçam a natureza cíclica da vida, onde o fim de uma fase é sempre o início de outra, encapsulando a alma do Rock Progressivo literário.
Musicalmente, o álbum desafia as estruturas convencionais com arranjos que visitam desde o neoclássico em "Carmina Burana" até o Jazz-Fusion sutil. A presença de percussões ricas e camadas de sintetizadores analógicos cria uma atmosfera imersiva, típica das grandes obras do ENGLAND. Os vocais de Maggie Alexander adicionan uma camada angelical e distinta, contrastando com as passagens instrumentais densas e os solos de teclado virtuosos que são o coração pulsante da obra.
Deleite para os amantes de Mellotron, sintetizadores analógicos e arranjos vocais sofisticados, "Box of Circles" mantém o foco nas composições estruturadas, com mudanças de tempo fluidas e harmonias que lembram nomes como YES e GENESIS, mas com o toque excêntrico e puramente inglês, marca registrada do ENGLAND.
| Fontes pesquisadas |
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| Faixas |
|---|
| Nº | Título | Duração |
|---|---|---|
| 01 | Carmina Burana | 04:00 |
| 02 | Destiny | 06:01 |
| 03 | Hymn | 03:50 |
| 04 | Masters of War | 04:18 |
| 05 | God Must Be A Boogieman | 04:23 |
| 06 | Timelessness | 05:15 |
| 07 | Fags, Booze & Lottery | 04:47 |
| 08 | It Couldn't Be You | 04:09 |
| 09 | Wheel of Fortune | 04:18 |
| 10 | Fine Alley | 05:52 |

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