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sábado, 25 de julho de 2015

Eloy - Ocean 2 [1998] - Germany / Alemanha


Em retrospecto, tudo está claro. Enquanto "Tides Return Forever" foi um álbum do Eloy relativamente forte, Frank Bornemann sentiu a necessidade de realizar um disco que fosse um estrondo. Então seria necessário anexar o som do Eloy moderno às suas glórias passadas, e que melhor escolha para referência, do que o clássico "Ocean"?.

O álbum é muito mais moderno do que do vintage=. Se houver qualquer referência a triunfos musicais últimos seria sobre "Planets", que é muito bom de qualquer maneira. É provavelmente o mais dinâmico e variado dos últimos esforços do Eloy, com canções de diferentes comprimentos, atmosferas de sonho, incursões metálicas, e espaçadas viagens às vezes tudo na mesma faixa.

"Between Future and Past" é um instrumental de abertura muito Floydiano que conduz habilmente para "Ro setau" certamente um dos destaques como os vocais de Frank são habilmente tratados e o acúmulo de coral é maravilhoso. "Paralyzed Civilization" e "Awakening of Consciousness" são versões energizadas de algum material menor da banda nos anos 90. Outra melhoria é que as canções possuem as seções do meio mais maduras e com estilo excêntrico com sons de sintetizador realmente doces e novamente uma performance vocal adequadamente subavaliadas de Bornemann.

Dos dois épicos, "Reflections from Spheres Beyond" é a melhor uma vez que explora uma série de temas com equilíbrio e contenção, um dos quais é uma melodia recorrente de "Paralyzed Civilization", em um estilo mais sinistro, e outro um vocoder com seção de led. "The Answer", tem seus momentos, mas é um pouco bombástica e excessivamente longa. As duas canções suaves mais curtas "Serenity" e "Waves of Intuition"  ambas têm uma beleza sobrenatural e apresentam fino requinte de guitarra elétrica e uma excepcional camada de teclados. Superior de fato a alguns trabalhos dos anos 70, especialmente faixas mais fracas em "Silent Cries ...."

Claramente uma grande realização digno de adição à coleção uma coleção de Prog Rock. Altamente recomendado para os fãs de Prog e fãs alemães de Neo e Prog Rock Sinfónico. Eu estou feliz que terminou sua longa história com um álbum tão maravilhoso.


Tracks:
1. Between Future and Past (2:43) 
2. Ro Setau (7:09)
3. Paralysed Civilization (9:28)
4. Serenity (3:09)
5. Awakening of Consciousness (6:03)
6. Reflections from the Spheres Beyond (12:59)
7. Waves of Intuition (4:56)
8. The Answer (11:19)
Time: 57:46

Musicians:
- Bodo Schopf / drums & percussion
- Frank Bornemann / vocals, guitars
- Klaus-Peter Matziol / bass
- Michael Gerlach / keyboards, vocoder
+
Special guests:
- Steve Mann / slide guitar on track 8
- Susanne Schätzle / backing vocals
- Tina Lux / backing vocals
- Hannes Folberth / MiniMoog on track 2
- Volker Kuinke / Recorder (flute) on track 3,7 and 8
- Peter Beckett and Tom Jackson / choir on track 8
- Daniela Wöhler, Frederike Stübner and Susanne Moldenhauer / soprano voices on track 8 Prague Philharmonic Choir on track 8

Format: flac (image) = 390 mb
Format: mp3 (320 kbps) = 100 mb

quinta-feira, 16 de julho de 2015

Eloy - Discography (37 CDS: 1971 - 2011) [2011] - Germany / Alemanha


Discografia completa, incluindo as edições remasterizadas com faixas bônus do Eloy até 2011, em formato flac (lossless) sem perdas. Recomendado aos fãs da banda ou para aqueles que estão começando a conhecer o trabalho desses alemães.

Format: flac (image) = 2.13 gb = Torrent

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Eloy - Time to Turn [1982] [REMASTERED WITH BONUS TRACKS] - Germany / Alemanha

"

Um EXCELENTE álbum de Space Rock, (já viram que gosto pouco né? rss) Não é do mesmo nível de "Planets" por exemplo, devido às suas características bem mais comerciais, mas uma coisa é certa, temos aqui um álbum extremamente agradável, com excelentes composições. A música é relativamente simples, com teclados poderosos e clavinets executando melodias cativantes. 

"Through A Somber Galaxy" é realmente uma grande abertura para o disco com um clima edificante e melodia cativante. Ela começa com sons ambientes produzidos a partir dos teclados que projetam uma viagem especial infinita. O ritmo completo da trilha se inicia quando a linha de baixo entra marcando o compasso durante todo o tempo. O solo de guitarra é impressionante. Esta canção é uma obra-prima, pois tem uma harmonia poderosa e um belo arranjo.Uma ótima trilha para se começar o dia!

"Behind The Walls Of Imagination" inicia com uma linha do canto melódico com toques de teclado e guitarra. A voz de Frank Bornemann é única e poderosa, soa como uma voz distanciada. Clavinets são usados ​​para acentuar a seção rítmica com alguns os demais teclados ao fundo. Os teclados ainda oferecem uma nuance "Spacey" para a canção aumentados com clavinet e sons de guitarra graves e sólidos.  A guitarra solo realizada aos 4:20 minutos enriquece as texturas da música.

"Time To Turn" é a faixa comercial do disco e distoa de quase tudo que a banda já fez antes. Tem uma batida forte e linhas de baixo marcantes seguidas de cânticos num estilo mais Pop e uma guitarra bem discreta. É difícil acreditar que esta canção é categorizada como Prog Rock tendo a estrutura muito simples e direta. Devido à sua simplicidade e franqueza, você pode se sentir um pouco entendiado de ouvi-la... Mas ainda há muito do ELOY aqui.

"Magic Mirrors" começa com uma clavinet acompanhado de linhas de baixo sólidas e fortes num ritmo lento/médio. O teclado entra para dar o "caminho" onde o vocal trilhará. É uma música agradável, mas no geral não se destaca como uma obra-prima. O solo de teclado no meio da música é agradável e simples.

Agora sim, trataremos de uma OBRA PRIMA!. "End Of An Odyssey" é uma trilha relativamente longa como seus 09:25 minutos. Abre com o teclado sustentando o estilo "Spacey". Após um longo solo de teclado a música se transforma em uma passagem mais tranquila acentuada pelo som do teclado cativante que traz bateria consigo. O vocal junta-se a trilha em aproximadamente executando uma bela melodia. É bom notar aqui que a música nesta parte é relativamente simples só mudando na parte final onde clavinet e o teclado encerram magistralmente. Simplesmente uma viagem!

"The Flash" tem uma abertura ambiente e atmosférica com linhas de baixo dinâmicas. Em comparação com outras faixas, provavelmente, esta faixa tem alguns elementos de complexidade musical. Esta música foi muito bem composta.

"Say, Is It Really True" possui em sua introdução violões, que aparecem de forma bem suave e não se parece com nada feito pela banda até então. Um teclado bem "Spacey" preenche o ritmo unindo a sua voz de Bornemann em ótima combinação. Após algum tempo a música se transforma em um ritmo um pouco mais rápido. E encerrasse mais um disco dessa nova fase dos alemães, e com certeza esse disco possui muitos elementos e nuances que o farão sempre querer ouvi-lo mais uma vez.

Nesse disco o ELOY conclui a segunda (e última parte) de sua grande obra conceitual que começou em "Planets". A ficção científica é um gênero muito bom para renovar seu (memorável) som. Este é um pouco menos elaborado do que o anterior, mas tem certamente toda a sua verve, sua criatividade e poder. É uma viagem para mundos distantes, através de galáxias obscuras e espectrais, onde as forças do mal e frias  prevalecem sobre todas as coisas. 

Detalhe: nesse disco temos a volta de Fritz Randow que atuou em 1973 e 1975, gravando "Inside", "Floating" e "Power And The Passion" e permanecendo até o ano de 1984.


Tracks:
1. Through a Somber Galaxy (6:00)
2. Behind the Walls of Imagination (6:25)
3. Time to Turn (4:32)
4. Magic Mirrors (5:25)
5. End of an Odyssey (9:25)
6. The Flash (5:34)
7. Say, Is It Really True (4:45)
Time: 42:06

Musicians:
- Hannes Arkona / guitars, keyboards, percussion
- Frank Bornemann / vocals, guitars
- Hannes Folberth / keyboards
- Klaus-Peter Matziol / bass, pedals
- Fritz Randow / drums
- Amy, Anna & Sabine / vocals (3)

Format: flac (tracks + cue) = 400 mb = Mega
Format: mp3 (320 kbps) = 113 mb = Mega / Yandex / pass = progfriends

sábado, 23 de agosto de 2014

Eloy - Planets [REMASTERED WITH BONUS TRACK] [1981] - Germany / Alemanha


"... Um brilho incrível que brilha através do céu me atrai fortemente como um santuário obscuro ..." (Frank Bornemann)

No momento em que este álbum foi lançado, o Punk e bandas New Wave como THE HUMAN LEAGUE, Robert Palmer, B 52'S, DURAN DURAN e outras de estilo mais "oitentista" dominavam as estações de rádio. No mesmo período, o GENESIS lançou "Abacab", e talvez tenha sido a única banda de Prog Rock lendária a lançar um bom álbum de estúdio. O estilo estava praticamente morto e fora do circuito mainstream.

Com "Planets" ELOY definitivamente ou (parcialmente) encontrou uma nova direção. A primeira parte de um trabalho duplo álbum conceitual baseado em uma história de ficção científica por Frank Bornemann sobre a eterna batalha do bem e do mal em um planeta chamado" Salta", instalado no sistema solar de Hel, o maior sistema solar do universo. O seguinte "Time to Turn" (compõe a segunda e última parte deste conceito de ficção científica).

O Som célebre e costumeiro da banda ficou mais refinado, não mudou. Os anos oitenta não parecem ter contaminado a essência do ELOY. Nesse disco suas composições ficaram especialmente cheias de intervenções e acompanhamentos orquestrados o que gerou um Rock Progressivo Sinfônico Espacial, pouco explorado por muitos grupos.

"Introduction" fornece uma abertura que dá o tom para o álbum. Uma atmosfera de sonho e de viagem nos confins do universo, entre uma estrela e outra, com chuvas de meteoros ocasionais.

A segunda trilha (apaixonante por sinal) "On The Verge Of Darkening Lights", é uma música edificante que começa lindamente num Space Rock de altíssimo astral. Os teclados dominam a música. A qualidade vocal é muito boa e potente. Perfeita! O solo de teclado depois de dois versos de passagem é simples, mas é muito agradável e potencializa-se com o baixo e a marcação da bateria. A música geral é realizada num estilo enérgico.

A próxima faixa, "Point Of No Return", continua com uma transição de teclados de estilo excêntrico e entra em um ritmo mais lento. A beleza desta trilha encontra-se no som do teclado na parte de background que alterna com a linha de voz. É uma ótima composição e tem uma excelente melodia. A guitarra só é utilizada para acentuar a música. O baixo desempenha um papel importante aqui marcando o ritmo "semi-marcial". A Composição geral desta faixa pode ser considerada como um Symphonic-Space-Rock.

"Mysterious Monolith" começa com uma boa combinação entre guitarra dedilhada e os teclados extremamente suaves, acompanhados por um um poderoso vocal nesta parte mais tranquila. A música flui em um ritmo lento, com bom trabalho de guitarra e o baixo que se torna mais um destaque aqui. Em sua segunda parte o ritmo contagiante e mais agitado e a "exploração" de teclado no meio da pista é simples e melódico. Mais uma peça de Space Rock sensacional onde as variações de ritmo e pequenas nuances de teclados surpreendem o tempo todo.

"Queen Of The Night" é uma canção com uma abertura muito melódica, com um suporte de orquestração sinfônica. Os movimentos crescem com backing vocals femininos. Soa um pouco Pop, mas é muito boa e agradável. A orquestração ajuda muito no fortalecimento da composição, em geral, lembrando uma espécie de ELETRIC LIGHT ORCHESTRA, mas com um humor Spacey.  Além da orquestra simples, a qualidade vocal é adorável.

"At The Gates Of Dawn" é uma faixa instrumental com um piano suave, base de teclado e guitarra realizados em uma forma bem "madura". A melodia é realizada através do som do teclado ao fundo. Ele dá uma nuance espacial da canção. Uma orquestração é adicionada no meio da trilha, trazendo nuances utilizadas em "Dawn". No geral, esta faixa fornece uma excelente pausa para o álbum como um todo.

"Sphinx" é uma música em ritmo médio, bem melódica, usando o teclado como o principal pilar da estrutura. Mais uma vez, a banda apresenta um belíssima passagem no meio da trilha, onde ela se transforma em uma peça mais tranquila com vocal acompanhado pelos teclados. Há um solo de bateria simples que se encaixa em toda a estrutura da canção. Excelente! Maravilhosa! Talvez a melhor faixa do disco.

"Carried By Cosmic Winds" é uma canção muito bonita abrindo com um teclado melódico após sopros de um vento sideral. A qualidade vocal é muito boa. Quando a música entra com todos os instrumentos, o som de órgão serve como melodia principal e os solos de teclados acompanham em apoio vozes femininas. Os teclados emulam violoncelos e violinos proporcionando um sabor orquestração para a música. Excelente!

No geral, é um disco altamente recomendado. Apesar da sua composição relativamente simples, o álbum compreende excelentes faixas que formam uma música coesa como um todo. A banda juntamente com a gravadora EMI nos deliciaram com uma excelente reedição remasterizada com uma faixa bônus  gravada ao vivo. 

INDISPENSÁVEL!


Tracks:
1. Introduction (1:58)
2. On The Verge Of Darkening Lights (5:37)
3. Point Of No Return (5:45)
4. Mysterious Monolith (7:40)
5. Queen Of The Night (5:22)
6. At The Gates Of Dawn (4:17)
7. Sphinx (6:50)
8. Carried By Cosmic Winds (4:32)
Bonus Track:
9. On The Verge Of Darkening Lights (live 1983) (4:09)
Total Time: 46:10

Musicians:
- Hannes Arkona / guitars, keyboards
- Frank Bornemann / vocals, guitars
- Hannes Folberth / keyboards
- Klaus-Peter Matziol / basses, vocals
- Jim McGillivray / drums, percussion

Release/Label: Harvest ‎– 7243 5 6 3776 2 2 - Europe, 2005

Format: flac (image + cue) = 355 mb = part 1 / part 2 / part 3 / pass = makina
Format: flac (image + cue) = 496 mb = Mega
Format: mp3 (320 kbps) = 179 mb = Mega

terça-feira, 19 de agosto de 2014

Eloy - Colours [1980] [REMASTERED WITH BONUS TRACKS] - Germany / Alemanha


Uma nova década, uma nova formação. Klaus-Peter Maziol (remanescente do line-up anterior) no baixo, Hannes Folberth nos teclados, Hannes Arkona nas guitarras, e o baterista britânico Jim McGillivray, além do Frontman Frank Bornemann, executam as músicas desse álbum. Marca-se aqui uma nova direção para a banda, uma abordagem mais acessível e direta em sua música, mas sem perder as características que marcaram suas composições após a metade dos anos 70. As guitarras tendem a ser mais pesadas, os teclados não são tão banhados na atmosfera como Detlev Schmidtchen executava. Ainda assim, este é o som da banda relutante em aderir a década de 80 (o que acontece também com seus dois álbuns seguintes, "Planets" e "Time to Turn").  O disco também é normalmente referido como um álbum de transição, pois iria colocar a banda num certo dilema entre manter as canções épicas ou aderir a canções mais curtas, o que de fato dominou os seus álbuns seguintes, mas mantendo um  padrão de qualidade muito elevado.

"Colours" é um álbum grandioso e muito bonito. Tem um som retro, especialmente com o som do sintetizador, mas esta é ainda uma versão progressiva do ELOY com em um dos seus melhores trabalhos, na minha humilde opinião.

"Horizons" apresenta os vocais polidos das convidadas Edna e Sabine durante uma harmonia e tempo peculiares impulsionado por teclados e as melodias de guitarra hipnótica de Hannes Arkona e Bornemann.

"Illuminations" tem os vocais já familiares do ELOY, Frank Bornemann, e o forte som de sintetizador de Hannes Folberth. O ritmo é moderado, e algumas guitarras mais pesadas são ouvidas soando como NEKTAR. Os riffs são cativantes, com trabalho de guitarra fantástico por toda parte, solos de teclado incríveis, e eu diria que este é um dos destaques do álbum, sendo uma trilha inesquecível pela sua qualidade de harmonia e estruturação progressivas.

"Giant" tem uma "vibe" PINK FLOYD e algumas guitarras inovadoras. As frases de teclado são "espaciais" e tende a conecta-lo a um groove hipnótico com passagens maravilhosas e vocais agradáveis ​​de Bornemann. O solo de teclado é fantástico, muito suave e muito bem tocado.

"Impressions" tem uma atmosfera "lunática" com belíssimos sons de flauta, teclados e guitarras e vocais assumindo um estilo descontraído. Este é Prog Rock "easy listening" mas musicalidade muito bem feita especialmente no lindo solo de flauta junto aos teclados.

"Child Migration" é dominada pelos teclados, e os vocais são muito bem executados. O riff de guitarra pesado aparece bem depois, criando um momento ímpar. A liberação da tensão em camadas de teclados tem um toque simplesmente excelente. No final temos hipnotizantes teclados "Floydianos" com atmosferas Spacey, tudo lindo, majestoso e viajante. Definitivamente uma das melhores músicas da banda.

"Gallery" tem frases de teclado mais rápidas com um toque característico do som do anos 80 som, em um estilo dançante que poderia fazer parte de qualquer playlist de uma danceteria. Isso mesmo leitor, você não leu errado, uma danceteria. Mas o ELOY de alguma forma consegue mantê-la Prog Rock o suficiente para manter o interesse. É mais avançada em termos de estrutura, mas uma boa diversão em Rock.

"Silhouette" tem um riff estilo PINK FLOYD com uma batida Rock. Os vocais são graduais e eficazes. Possui uma linha de melodia sólida e guitarras principais "escaldantes".

"Sunset" termina o álbum de uma maneira mais acústica e sintetizadores sinfônicos. A beleza do instrumental é tão cativante como a arte da capa do álbum. 

Aqui o ELOY conseguiu capturar um som moderno, sem dar em comercialismo e criar um álbum de musicalidade virtuosa e progressiva. 


Tracks:
1. Horizons (3:20) 
2. Illuminations (6:19) 
3. Giant (6:05) 
4. Impressions (3:06) 
5. Child Migration (7:23) 
6. Gallery (3:08) 
7. Silhouette (6:57) 
8. Sunset (3:15)
Bonus Tracks:
9. Wings of Vision (4:14)
10. Silhouette (single edit) (3:30)
Time: 47:17

Musicians:
- Hannes Arkona / guitars 
- Frank Bornemann / vocals, guitars 
- Hannes Folberth / keyboards 
- Klaus-Peter Matziol / bass, vocals 
- Jim McGillivray / drums, percussion 
- Edna & Sabine / voices (1)

Format: flac (image + cue) = 335 mb = Mega
Format: mp3 (320 kbps) = Mega

quarta-feira, 25 de junho de 2014

Eloy - Neue Welt [1979] [BOOTLEG] - Germany / Alemanha


Gravado em Berlim em 11 de Março de 1979, possui um set list fantástico em comparação com álgumas bandas da época que já misturavam trilhas mais comerciais ou de álbuns mais decadentes como YES e GENESIS. 

Estão presentes faixas do seu álbum de trabalho na época, "Silent Cries And Might Echoes" , além de algumas de "Power and The Passion", "Dawn" e "Ocean".

A qualidade infelizmente deixa muito a desejar (6-10), o que não tira o brilho e aimportância desse bootleg gravado por alguém um ser humano ilustre para nós prog-maníacos que temos a oportunidade de admirar esse registro.  


Tracks:
Disc 1
01. Astral Entrance
02. Pilot To Paradise
03. The Apocalypse
04. Poseidon´s Creation
05. Mighty Echoes
06. De Labore Solis
07. The Sun Song
08. Decay Of Logos

Disc 2:
01. Atlantis' Agony At June 5th - 8498, 13 p.m. Gregorian Earthtime
02. Lost?? (The Decision) 
03. The Midnight Fight/The Victory of Mental Force
04. Mutiny

Musicians:
- Frank Bornemann / guitars, vocals
- Klaus-Peter Matziol / bass, pedals, chorus
- Jürgen Rosenthal / drums, percussion
- Detlev Schmidtchen / keyboards, chorus

Format: mp3 (320 kbps) =  245 mb = deposifiles (disc 1) / depositfiles (disc 2) / pass = makina

Eloy - Silent Cries And Mighty Echoes [1979] [REMASTERED WITH BONUS TRACKS] - Germany / Alemanha


"Silent Cries And Mighty Echoes" é outro grande álbum realizado pelo Eloy e que acabou se tornando seu maior recorde de vendas e consequentemente seu maior sucesso comercial. Detleve Schmidtchhen e Jurgen Rosenthal, mesmo realizando um trabalho excepcional aqui em seguida, deixam o grupo para seguir carreira solo e foram substituídos por Hannes Folberth e Jim McGillveray, respectivamente. também foi acrescentado o guitarrista Hannes Arkona. Mas isso é assunto para uma outra resenha.

Esse álbum começa maravilhosamente com uma música ambiente em ritmo relativamente lento,"Astral Entrance" (03:03), que representa uma parte da primeira faixa de abertura. Esta parte abertura faz lembrar imediatamente a parte introdutória de "Shine on You Crazy Diamond" do álbum "Wish You Were Here". O estilo de guitarra utilizado é impressionantemente similar ao usado por Gilmour aumentando ainda mais a referência ao disco do PINK FLOYD. A segunda parte intitulada "Master Of Sensation"(6:00), com excelentes letras: "Está aqui - Está perto / Está ao nosso lado / É você - Sou Eu / É a nossa luz guia é real - tão irreal / É o sinal mágico".. que grande música! Uma música maravilhosa. É como imaginar uma outra versão de "Shine On You Crazy Diamond", mas desta vez com ritmo alegre único para a música de Eloy. Tudo na canção é de excelente gosto, o estilo vocal, bem como impressionante trabalho de teclado no clima espacial. Isso não é tudo! As linhas de baixo são realmente grandes. É uma trilha perfeita, pura emoção!

"The Apocalypse" (14:54) - É realmente uma experiência transcedental. O fluxo da música nesta segunda faixa também é ótimo, é composta por três partes: "Silent Cries Divid The Night", "The Vision Burning" e "Force Majeure", em que o interlúdio musical inclui teclado, bem como uma guitarra visceral e ao mesmo tempo etérea. A parte final está repleta de notas "emocionais" e delicados com resultados de trabalhos combinados com baixo, sustentado por longos fluxos de sintetizador mais a guitarra. Wow! GRANDE !!! FABULOSO !!!


A próxima faixa "Pilot To Paradise" (7:01), demonstra ainda mais a dominação do baixo como secção rítmica principal acrescida de teclado e bateria. A transição para as linhas vocais acontecem de modo superbo: "NÓS contemos uma luz - é um FOGO e brilhante, Nós estamos de posse da CHAVE DOURADA! Enorme ignorância rodeia o mentiroso, mas o nosso espírito poderia realmente dizer NOSSO PRODIGIO". É uma grande arte de abertura. À medida que a música flui há grande clima espacial criado através do baixo, bem como o trabalho de teclados e sintetizadores. No meio da faixa há um solo de órgão/teclado extremamente sensível seguido por um último verso: "E eu sei que há alguém para segurar firme nossa dificuldade! O homem está condenado a lutar, só o amor e a verdade nos trará a LUZ! PILOTO AO PARAÍSO - abra nossos olhos! PILOTO AO PARAÍSO - faça-nos sábios"! seguido com parte final que apresenta impressionante trabalho de guitarra. É uma grande faixa !!!!!

"De Labore Solis" (5:12) começa suave com o um trabalho estupendo de teclado, seguido de ótimas linhas de baixo, é uma boa pausa depois de tudo que aconteceu antes.

"Mighty Echoes" (07:16) conclui o álbum maravilhosamente com uma alegre e jovial parte de abertura. Os movimentos da trilha vem crescendo com o trabalho de bateria e teclado resultando em sons deslumbrantes. "Conhecemos as leis da natureza? Tudo em que sentimos ou não, os ecos retornam do INFINITO! viremos a conhecer o nosso Criador! Nós não podemos parar os ecos". É um final de álbum admirável que tem mensagem significativa no final do mesmo. No geral, esta é uma obra-prima em qualquer coleção de música Prog surgida na era de ouro (década de setenta). A composição é excelentemente elaborada, a música flui maravilhosamente, sem qualquer  sensação de ficar entediado com os solos de teclado e guitarra! Nota 10!

Este CD remasterizado tem duas faixas bônus. "Child Migration" com uma ótima performance do baterista Jürgen Rosenthal e que é uma versão inicial de uma trilha que foi parar no álbum seguinte:"Colours". A versão aqui parece ser uma "demo version", e é um pouco mais curta que a gravação finalizada; inclui alguns coros harmônicos pouco frequentes! "Let the sun rise in my brain" com ótimos sintetizadores e cósmicas nuances Space-Rock, com ótimos solos de flauta. Esta nunca foi lançada oficialmente.


Tracks:
1. Astral Entrance (3:03)
2. Master Of Sensation (6:00)
3. The Apocalypse (14:54)
 a) Silent Cries Divide The Night
 b) The Vision Burning
 c) Force Majeure
4. Pilot To Paradise (7:01)
5. De Labore Solis (5:12)
6. Mighty Echoes (7:16)
Bonus tracks:
7. Child Migration (4:05)
8. Let the Sun Rise in my Brain (3:29)
  Total Time: 51:00

Musicians:
- Frank Bornemann / guitars, vocals
- Klaus-Peter Matziol / bass, pedals, chorus
- Jürgen Rosenthal / drums, percussion
- Detlev Schmidtchen / keyboards, chorus
- Brigitte Witt / vocals (2b)

Format: mp3 (320 kbps) = 127 mb = Mega
Format: flac (image + cue) = 335 mb = Mega

Eloy - Live [1978] - Germany / Alemanha


"Eloy Live" é uma magnífica performance ao vivo de uma das minhas bandas favoritas, que se encaixa perfeitamente em um CD de quase 80 minutos. Os músicos são Eloy em sua formação primorosa; Klaus-Peter Matziol no baixo, Jurgen Rosenthal na bateria, Detlev Schmidtchen nos teclados, e o vocalista incomparável, o guitarrista Frank Bornemannn, sempre extraordinário. O show é dinâmico e vibrante musicalmente e dispõe de alguns dos seus maiores triunfos, começando com o épico todo-poderoso "Poseidon's Creation" sendo seguida por "Incarnation Of Logos", ambas as obras-primas de "Ocean". Os vocais de som claro e desenfreado e a produção são excelentes neste álbum ao vivo.

Bornemann se dirige ao seu público num longo discurso na sua lingua nativa, infelizmente até hoje sem uma tradução. Isso precede "The Sun-Song" de "Dawn" - MAJESTOSA -, que é uma canção popular a julgar pela reação do público. Seguem-se "The Dance In Doubt And Fear" também de "Dawn", onde uma percussão como um batimento cardíaco faz a multidão bater palmas acompanhando. 

Uma ótima surpresa aqui é longa trilha "Mutiny" com quase 10 minutos, uma boa opção do álbum "Power and the Passion". o lançamento da banda em "Gliding Into Light And Knowledge" retorna para "Dawn". Este concerto mostra o quão brilhante os músicos foram, cada faixa é um feitiço de virtuoso Prog do mais alto calibre. "Inside", a faixa-título de uma das suas maiores obras-primas emenda na faixa anterior e constrói um semi-medley de altíssimo nível.

Agora falaremos do ponto alto do show e do disco consecutivamente, "Atlantis' Agony At June 5th - 8498, 13 p.m. Gregorian Earthtime", que cronometra uma peça de 20:54 minutos. É um final incrível e um dos momentos mais preciosos do Eloy. Pena que essa performance não tenha sido filmada, concedendo-nos um prazer visual e auditivo da mais alta categoria dentro do Space-Prog.


Tracks:
1. Poseidon's Creation (11:37)
2. Incarnation Of Logos (8:46)
3. The Sun-song (8:30)
4. The Dance In Doubt And Fear (7:36)
5. Mutiny (9:56)
6a. Gliding Into Light And Knowledge (4:24)
6b. Inside (6:34)
7. Atlantis' Agony At June 5th - 8498, 13 p.m. Gregorian Earthtime (20:54)
Total Time: 78:17

Musicians:
- Frank Bornemann / vocals, guitars
- Klaus-Peter Matziol / bass, vocals
- Jürgen Rosenthal / drums, percussion, voice
- Detlev Schmidtchen / keyboards

Format: mp3 (320 kbps) = 182 mb = depositfiles
Format: mp3 (320 kbps) = 204 mb = Mega

Eloy - Ocean [1977] - Germany / Alemanha


Este é um dos álbuns lendários que devem ser considerados e lembrados sempre em toda a história da música Música Progressiva. Uma coisa a se ressaltar e que chama muito a atenção, é o fato de que, considerando a singularidade da música proposta pelo ELOY, eu não tenho sido capaz de encontrar qualquer seguidor da banda em termos de estilo musical similar ao que tocavam. Quaisquer bandas lendárias como GENESIS, YES, PINK FLOYD, ELP, GENTLE GIANT, etc, tem seguidores que tocam sua música na mesma"veia", e isso não acontece aqui. Vai se saber o motivo...

Mas vamos ao álbum:

"Ocean" é um álbum de Space-Rock fantástico que capta perfeitamente o assunto/tema abordado musicalmente. O álbum é baseado no conto de Poseidon e Atlantis, está bem claro, obviamente, pelos nomes das faixas. 

A história da Atlântida apareceu pela primeira vez, nos diálogos: "Crítias" e "Timeu" de Platão, embora uma erupção vulcânica cerca de 1450 a.C. que destruiu Knossos poderia também muito bem ser a base para a história. Apesar da possibilidade de que a história de Platão é baseado em fatos históricos, seus diálogos eram em grande parte alegóricos e tentou conciliar a idéia do sobrenatural com explicações científicas do natural.

"Poseidon's Creation" (11:38), a primeira trilha, é uma canção que é tão famosa para o ELOY como provavelmente é "Firth of Fifth"de GENESIS ou "Shine on You Crazy Diamond", no caso de PINK FLOYD ou "Siberian Khatru" para o YES. A música começa muito bem com uma música ambiente lembrando um pouco da guitarra Gilmouriana, não preciso dizer de quem. O teclado e a percussão montam um ambiente de trabalho dinâmico. A combinação de guitarra e bateria é muito boa e se tornou um dos pontos altos e atrativos desta faixa. São destaques o fluxo brilhante da música, bem como a melodia trazendo uma sensação de paz de espírito, é como se você estivesse voando ao apreciar esta faixa, realmente! É uma música muito bem trabalhada e acessível a muitos ouvidos. A melhoria de Frank Bornemann quanto a qualidade vocal torna-a muito mais interessante para se desfrutar. Não dá para ficar entediado com essa MARAVILHA!

"Incarnation Of The Logos" (8:25) continua o nuance e o estilo "espacial" da faixa de abertura em mais uma vez, o trabalho de teclados - UMA DAS COISAS MAIS ESPETACULARES, EM SE TRATANDO DE SPACE ROCK DE TODO O UNIVERSO - que flui lindamente, seguido com a grande voz de Frank Bornemann. A principal atração desta faixa é provavelmente o interlúdio no meio da canção. Isso demonstra a grande combinação de solo de teclado e secção rítmica que inclui a guitarra e principalmente a bateria e o baixo de Klaus-Peter Matziol que é nitidamente superior ao antigo baixista e merece uma menção honrosa pelo trabalho aqui realizado.

"Decay of The Logos" (8:15) é uma trilha com maior unidade no vocal, o ritmo é, naturalmente, mais rápido do que quaisquer outras duas faixas que a precedem. A sua forma é mais enérgica. Mais uma vez destaque para o trabalho de baixo e teclado que forma uma dupla imbatível nesse disco, como se tivesse estabelecido um pacto de energia e beleza que iria perduras até os últimos segundos dessa pérola do Rock.

"Atlantis' Agony At June 5th - 8498, 13 PM" (15:35). Pela primeira vez a banda trabalha com uma faixa extremamente longa se baseando num tema polêmico e histórico apoiado numa longa narração inicial que percorre os por 8 minutos apoiados com um trabalho de teclado rítmico lento que me faz lembrar a longa introdução de "Shine on You Crazy Diamond". Em seguida um entorpecedor e caótico riff de baixo entra acompanhado da bateria (por sinal, deslumbrante), seguido da excelente voz de Frank. É o tipo de música para fechar os olhos, relaxar e deixar a melodia fluir em sua mente. 

Conclusão:

É uma obra-prima da música progressiva, que você não deve perder. Posso garantir que a música é acessível à maioria dos ouvidos. Tem uma composição com excelente organização, grande fluxo e maravilhosa nuance musical juntamente com melodia cativante em todas as canções que aparecem no álbum. O desempenho da banda é também excelente. Este álbum deve ser detida em qualquer coleção amante Prog. É UMA OBRIGATORIEDADE !!!!!!!!!!!!.


Tracks:
1. Poseidon's Creation (11:38)
2. Incarnation Of The Logos (8:25)
3. Decay Of The Logos (8:15)
4. Atlantis' Agony At June 5th - 8498, 13 p.m. Gregorian Earthtime (15:35)
Total Time: 43:53

Musicians:
- Frank Bornemann / guitars, vocals
- Klaus-Peter Matziol / basses, vocals
- Jürgen Rosenthal / drums, percussion, flute
- Detlev Schmidtchen / keyboards, mellotron, xylophone, voice
- The Boys Of Santiago / chorus (track 1)

Format: flac (image + cue) = 322 mb = Mega
Format: mp3 (320 kbs) = 147 mb = Mega

domingo, 22 de junho de 2014

Eloy - Dawn [1976] - Germany / Alemanha


Bem, com todo o potencial demonstrado em "Poder e Paixão", a banda se desintegrou porque eles consideravam o seu manager Jay Partridge bastante insuportável (não tenho mais detalhes sobre isso),  para não mencionar que alguns dos membros da banda não desejavam realizar um álbum conceitual. Mas desde que a EMI percebeu que o álbum estava vendendo bem o suficiente (30 mil cópias na Alemanha), deram a Frank Bornemann uma segunda chance e permitiu-lhe montar um novo ELOY. Novos membros foram incluídos Detlev Schmidtchen nos teclados e guitarra adicional, Klaus-Peter Matziol no baixo, e ex-baterista do SCORPIONS Jürgen Rosenthal (que apareceu em "Fly to the Rainbow", que foi produzido por Frank Bornemann, embora sem créditos).

Este é um dos mais fortes álbuns do Eloy, a produção é de uma grande qualidade, superando e muito a do álbum anterior. ELOY utilizou-se de técnicas fonográficas refinadas, adicionando cordas para muitos arranjos, como se pode notar na faixa de abertura "Awakening" que começa com o som de um trovão, e isso vai ocorrer em demasia durante o decorrer do disco. Isso mostra que eles melhoraram suas habilidades nas composições. O álbum é muito coeso e sinfônico. As influências Pink Floyd são menos evidentes, dando uma sensação mais fresca. As letras e vocais ainda sofrem na qualidade.

"Awakening", é um prelúdio lindo para começar o álbum, tem chuva, trovões, guitarras suaves e delicadas orquestrações de cordas, como já dito anteriormente.

"Between the Times" emendada na faixa anterior e dividida em três seções, possui um piano distante, mas é bem mais pesada, com  guitarra e ótimas partes percussivas. Uma voz feminina e quase eletrônica dialoga com a orquestra que retorna concluindo essa faixa complexa, mas muito gratificante.

"The Sun Song" possui os sintetizadores no lugar certo, criando uma atmosfera majestosa, esta canção se aproxima de pura magia sinfônica.

"The Dance in Doubt and Fear" - Um riff de baixo contínuo é "martelado" juntamente com o sintetizador "Spacey". Algumas frases permeiam essa magnífica composição.

"Lost!? (Introduction)" Esta evoca imagens de antigas tribos e rituais, com vocais estranhos e percussão. No entanto, um pouco de sintetizador é o destaque da peça. Mais barulhos de água e encantadoras cordas entrando como um segundo destaque.

"Lost? (The Decision)" A introdução é um tipo de rip-off da bem conhecida passagem de "O Fantasma da Ópera". Esta peça tende a ser um pouco repetitiva, com uma guitarra delicada e passagem de sintetizador interrompido por bateria e baixo, mas continua despontando como uma das melhores composições deste belo álbum.

"The Midnight Fight/The Victory of Mental Force" O baixo "salta" com Bornemann soltando frases rápidas e demonstrando seu sotaque alemão de difícil compreensão. Um grande riff de baixo, bateria veloz, e uma grande intervenção de sintetizador, durante o segmento vocal que se segue, cordas adicionam alguns toques sutis.

"Gliding into Light and Knowledge" abre com cantos de pássaros estranhos e uma camada acústica, dando lugar a uma linda guitarra. A segunda metade tem uma intrigante e ainda simplista guitarra paralela a grandes riffs de baixo, com vários sons em camadas mais arejados. Bornemann canta frases como "onde está o sol?", "Eu estou deslizando em luz e conhecimento e cruzando pastagens eternas", "vivemos aqui sofremos aqui", "para o futuro eterno". Linda !!!!!!!!!

"Le Reveil du Soleil/ The Dawn" fecha o álbum com uma introdução de baixo majestosa e alguns sintetizadores Spacey seguidos de sinos. Algumas frases soltas são ouvidas antes de uma passagem alongada com vozes e corais angelicais. O clima da canção é como o amanhecer de um novo dia. Gongos ressoam e algumas figuras de percussão métricas vibrantes antes de um sintetizador assumir o controle. O álbum termina com uma nota edificante majestosa com amanhecer se aproximando e o mundo estando novamente em paz. O álbum foi um trabalho importante, de tirar o fôlego, com muita inovação.

"Dawn" é uma conquista impressionante; conceitualmente magistral possuindo uma musicalidade das mais incríveis dos meados dos anos 70, quando o Prog-Rock florescia. O álbum se destaca como outro marco para Eloy, junto com "Ocean" e "Silent Cries And Mighty Echoes". Uma obra de beleza sinfônica  é um diamante cravejado de jóias da arca do tesouro de marca progressiva. BELÍSSIMO!!!!

Release / Label:
EMI ‎– 7243 5 35159 2 8, Harvest ‎– 7243 5 35159 2 8 - Germany, 2008

Tracks:
1. Awakening (2:39)
2. Between The Times (6:07)
- a. Between The Times
- b. Memory Flash
- c. Appearance of The Voice
- d. Return of The Voice
3. The Sun-Song (4:24)
4. The Dance in Doubt and Fear (4:28)
5. Lost!? (Introduction) (5:20)
6. Lost?? (The Decision) (5:01)
7. The Midnight Fight/The Victory of Mental Force (8:07)
8. Gliding into Light and Knowledge (4:16)
9. Le Réveil Du Soleil / The Dawn (6:48)
Total Time: 48:12

Musicians:
- Fank Bornemann / vocals, guitars 
- Klaus-Peter Matziol / basses, vocals 
- Detlev Schmidtchen / keyboards, mellotron, guitars, vocals 
- Jürgen Rosenthal / drums, percussion , voices 
- Symphonic Orchestra conducted by Wolfgang Maus

Format: mp3 (320 kbps) = 124 mb = Mega
Format: ape (image + cue) = 282 mb = part 1 / part 2 / part 3 / pass = makina

quinta-feira, 12 de junho de 2014

Eloy - The Power And The Passion [1975] [REMASTERED WITH BONUS TRACK] - Germany / Alemanha


"Power and the Passion" é um álbum conceitual do Eloy que surgiu no auge do domínio do Prog Rock em meados dos anos 70. O conceito é como de costume, altamente baseado na busca de uma resposta e viagem para uma terra mística ou o futuro, para encontrar as respostas, através de uma experiência alucinatória induzida por drogas.

A história começa com  "Introduction" que é um instrumental de órgão de catedral e flui para a proxima faixa "Journey into 1358". Começa suavemente e, em seguida, o ritmo acelera com frases de órgãos rápidas e Bornemann cantando sobre ritmo de baixo.

O próximo movimento deste conjunto de músicas é "Love over Six Centuries", com acústica e vocais suaves. A faixa tem 10 minutos e uma variedade de direções/estilos; uma linha de baixo se funde com um sintetizador solando. Um diálogo  surge com uma voz feminina: "Meu nome é Jamie e a minha história é estranha, que ainda não entendo completamente, meu pai é um cientista e ele está experimentando com o tempo corroendo as drogas". Em seguida, ele vai para o futuro, encontra-se Jeanne que começa a contar a sua história, sobre um homem que governa com mão de ferro e um casamento arranjado por seu pai. "Bem, eu vejo que nós dois temos os nossos problemas", observa Jamie. Em seguida, tomam alguns medicamentos juntos e Jeanne vê um pôr do sol com cores psicodélicas, e ela deixa de se preocupar. Realmente emula uma experiência com LSD e bastante evidente a esse respeito.

"Mutiny", outro longa trilha de 9 minutos, com camadas de sintetizadores. Baseia-se com a percussão de uma marcha e frases de órgãos maravilhosos ao longo de algumas melodias assombrosas. A música é poderosa, arrebatadora e emocional, agravado por quebras de guitarra. O ritmo muda em um tempo mais rápido - teclados impressionantes e uma guitarra estridente dominam tudo. Jamie promete proteger Jeanne sua amada, "contra as mãos de ferro que ela odiava. São apoiados por todos na cidade. Para lutar contra as leis, eles prometem defender o seu pai até o fim da luta.

"Imprisonment" é uma balada triste, onde Jamie grita de sua cela na prisão depois de ser presa. As letras são simples levando a história através das faixas mais elaboradas: - ser preso por nenhum crime, Deus, por favor me tire daqui, você é minha única esperança neste momento. Os guardas vêm para libertá-lo e ele  e começa...

..."Daylight". Agora, o protagonista é libertado de seus cativos o ritmo torna-se mais rápido novamente ea musicalidade mais brilhante, especialmente no trabalho de guitarra excepcional que intersecta solos junto ao órgão.

"Thoughts Of Home" começa com Clavinet e um vocal suave expressa que ele irá mergulhar em mágica para 

encontrar o caminho de casa. "The Zany Magician". A dramatização de um homem mágico desagradável maníaco: - Esqueça o que você já viu, você não vai sentir nada, você só tomará essa bebida, o seu coração vai bater, Vejo você por aí. 

Assim, o protagonista está sob o feitiço e passamos para "Back into the Present". Os sintetizadores representam a viagem de volta, em seguida um rock brilhante vem no clímax.

Sinos badalando iniciam a peça final do quebra-cabeça, "The Bells of Notre Dame" seguem-se sintetizadores em clima de sonho, suaves e tranquilos. Os vocais suave interpretam letras enigmáticas; "O mundo parece começar do lado de fora do meu corpo, eu não sei o que eu sinto, nestas quatro paredes sagradas, o toque dos sinos me lembram da minha viagem através do tempo.

Isso tudo soma-se numa verdadeira revelação de prog sinfônico, e mais uma vez a criação de um álbum que é uma obra-prima em 1975.

Release / Label:
EMI ‎– 7243 5 22760 2 8, 
Harvest ‎– 7243 5 22760 2 8 - Germany, 2000

Tracks:
1. Introduction (1:10)
2. Jouney Into 1358 (2:56)
3. Love Over Six Centuries (10:05)
4. Mutiny (9:07)
5. Imprisonment (3:12)
6. Daylight (2:38)
7. Thoughts Of Home (1:04)
8. The Zany Magician (2:38)
9. Back Into The Present (3:07)
10. The Bells Of Notre-Dame (6:26)
Bonus track:
11. The Bells Of Notre Dame (Remix 1999) (6:26)
Total Time: 48:49

Musicians:
- Frank Bornemann / vocals, guitar
- Luitjen Janssen / bass
- Fritz Randow / drums
- Detlef Schwaar / guitar
- Manfred Wieczorke / keyboards, mellotron
- Mary Davis-Smith / voice (3)

Format: mp3 (320 kbps) = 165 mb = Mega

quarta-feira, 11 de junho de 2014

Eloy - Floating [1974] [REMASTERED WITH BONUS TRACKS] - Germany / Alemanha


Em 18 meses decorridos desde a gravação de seu segundo álbum "Inside", o Eloy trocou de baixista - Stöcker foi substituído por Jansen - mas o som (núcleo central) ainda estava em evidência. "Floating", seu terceiro álbum gravado no início de 1974,  órgão e guitarra continuariam a competir pela atenção, mas agora a banda era mais refinada em todas as áreas: melhor tocada e cantada, arranjos sinfônicos de estilo mais desenvolvidos, as técnicas de gravação são mais polidas, mais glamour inevitavelmente menos primitivo!

Talvez seja significativo que "Floating" tenha sido gravado ao mesmo tempo que Bornemann produziu um álbum de Heavy Rock da banda Scorpions, "Fly To The Rainbow". Pode ser pura coincidência, mas Eloy também iria gravar material muito mais pesado do que no interior.

Três das cinco faixas de "Floating" podem ser melhor descritas como Heavy-Rock Prog, comparados ao contemporâneos DEEP PURPLE ou URIAH HEEP. Os requintes de produção também, enquanto transparentes e detalhados, a favor de uma "sensação" mais pesada e muitos dos riffs de guitarra e phrasings são estruturados em rock mais pesado.

Como antes, a banda toca principalmente na linha  guitarra/órgão/ baixo/ bateria, com algum trabalho de sintetizadores creditado em "Plastic Girl" como a única digressão. Desta vez a guitarra de Bornemann tem a vantagem de ser o instrumento principal, simultaneamente uma causa e efeito da direção mais pesada, com alguma seriedade bom trabalho de riff. Os solos ainda estão lá, é claro, mas agora um pouco mais seletivos e estruturados do que antes e com um tom arredondado encantador.

Tudo começa com o Psych-Funkadelic estelar "Floating". Assemelha-se a um enorme martelo esmagando um Hammond em chamas ao longo de uma linha de baixo vagando e pontuando percussivamente a batida. A guitarra de Bornemann "cantarola" infinitamente. Os vocais são altos e bombásticos na seção de abertura e, em seguida, mudam o tempo para um ritmo muito rápido antes de quebrar-se em uma batida de tambores. Um grande número de abertura para o disco.

A canção-chave deste álbum é "The Light From Deep Darkness", uma impressionante obra-prima de 14 ½ minutos de Space Rock. Ela tem de tudo: grandes acordes de órgão; brilhantes riff de guitarra/baixo; mudanças de "humor"/"ritmo", incluindo uma seção etérea de baixo; assumindo a liderança por um tempo; alguns riffs de rock pesado; e seu apogeu - um transe induzido com uma space-jam em êxtase completo, com efeitos estranhos de guitarra a la Syd Barrett e condução de riffs pulsante. Cinco minutos de pura felicidade, que pede para ser ouvido muito alto!

Outra canção de destaque é "Plastic Girl" que possui um riff delicado e suave com toms de órgãos que  'acelerados' que inundam os vocais de Bornemann. Ela também desliza em um groove hipnótico antes de terminar suavemente como começou. 

"Madhouse" é mais pro lado pesado da banda, especialmente com as frases de guitarra agressivas e altas cadências de energia. A distorção da guitarra é agradável e Bornemann está no seu melhor nos vocais;  "madhouse of desolation, the day seems bewitching, madhouse, night time nearing, madhouse, lights appearing, the day turning night into day, drifting slowly away with the music". O peso está bem acima da média para a banda que está mais para um ambiente sinfônico na maioria de seus álbuns. Eloy sabem balancear ritmos e eles fazem isso com maestria nesta faixa brilhante. Depois de mais um trabalho de guitarra há uma saída do tema principal e os tambores dominam com um solo de percussão rápido que está fora da escala. O solo de guitarras gêmeas que se segue é maravilhoso..

A palavra-chave para este álbum é claramente "pesado", mas isso não mascara as suas óbvias qualidades Prog Rock

Há três excelentes faixas ao vivo gravadas em setembro de 1973, para completar o álbum original na versão remasterizada. As canções incluem "Future City", "Castle in the Air" e "Flying high". Todas são ótimos exemplos ao vivo do Eloy. Há uma quantidade considerável de jam e guitarra pesada em "Future City", a versão de "Castle in the Air" é dinâmica e alimentada pela guitarra rápida, riffs semelhantes à versão de estúdio e, definitivamente, interpretadas brilhantemente e, finalmente,"Flying High" inclui Hammond, guitarras psych e forma livre esporádica de bateria. É ótimo ouvir mais de Eloy, no auge de seus poderes.

No geral, este é um dos melhores álbuns de 1974, em um ano forte para o prog. Cada faixa é convincente maravilhosa com virtuosa musicalidade e não há um momento de tédio. Uma obra-prima definitiva.

Release / Label:
Harvest ‎– 7243 5 22686 2 7, 
EMI Electrola ‎– 7243 5 22686 2 7 - German, 2000

Tracks:
1. Floating (3:59) 
2. The Light From Deep Darkness (14:37) 
3. Castle In The Air (7:13) 
4. Plastic Girl (9:05) 
5. Madhouse (5:16)
Bonus Tracks:
6. Future City
7. Castle in the air
8. Flying high
Total Time: 57:16

Musicians:
- Frank Bornemann / guitars, vocals 
- Luitjen Jansen / bass 
- Frtz Randow / drums 
- Manfred Wieczorke / organ, guitar

Format: flac (image) = 435 mb = Mega / pass = progsounds
Format: mp3 (320 kbps) = 247 mb = Mega / pass = progsounds

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