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sábado, 25 de julho de 2015

Eloy - Ocean 2 [1998] - Germany / Alemanha


Em retrospecto, tudo está claro. Enquanto "Tides Return Forever" foi um álbum do Eloy relativamente forte, Frank Bornemann sentiu a necessidade de realizar um disco que fosse um estrondo. Então seria necessário anexar o som do Eloy moderno às suas glórias passadas, e que melhor escolha para referência, do que o clássico "Ocean"?.

O álbum é muito mais moderno do que do vintage=. Se houver qualquer referência a triunfos musicais últimos seria sobre "Planets", que é muito bom de qualquer maneira. É provavelmente o mais dinâmico e variado dos últimos esforços do Eloy, com canções de diferentes comprimentos, atmosferas de sonho, incursões metálicas, e espaçadas viagens às vezes tudo na mesma faixa.

"Between Future and Past" é um instrumental de abertura muito Floydiano que conduz habilmente para "Ro setau" certamente um dos destaques como os vocais de Frank são habilmente tratados e o acúmulo de coral é maravilhoso. "Paralyzed Civilization" e "Awakening of Consciousness" são versões energizadas de algum material menor da banda nos anos 90. Outra melhoria é que as canções possuem as seções do meio mais maduras e com estilo excêntrico com sons de sintetizador realmente doces e novamente uma performance vocal adequadamente subavaliadas de Bornemann.

Dos dois épicos, "Reflections from Spheres Beyond" é a melhor uma vez que explora uma série de temas com equilíbrio e contenção, um dos quais é uma melodia recorrente de "Paralyzed Civilization", em um estilo mais sinistro, e outro um vocoder com seção de led. "The Answer", tem seus momentos, mas é um pouco bombástica e excessivamente longa. As duas canções suaves mais curtas "Serenity" e "Waves of Intuition"  ambas têm uma beleza sobrenatural e apresentam fino requinte de guitarra elétrica e uma excepcional camada de teclados. Superior de fato a alguns trabalhos dos anos 70, especialmente faixas mais fracas em "Silent Cries ...."

Claramente uma grande realização digno de adição à coleção uma coleção de Prog Rock. Altamente recomendado para os fãs de Prog e fãs alemães de Neo e Prog Rock Sinfónico. Eu estou feliz que terminou sua longa história com um álbum tão maravilhoso.


Tracks:
1. Between Future and Past (2:43) 
2. Ro Setau (7:09)
3. Paralysed Civilization (9:28)
4. Serenity (3:09)
5. Awakening of Consciousness (6:03)
6. Reflections from the Spheres Beyond (12:59)
7. Waves of Intuition (4:56)
8. The Answer (11:19)
Time: 57:46

Musicians:
- Bodo Schopf / drums & percussion
- Frank Bornemann / vocals, guitars
- Klaus-Peter Matziol / bass
- Michael Gerlach / keyboards, vocoder
+
Special guests:
- Steve Mann / slide guitar on track 8
- Susanne Schätzle / backing vocals
- Tina Lux / backing vocals
- Hannes Folberth / MiniMoog on track 2
- Volker Kuinke / Recorder (flute) on track 3,7 and 8
- Peter Beckett and Tom Jackson / choir on track 8
- Daniela Wöhler, Frederike Stübner and Susanne Moldenhauer / soprano voices on track 8 Prague Philharmonic Choir on track 8

Format: flac (image) = 390 mb
Format: mp3 (320 kbps) = 100 mb

Eloy - Ocean 2 [1998] - Germany / Alemanha


Em retrospecto, tudo está claro. Enquanto "Tides Return Forever" foi um álbum do Eloy relativamente forte, Frank Bornemann sentiu a necessidade de realizar um disco que fosse um estrondo. Então seria necessário anexar o som do Eloy moderno às suas glórias passadas, e que melhor escolha para referência, do que o clássico "Ocean"?.

O álbum é muito mais moderno do que do vintage=. Se houver qualquer referência a triunfos musicais últimos seria sobre "Planets", que é muito bom de qualquer maneira. É provavelmente o mais dinâmico e variado dos últimos esforços do Eloy, com canções de diferentes comprimentos, atmosferas de sonho, incursões metálicas, e espaçadas viagens às vezes tudo na mesma faixa.

"Between Future and Past" é um instrumental de abertura muito Floydiano que conduz habilmente para "Ro setau" certamente um dos destaques como os vocais de Frank são habilmente tratados e o acúmulo de coral é maravilhoso. "Paralyzed Civilization" e "Awakening of Consciousness" são versões energizadas de algum material menor da banda nos anos 90. Outra melhoria é que as canções possuem as seções do meio mais maduras e com estilo excêntrico com sons de sintetizador realmente doces e novamente uma performance vocal adequadamente subavaliadas de Bornemann.

Dos dois épicos, "Reflections from Spheres Beyond" é a melhor uma vez que explora uma série de temas com equilíbrio e contenção, um dos quais é uma melodia recorrente de "Paralyzed Civilization", em um estilo mais sinistro, e outro um vocoder com seção de led. "The Answer", tem seus momentos, mas é um pouco bombástica e excessivamente longa. As duas canções suaves mais curtas "Serenity" e "Waves of Intuition"  ambas têm uma beleza sobrenatural e apresentam fino requinte de guitarra elétrica e uma excepcional camada de teclados. Superior de fato a alguns trabalhos dos anos 70, especialmente faixas mais fracas em "Silent Cries ...."

Claramente uma grande realização digno de adição à coleção uma coleção de Prog Rock. Altamente recomendado para os fãs de Prog e fãs alemães de Neo e Prog Rock Sinfónico. Eu estou feliz que terminou sua longa história com um álbum tão maravilhoso.


Tracks:
1. Between Future and Past (2:43) 
2. Ro Setau (7:09)
3. Paralysed Civilization (9:28)
4. Serenity (3:09)
5. Awakening of Consciousness (6:03)
6. Reflections from the Spheres Beyond (12:59)
7. Waves of Intuition (4:56)
8. The Answer (11:19)
Time: 57:46

Musicians:
- Bodo Schopf / drums & percussion
- Frank Bornemann / vocals, guitars
- Klaus-Peter Matziol / bass
- Michael Gerlach / keyboards, vocoder
+
Special guests:
- Steve Mann / slide guitar on track 8
- Susanne Schätzle / backing vocals
- Tina Lux / backing vocals
- Hannes Folberth / MiniMoog on track 2
- Volker Kuinke / Recorder (flute) on track 3,7 and 8
- Peter Beckett and Tom Jackson / choir on track 8
- Daniela Wöhler, Frederike Stübner and Susanne Moldenhauer / soprano voices on track 8 Prague Philharmonic Choir on track 8

Format: flac (image) = 390 mb
Format: mp3 (320 kbps) = 100 mb

quinta-feira, 16 de julho de 2015

Eloy - Discography (37 CDS: 1971 - 2011) [2011] - Germany / Alemanha


Discografia completa, incluindo as edições remasterizadas com faixas bônus do Eloy até 2011, em formato flac (lossless) sem perdas. Recomendado aos fãs da banda ou para aqueles que estão começando a conhecer o trabalho desses alemães.

Format: flac (image) = 2.13 gb = Torrent

Eloy - Discography (37 CDS: 1971 - 2011) [2011] - Germany / Alemanha


Discografia completa, incluindo as edições remasterizadas com faixas bônus do Eloy até 2011, em formato flac (lossless) sem perdas. Recomendado aos fãs da banda ou para aqueles que estão começando a conhecer o trabalho desses alemães.

Format: flac (image) = 2.13 gb = Torrent

sábado, 20 de junho de 2015

Eloy - Reincarnation On Stage [2014] - Germany / Alemanha



"Reincarnation on Stage", lançado 17 de janeiro de 2014, é uma verdadeira declaração de amor à música feita pela banda e principalmente por parte de Frank Bornemann que incansavelmente procurou chegar o mais próximo ao possível dos álbuns de estúdio para garantir a fidelidade dos originais, portanto em uma declaração que fez no site oficial da banda, ele nos faz entender o porquê de ter duas guitarras e dois teclados, bem como trazer alguns vocais adicionais que fizeram parte de álbuns anteriores.

Frank como sempre, esteve muito bem acompanhado nas inúmeras formações que a banda teve e agora manteve ao seu lado a formação do último álbum de estúdio, “Visionary” de 2009, figuras mais que conhecidas e que já estiveram ao seu lado há tempos atrás como Michael Gerlach e Hannes Folberth a frente dos teclados; Klaus-Peter Matziol no comando do baixo e Bodo Schopf responsável pela bateria e percussão.

Ele trouxe também convidados para complementar o grupo, os músicos, Steve Mann na guitarra, Alexandra Seubert e Tina Lux nos vocais e Anke Renner para os backing vocals.

Com o time montado, vamos ao show onde às músicas elencadas fazem parte da longa história da banda, todas grandes clássicos do Rock Progressivo e neste caso, extraídas a partir do álbum “Power and the Passion”, passando por ”Dawn”; “Ocean”; “Colours”; “Planets”; “Time to Turm”; “Metromania”; “The Tides Return Forever”; “Ocean 2” e por último, o álbum “Visionary” que ao que parece deu um fôlego extra à banda, permitindo que pudessem chegar tão longe.

Aliado a este álbum, que oficialmente é o segundo gravado “Ao vivo” da banda, foi lançado anteriormente um DVD intitulado, “Live Impressions” com os shows de Mainz de 2012 e Loreley de 2011, fruto de um projeto para documentar a história e os feitos da banda.

Resenha por:


Tracks:
CD1: (76:44)
1. Namaste (2:49)
2. Child Migration (5:26)
3. Paralized Civilization (7:56)
4. Mysterious Monolith (6:40)
5. Age of Insanity (7:12)
6. The Apocalypse (11:09)
7. Silhouette (3:58)
8. Poseidon's Creation (11:24)
9. Time to Turn (4:20)
10. The Sun-Song (5:11)
11. Horizons (4:09)
12. Illuminations (6:30)

CD2: (60:42)
1. Follow the Light (8:00)
2. Awakening of Consciousness (5:55)
3. The Tides Return Forever (7:03)
4. Ro Setau (7:02)
5. Mystery (8:58)
6. Decay of Logos (8:20)
7. Atlantis' Agony at June 5th 8498, 13 P.M. Gregorian Earthtime (7:55)
8. The Bells of Notre Dame (5:49)
9. Thoughts (1:40)
Time: 137:26

Musicians:
- Frank Bornemann / lead vocals, guitar
- Michael Gerlach / keyboards
- Hannes Folberth / keyboards
- Klaus-Peter Matziol / bass
- Bodo Schopf / drums, percussion
+
- Steve Mann / guitar
- Alexandra Seubert / vocals
- Tina Lux / backing vocals
- Anke Renner / backing vocals


Format: WavPack (*.wv) iso.wv = 2.05 Gb = Torrent
Format: flac (image + cue) = 2 gb = Mega
Format: mp3 (320 kbps) = 176 mb = disc 1 = Mega / pass = makina
Format: mp3 (320 kbps) = 180 mb = disc 2 = Mega / pass = makina

Eloy - Reincarnation On Stage [2014] - Germany / Alemanha

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Eloy - Discography - 1971-2009 [2009] - Germany / Alemanha



Para quem não tem ou até mesmo para quem tem os cds e vinis e quer os arquivos em formato mp3, codificados em 320 kbps, de  todos os álbuns dessa maravilhosa banda alemã. Enjoy it !!!!

Studio Albums:
 Originals Albums:
     1971 - Eloy [40:38]
     1973 - Inside [38:11]
     1974 - Floating [40:27]
     1975 - Power And The Passion [42:46]
     1976 - Dawn [47:51]
     1977 - Ocean [44:11]
     1979 - Silent Cries And Mighty Echoes [43:41]
     1980 - Colours [39:44]
     1981 - Planets [42:11]
     1982 - Time to Turn [42:23]
     1983 - Performance [39:30]
     1984 - Metromania [40:32]
     1985 - Codename Wildgeese [37:00]
     1988 - Ra [42:28]
     1992 - Destination [53:37]
     1994 - The Tides Return Forever [47:22]
     1998 - Ocean 2: The Answer [57:51]
     2009 - Visionary [42:10]

 Remastered Albums:
     1971 - Eloy (1997 Second Battle 2 CD Edition) [1:10:29]
     1971 - Eloy (2008 Remastered with bonus tracks) [50:46]
     1973 - Inside (2000 Remaster) [44:24]
     1974 - Floating (2000 Remaster) [57:11]
     1975 - Power And The Passion (2000 Remaster) [49:09]
     1976 - Dawn (2004 Remaster) [47:50]
     1977 - Ocean (2004 Remaster) [44:08]
     1979 - Silent Cries And Mighty Echoes (2005 Remaster) [51:11]
     1980 - Colours (2005 Remaster) [47:28]
     1981 - Planets (2005 Remaster) [46:21]
     1982 - Time To Turn (2005 Remaster) [42:14]
     1983 - Performance (2005 Remaster) [55:12]
     1984 - Metromania - (2005 Remaster) [40:27]
     1994 - The Tides Return Forever (2011 Remastered with bonus track) [54:11]

Live Albums:
     1978 - Live (Vinyl LP) [1:18:15]
     1978 - Live (2004 Remaster) [1:18:38]

Boxset & Compilations:
     1991 - Rarities [45:41]
     1993 - Chronicles 1 [1:07:53]
     1994 - Chronicles II [1:01:16]
     1994 - The Best of Eloy Vol. 1 (The Early Days 1972-1975) [1:05:16]
     1996 - The Best of Eloy Vol. 2 (The Prime 1976-1979) [54:14]
     2003 - Timeless Passages [2:29:01]

Singles, EPs, Fan Club & Promo:
     1983 - Live at the BBC (Friday Rock Show, 1983-05-08) [16:40]
     1995 - Childhood Memories [8:39]

Format: mp3 (320 kbps) = 6.74 gb = Torrent

Eloy - Discography - 1971-2009 [2009] - Germany / Alemanha

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Eloy - Time to Turn [1982] [REMASTERED WITH BONUS TRACKS] - Germany / Alemanha

"

Um EXCELENTE álbum de Space Rock, (já viram que gosto pouco né? rss) Não é do mesmo nível de "Planets" por exemplo, devido às suas características bem mais comerciais, mas uma coisa é certa, temos aqui um álbum extremamente agradável, com excelentes composições. A música é relativamente simples, com teclados poderosos e clavinets executando melodias cativantes. 

"Through A Somber Galaxy" é realmente uma grande abertura para o disco com um clima edificante e melodia cativante. Ela começa com sons ambientes produzidos a partir dos teclados que projetam uma viagem especial infinita. O ritmo completo da trilha se inicia quando a linha de baixo entra marcando o compasso durante todo o tempo. O solo de guitarra é impressionante. Esta canção é uma obra-prima, pois tem uma harmonia poderosa e um belo arranjo.Uma ótima trilha para se começar o dia!

"Behind The Walls Of Imagination" inicia com uma linha do canto melódico com toques de teclado e guitarra. A voz de Frank Bornemann é única e poderosa, soa como uma voz distanciada. Clavinets são usados ​​para acentuar a seção rítmica com alguns os demais teclados ao fundo. Os teclados ainda oferecem uma nuance "Spacey" para a canção aumentados com clavinet e sons de guitarra graves e sólidos.  A guitarra solo realizada aos 4:20 minutos enriquece as texturas da música.

"Time To Turn" é a faixa comercial do disco e distoa de quase tudo que a banda já fez antes. Tem uma batida forte e linhas de baixo marcantes seguidas de cânticos num estilo mais Pop e uma guitarra bem discreta. É difícil acreditar que esta canção é categorizada como Prog Rock tendo a estrutura muito simples e direta. Devido à sua simplicidade e franqueza, você pode se sentir um pouco entendiado de ouvi-la... Mas ainda há muito do ELOY aqui.

"Magic Mirrors" começa com uma clavinet acompanhado de linhas de baixo sólidas e fortes num ritmo lento/médio. O teclado entra para dar o "caminho" onde o vocal trilhará. É uma música agradável, mas no geral não se destaca como uma obra-prima. O solo de teclado no meio da música é agradável e simples.

Agora sim, trataremos de uma OBRA PRIMA!. "End Of An Odyssey" é uma trilha relativamente longa como seus 09:25 minutos. Abre com o teclado sustentando o estilo "Spacey". Após um longo solo de teclado a música se transforma em uma passagem mais tranquila acentuada pelo som do teclado cativante que traz bateria consigo. O vocal junta-se a trilha em aproximadamente executando uma bela melodia. É bom notar aqui que a música nesta parte é relativamente simples só mudando na parte final onde clavinet e o teclado encerram magistralmente. Simplesmente uma viagem!

"The Flash" tem uma abertura ambiente e atmosférica com linhas de baixo dinâmicas. Em comparação com outras faixas, provavelmente, esta faixa tem alguns elementos de complexidade musical. Esta música foi muito bem composta.

"Say, Is It Really True" possui em sua introdução violões, que aparecem de forma bem suave e não se parece com nada feito pela banda até então. Um teclado bem "Spacey" preenche o ritmo unindo a sua voz de Bornemann em ótima combinação. Após algum tempo a música se transforma em um ritmo um pouco mais rápido. E encerrasse mais um disco dessa nova fase dos alemães, e com certeza esse disco possui muitos elementos e nuances que o farão sempre querer ouvi-lo mais uma vez.

Nesse disco o ELOY conclui a segunda (e última parte) de sua grande obra conceitual que começou em "Planets". A ficção científica é um gênero muito bom para renovar seu (memorável) som. Este é um pouco menos elaborado do que o anterior, mas tem certamente toda a sua verve, sua criatividade e poder. É uma viagem para mundos distantes, através de galáxias obscuras e espectrais, onde as forças do mal e frias  prevalecem sobre todas as coisas. 

Detalhe: nesse disco temos a volta de Fritz Randow que atuou em 1973 e 1975, gravando "Inside", "Floating" e "Power And The Passion" e permanecendo até o ano de 1984.


Tracks:
1. Through a Somber Galaxy (6:00)
2. Behind the Walls of Imagination (6:25)
3. Time to Turn (4:32)
4. Magic Mirrors (5:25)
5. End of an Odyssey (9:25)
6. The Flash (5:34)
7. Say, Is It Really True (4:45)
Time: 42:06

Musicians:
- Hannes Arkona / guitars, keyboards, percussion
- Frank Bornemann / vocals, guitars
- Hannes Folberth / keyboards
- Klaus-Peter Matziol / bass, pedals
- Fritz Randow / drums
- Amy, Anna & Sabine / vocals (3)

Format: flac (tracks + cue) = 400 mb = Mega
Format: mp3 (320 kbps) = 113 mb = Mega / Yandex / pass = progfriends

Eloy - Time to Turn [1982] [REMASTERED WITH BONUS TRACKS] - Germany / Alemanha

"

Um EXCELENTE álbum de Space Rock, (já viram que gosto pouco né? rss) Não é do mesmo nível de "Planets" por exemplo, devido às suas características bem mais comerciais, mas uma coisa é certa, temos aqui um álbum extremamente agradável, com excelentes composições. A música é relativamente simples, com teclados poderosos e clavinets executando melodias cativantes. 

"Through A Somber Galaxy" é realmente uma grande abertura para o disco com um clima edificante e melodia cativante. Ela começa com sons ambientes produzidos a partir dos teclados que projetam uma viagem especial infinita. O ritmo completo da trilha se inicia quando a linha de baixo entra marcando o compasso durante todo o tempo. O solo de guitarra é impressionante. Esta canção é uma obra-prima, pois tem uma harmonia poderosa e um belo arranjo.Uma ótima trilha para se começar o dia!

"Behind The Walls Of Imagination" inicia com uma linha do canto melódico com toques de teclado e guitarra. A voz de Frank Bornemann é única e poderosa, soa como uma voz distanciada. Clavinets são usados ​​para acentuar a seção rítmica com alguns os demais teclados ao fundo. Os teclados ainda oferecem uma nuance "Spacey" para a canção aumentados com clavinet e sons de guitarra graves e sólidos.  A guitarra solo realizada aos 4:20 minutos enriquece as texturas da música.

"Time To Turn" é a faixa comercial do disco e distoa de quase tudo que a banda já fez antes. Tem uma batida forte e linhas de baixo marcantes seguidas de cânticos num estilo mais Pop e uma guitarra bem discreta. É difícil acreditar que esta canção é categorizada como Prog Rock tendo a estrutura muito simples e direta. Devido à sua simplicidade e franqueza, você pode se sentir um pouco entendiado de ouvi-la... Mas ainda há muito do ELOY aqui.

"Magic Mirrors" começa com uma clavinet acompanhado de linhas de baixo sólidas e fortes num ritmo lento/médio. O teclado entra para dar o "caminho" onde o vocal trilhará. É uma música agradável, mas no geral não se destaca como uma obra-prima. O solo de teclado no meio da música é agradável e simples.

Agora sim, trataremos de uma OBRA PRIMA!. "End Of An Odyssey" é uma trilha relativamente longa como seus 09:25 minutos. Abre com o teclado sustentando o estilo "Spacey". Após um longo solo de teclado a música se transforma em uma passagem mais tranquila acentuada pelo som do teclado cativante que traz bateria consigo. O vocal junta-se a trilha em aproximadamente executando uma bela melodia. É bom notar aqui que a música nesta parte é relativamente simples só mudando na parte final onde clavinet e o teclado encerram magistralmente. Simplesmente uma viagem!

"The Flash" tem uma abertura ambiente e atmosférica com linhas de baixo dinâmicas. Em comparação com outras faixas, provavelmente, esta faixa tem alguns elementos de complexidade musical. Esta música foi muito bem composta.

"Say, Is It Really True" possui em sua introdução violões, que aparecem de forma bem suave e não se parece com nada feito pela banda até então. Um teclado bem "Spacey" preenche o ritmo unindo a sua voz de Bornemann em ótima combinação. Após algum tempo a música se transforma em um ritmo um pouco mais rápido. E encerrasse mais um disco dessa nova fase dos alemães, e com certeza esse disco possui muitos elementos e nuances que o farão sempre querer ouvi-lo mais uma vez.

Nesse disco o ELOY conclui a segunda (e última parte) de sua grande obra conceitual que começou em "Planets". A ficção científica é um gênero muito bom para renovar seu (memorável) som. Este é um pouco menos elaborado do que o anterior, mas tem certamente toda a sua verve, sua criatividade e poder. É uma viagem para mundos distantes, através de galáxias obscuras e espectrais, onde as forças do mal e frias  prevalecem sobre todas as coisas. 

Detalhe: nesse disco temos a volta de Fritz Randow que atuou em 1973 e 1975, gravando "Inside", "Floating" e "Power And The Passion" e permanecendo até o ano de 1984.


Tracks:
1. Through a Somber Galaxy (6:00)
2. Behind the Walls of Imagination (6:25)
3. Time to Turn (4:32)
4. Magic Mirrors (5:25)
5. End of an Odyssey (9:25)
6. The Flash (5:34)
7. Say, Is It Really True (4:45)
Time: 42:06

Musicians:
- Hannes Arkona / guitars, keyboards, percussion
- Frank Bornemann / vocals, guitars
- Hannes Folberth / keyboards
- Klaus-Peter Matziol / bass, pedals
- Fritz Randow / drums
- Amy, Anna & Sabine / vocals (3)

Format: flac (tracks + cue) = 400 mb = Mega
Format: mp3 (320 kbps) = 113 mb = Mega / Yandex / pass = progfriends

sábado, 23 de agosto de 2014

Eloy - Planets [REMASTERED WITH BONUS TRACK] [1981] - Germany / Alemanha


"... Um brilho incrível que brilha através do céu me atrai fortemente como um santuário obscuro ..." (Frank Bornemann)

No momento em que este álbum foi lançado, o Punk e bandas New Wave como THE HUMAN LEAGUE, Robert Palmer, B 52'S, DURAN DURAN e outras de estilo mais "oitentista" dominavam as estações de rádio. No mesmo período, o GENESIS lançou "Abacab", e talvez tenha sido a única banda de Prog Rock lendária a lançar um bom álbum de estúdio. O estilo estava praticamente morto e fora do circuito mainstream.

Com "Planets" ELOY definitivamente ou (parcialmente) encontrou uma nova direção. A primeira parte de um trabalho duplo álbum conceitual baseado em uma história de ficção científica por Frank Bornemann sobre a eterna batalha do bem e do mal em um planeta chamado" Salta", instalado no sistema solar de Hel, o maior sistema solar do universo. O seguinte "Time to Turn" (compõe a segunda e última parte deste conceito de ficção científica).

O Som célebre e costumeiro da banda ficou mais refinado, não mudou. Os anos oitenta não parecem ter contaminado a essência do ELOY. Nesse disco suas composições ficaram especialmente cheias de intervenções e acompanhamentos orquestrados o que gerou um Rock Progressivo Sinfônico Espacial, pouco explorado por muitos grupos.

"Introduction" fornece uma abertura que dá o tom para o álbum. Uma atmosfera de sonho e de viagem nos confins do universo, entre uma estrela e outra, com chuvas de meteoros ocasionais.

A segunda trilha (apaixonante por sinal) "On The Verge Of Darkening Lights", é uma música edificante que começa lindamente num Space Rock de altíssimo astral. Os teclados dominam a música. A qualidade vocal é muito boa e potente. Perfeita! O solo de teclado depois de dois versos de passagem é simples, mas é muito agradável e potencializa-se com o baixo e a marcação da bateria. A música geral é realizada num estilo enérgico.

A próxima faixa, "Point Of No Return", continua com uma transição de teclados de estilo excêntrico e entra em um ritmo mais lento. A beleza desta trilha encontra-se no som do teclado na parte de background que alterna com a linha de voz. É uma ótima composição e tem uma excelente melodia. A guitarra só é utilizada para acentuar a música. O baixo desempenha um papel importante aqui marcando o ritmo "semi-marcial". A Composição geral desta faixa pode ser considerada como um Symphonic-Space-Rock.

"Mysterious Monolith" começa com uma boa combinação entre guitarra dedilhada e os teclados extremamente suaves, acompanhados por um um poderoso vocal nesta parte mais tranquila. A música flui em um ritmo lento, com bom trabalho de guitarra e o baixo que se torna mais um destaque aqui. Em sua segunda parte o ritmo contagiante e mais agitado e a "exploração" de teclado no meio da pista é simples e melódico. Mais uma peça de Space Rock sensacional onde as variações de ritmo e pequenas nuances de teclados surpreendem o tempo todo.

"Queen Of The Night" é uma canção com uma abertura muito melódica, com um suporte de orquestração sinfônica. Os movimentos crescem com backing vocals femininos. Soa um pouco Pop, mas é muito boa e agradável. A orquestração ajuda muito no fortalecimento da composição, em geral, lembrando uma espécie de ELETRIC LIGHT ORCHESTRA, mas com um humor Spacey.  Além da orquestra simples, a qualidade vocal é adorável.

"At The Gates Of Dawn" é uma faixa instrumental com um piano suave, base de teclado e guitarra realizados em uma forma bem "madura". A melodia é realizada através do som do teclado ao fundo. Ele dá uma nuance espacial da canção. Uma orquestração é adicionada no meio da trilha, trazendo nuances utilizadas em "Dawn". No geral, esta faixa fornece uma excelente pausa para o álbum como um todo.

"Sphinx" é uma música em ritmo médio, bem melódica, usando o teclado como o principal pilar da estrutura. Mais uma vez, a banda apresenta um belíssima passagem no meio da trilha, onde ela se transforma em uma peça mais tranquila com vocal acompanhado pelos teclados. Há um solo de bateria simples que se encaixa em toda a estrutura da canção. Excelente! Maravilhosa! Talvez a melhor faixa do disco.

"Carried By Cosmic Winds" é uma canção muito bonita abrindo com um teclado melódico após sopros de um vento sideral. A qualidade vocal é muito boa. Quando a música entra com todos os instrumentos, o som de órgão serve como melodia principal e os solos de teclados acompanham em apoio vozes femininas. Os teclados emulam violoncelos e violinos proporcionando um sabor orquestração para a música. Excelente!

No geral, é um disco altamente recomendado. Apesar da sua composição relativamente simples, o álbum compreende excelentes faixas que formam uma música coesa como um todo. A banda juntamente com a gravadora EMI nos deliciaram com uma excelente reedição remasterizada com uma faixa bônus  gravada ao vivo. 

INDISPENSÁVEL!


Tracks:
1. Introduction (1:58)
2. On The Verge Of Darkening Lights (5:37)
3. Point Of No Return (5:45)
4. Mysterious Monolith (7:40)
5. Queen Of The Night (5:22)
6. At The Gates Of Dawn (4:17)
7. Sphinx (6:50)
8. Carried By Cosmic Winds (4:32)
Bonus Track:
9. On The Verge Of Darkening Lights (live 1983) (4:09)
Total Time: 46:10

Musicians:
- Hannes Arkona / guitars, keyboards
- Frank Bornemann / vocals, guitars
- Hannes Folberth / keyboards
- Klaus-Peter Matziol / basses, vocals
- Jim McGillivray / drums, percussion

Release/Label: Harvest ‎– 7243 5 6 3776 2 2 - Europe, 2005

Format: flac (image + cue) = 355 mb = part 1 / part 2 / part 3 / pass = makina
Format: flac (image + cue) = 496 mb = Mega
Format: mp3 (320 kbps) = 179 mb = Mega

Eloy - Planets [REMASTERED WITH BONUS TRACK] [1981] - Germany / Alemanha


"... Um brilho incrível que brilha através do céu me atrai fortemente como um santuário obscuro ..." (Frank Bornemann)

No momento em que este álbum foi lançado, o Punk e bandas New Wave como THE HUMAN LEAGUE, Robert Palmer, B 52'S, DURAN DURAN e outras de estilo mais "oitentista" dominavam as estações de rádio. No mesmo período, o GENESIS lançou "Abacab", e talvez tenha sido a única banda de Prog Rock lendária a lançar um bom álbum de estúdio. O estilo estava praticamente morto e fora do circuito mainstream.

Com "Planets" ELOY definitivamente ou (parcialmente) encontrou uma nova direção. A primeira parte de um trabalho duplo álbum conceitual baseado em uma história de ficção científica por Frank Bornemann sobre a eterna batalha do bem e do mal em um planeta chamado" Salta", instalado no sistema solar de Hel, o maior sistema solar do universo. O seguinte "Time to Turn" (compõe a segunda e última parte deste conceito de ficção científica).

O Som célebre e costumeiro da banda ficou mais refinado, não mudou. Os anos oitenta não parecem ter contaminado a essência do ELOY. Nesse disco suas composições ficaram especialmente cheias de intervenções e acompanhamentos orquestrados o que gerou um Rock Progressivo Sinfônico Espacial, pouco explorado por muitos grupos.

"Introduction" fornece uma abertura que dá o tom para o álbum. Uma atmosfera de sonho e de viagem nos confins do universo, entre uma estrela e outra, com chuvas de meteoros ocasionais.

A segunda trilha (apaixonante por sinal) "On The Verge Of Darkening Lights", é uma música edificante que começa lindamente num Space Rock de altíssimo astral. Os teclados dominam a música. A qualidade vocal é muito boa e potente. Perfeita! O solo de teclado depois de dois versos de passagem é simples, mas é muito agradável e potencializa-se com o baixo e a marcação da bateria. A música geral é realizada num estilo enérgico.

A próxima faixa, "Point Of No Return", continua com uma transição de teclados de estilo excêntrico e entra em um ritmo mais lento. A beleza desta trilha encontra-se no som do teclado na parte de background que alterna com a linha de voz. É uma ótima composição e tem uma excelente melodia. A guitarra só é utilizada para acentuar a música. O baixo desempenha um papel importante aqui marcando o ritmo "semi-marcial". A Composição geral desta faixa pode ser considerada como um Symphonic-Space-Rock.

"Mysterious Monolith" começa com uma boa combinação entre guitarra dedilhada e os teclados extremamente suaves, acompanhados por um um poderoso vocal nesta parte mais tranquila. A música flui em um ritmo lento, com bom trabalho de guitarra e o baixo que se torna mais um destaque aqui. Em sua segunda parte o ritmo contagiante e mais agitado e a "exploração" de teclado no meio da pista é simples e melódico. Mais uma peça de Space Rock sensacional onde as variações de ritmo e pequenas nuances de teclados surpreendem o tempo todo.

"Queen Of The Night" é uma canção com uma abertura muito melódica, com um suporte de orquestração sinfônica. Os movimentos crescem com backing vocals femininos. Soa um pouco Pop, mas é muito boa e agradável. A orquestração ajuda muito no fortalecimento da composição, em geral, lembrando uma espécie de ELETRIC LIGHT ORCHESTRA, mas com um humor Spacey.  Além da orquestra simples, a qualidade vocal é adorável.

"At The Gates Of Dawn" é uma faixa instrumental com um piano suave, base de teclado e guitarra realizados em uma forma bem "madura". A melodia é realizada através do som do teclado ao fundo. Ele dá uma nuance espacial da canção. Uma orquestração é adicionada no meio da trilha, trazendo nuances utilizadas em "Dawn". No geral, esta faixa fornece uma excelente pausa para o álbum como um todo.

"Sphinx" é uma música em ritmo médio, bem melódica, usando o teclado como o principal pilar da estrutura. Mais uma vez, a banda apresenta um belíssima passagem no meio da trilha, onde ela se transforma em uma peça mais tranquila com vocal acompanhado pelos teclados. Há um solo de bateria simples que se encaixa em toda a estrutura da canção. Excelente! Maravilhosa! Talvez a melhor faixa do disco.

"Carried By Cosmic Winds" é uma canção muito bonita abrindo com um teclado melódico após sopros de um vento sideral. A qualidade vocal é muito boa. Quando a música entra com todos os instrumentos, o som de órgão serve como melodia principal e os solos de teclados acompanham em apoio vozes femininas. Os teclados emulam violoncelos e violinos proporcionando um sabor orquestração para a música. Excelente!

No geral, é um disco altamente recomendado. Apesar da sua composição relativamente simples, o álbum compreende excelentes faixas que formam uma música coesa como um todo. A banda juntamente com a gravadora EMI nos deliciaram com uma excelente reedição remasterizada com uma faixa bônus  gravada ao vivo. 

INDISPENSÁVEL!


Tracks:
1. Introduction (1:58)
2. On The Verge Of Darkening Lights (5:37)
3. Point Of No Return (5:45)
4. Mysterious Monolith (7:40)
5. Queen Of The Night (5:22)
6. At The Gates Of Dawn (4:17)
7. Sphinx (6:50)
8. Carried By Cosmic Winds (4:32)
Bonus Track:
9. On The Verge Of Darkening Lights (live 1983) (4:09)
Total Time: 46:10

Musicians:
- Hannes Arkona / guitars, keyboards
- Frank Bornemann / vocals, guitars
- Hannes Folberth / keyboards
- Klaus-Peter Matziol / basses, vocals
- Jim McGillivray / drums, percussion

Release/Label: Harvest ‎– 7243 5 6 3776 2 2 - Europe, 2005

Format: flac (image + cue) = 355 mb = part 1 / part 2 / part 3 / pass = makina
Format: flac (image + cue) = 496 mb = Mega
Format: mp3 (320 kbps) = 179 mb = Mega

terça-feira, 19 de agosto de 2014

Eloy - Colours [1980] [REMASTERED WITH BONUS TRACKS] - Germany / Alemanha


Uma nova década, uma nova formação. Klaus-Peter Maziol (remanescente do line-up anterior) no baixo, Hannes Folberth nos teclados, Hannes Arkona nas guitarras, e o baterista britânico Jim McGillivray, além do Frontman Frank Bornemann, executam as músicas desse álbum. Marca-se aqui uma nova direção para a banda, uma abordagem mais acessível e direta em sua música, mas sem perder as características que marcaram suas composições após a metade dos anos 70. As guitarras tendem a ser mais pesadas, os teclados não são tão banhados na atmosfera como Detlev Schmidtchen executava. Ainda assim, este é o som da banda relutante em aderir a década de 80 (o que acontece também com seus dois álbuns seguintes, "Planets" e "Time to Turn").  O disco também é normalmente referido como um álbum de transição, pois iria colocar a banda num certo dilema entre manter as canções épicas ou aderir a canções mais curtas, o que de fato dominou os seus álbuns seguintes, mas mantendo um  padrão de qualidade muito elevado.

"Colours" é um álbum grandioso e muito bonito. Tem um som retro, especialmente com o som do sintetizador, mas esta é ainda uma versão progressiva do ELOY com em um dos seus melhores trabalhos, na minha humilde opinião.

"Horizons" apresenta os vocais polidos das convidadas Edna e Sabine durante uma harmonia e tempo peculiares impulsionado por teclados e as melodias de guitarra hipnótica de Hannes Arkona e Bornemann.

"Illuminations" tem os vocais já familiares do ELOY, Frank Bornemann, e o forte som de sintetizador de Hannes Folberth. O ritmo é moderado, e algumas guitarras mais pesadas são ouvidas soando como NEKTAR. Os riffs são cativantes, com trabalho de guitarra fantástico por toda parte, solos de teclado incríveis, e eu diria que este é um dos destaques do álbum, sendo uma trilha inesquecível pela sua qualidade de harmonia e estruturação progressivas.

"Giant" tem uma "vibe" PINK FLOYD e algumas guitarras inovadoras. As frases de teclado são "espaciais" e tende a conecta-lo a um groove hipnótico com passagens maravilhosas e vocais agradáveis ​​de Bornemann. O solo de teclado é fantástico, muito suave e muito bem tocado.

"Impressions" tem uma atmosfera "lunática" com belíssimos sons de flauta, teclados e guitarras e vocais assumindo um estilo descontraído. Este é Prog Rock "easy listening" mas musicalidade muito bem feita especialmente no lindo solo de flauta junto aos teclados.

"Child Migration" é dominada pelos teclados, e os vocais são muito bem executados. O riff de guitarra pesado aparece bem depois, criando um momento ímpar. A liberação da tensão em camadas de teclados tem um toque simplesmente excelente. No final temos hipnotizantes teclados "Floydianos" com atmosferas Spacey, tudo lindo, majestoso e viajante. Definitivamente uma das melhores músicas da banda.

"Gallery" tem frases de teclado mais rápidas com um toque característico do som do anos 80 som, em um estilo dançante que poderia fazer parte de qualquer playlist de uma danceteria. Isso mesmo leitor, você não leu errado, uma danceteria. Mas o ELOY de alguma forma consegue mantê-la Prog Rock o suficiente para manter o interesse. É mais avançada em termos de estrutura, mas uma boa diversão em Rock.

"Silhouette" tem um riff estilo PINK FLOYD com uma batida Rock. Os vocais são graduais e eficazes. Possui uma linha de melodia sólida e guitarras principais "escaldantes".

"Sunset" termina o álbum de uma maneira mais acústica e sintetizadores sinfônicos. A beleza do instrumental é tão cativante como a arte da capa do álbum. 

Aqui o ELOY conseguiu capturar um som moderno, sem dar em comercialismo e criar um álbum de musicalidade virtuosa e progressiva. 


Tracks:
1. Horizons (3:20) 
2. Illuminations (6:19) 
3. Giant (6:05) 
4. Impressions (3:06) 
5. Child Migration (7:23) 
6. Gallery (3:08) 
7. Silhouette (6:57) 
8. Sunset (3:15)
Bonus Tracks:
9. Wings of Vision (4:14)
10. Silhouette (single edit) (3:30)
Time: 47:17

Musicians:
- Hannes Arkona / guitars 
- Frank Bornemann / vocals, guitars 
- Hannes Folberth / keyboards 
- Klaus-Peter Matziol / bass, vocals 
- Jim McGillivray / drums, percussion 
- Edna & Sabine / voices (1)

Format: flac (image + cue) = 335 mb = Mega
Format: mp3 (320 kbps) = Mega

Eloy - Colours [1980] [REMASTERED WITH BONUS TRACKS] - Germany / Alemanha


Uma nova década, uma nova formação. Klaus-Peter Maziol (remanescente do line-up anterior) no baixo, Hannes Folberth nos teclados, Hannes Arkona nas guitarras, e o baterista britânico Jim McGillivray, além do Frontman Frank Bornemann, executam as músicas desse álbum. Marca-se aqui uma nova direção para a banda, uma abordagem mais acessível e direta em sua música, mas sem perder as características que marcaram suas composições após a metade dos anos 70. As guitarras tendem a ser mais pesadas, os teclados não são tão banhados na atmosfera como Detlev Schmidtchen executava. Ainda assim, este é o som da banda relutante em aderir a década de 80 (o que acontece também com seus dois álbuns seguintes, "Planets" e "Time to Turn").  O disco também é normalmente referido como um álbum de transição, pois iria colocar a banda num certo dilema entre manter as canções épicas ou aderir a canções mais curtas, o que de fato dominou os seus álbuns seguintes, mas mantendo um  padrão de qualidade muito elevado.

"Colours" é um álbum grandioso e muito bonito. Tem um som retro, especialmente com o som do sintetizador, mas esta é ainda uma versão progressiva do ELOY com em um dos seus melhores trabalhos, na minha humilde opinião.

"Horizons" apresenta os vocais polidos das convidadas Edna e Sabine durante uma harmonia e tempo peculiares impulsionado por teclados e as melodias de guitarra hipnótica de Hannes Arkona e Bornemann.

"Illuminations" tem os vocais já familiares do ELOY, Frank Bornemann, e o forte som de sintetizador de Hannes Folberth. O ritmo é moderado, e algumas guitarras mais pesadas são ouvidas soando como NEKTAR. Os riffs são cativantes, com trabalho de guitarra fantástico por toda parte, solos de teclado incríveis, e eu diria que este é um dos destaques do álbum, sendo uma trilha inesquecível pela sua qualidade de harmonia e estruturação progressivas.

"Giant" tem uma "vibe" PINK FLOYD e algumas guitarras inovadoras. As frases de teclado são "espaciais" e tende a conecta-lo a um groove hipnótico com passagens maravilhosas e vocais agradáveis ​​de Bornemann. O solo de teclado é fantástico, muito suave e muito bem tocado.

"Impressions" tem uma atmosfera "lunática" com belíssimos sons de flauta, teclados e guitarras e vocais assumindo um estilo descontraído. Este é Prog Rock "easy listening" mas musicalidade muito bem feita especialmente no lindo solo de flauta junto aos teclados.

"Child Migration" é dominada pelos teclados, e os vocais são muito bem executados. O riff de guitarra pesado aparece bem depois, criando um momento ímpar. A liberação da tensão em camadas de teclados tem um toque simplesmente excelente. No final temos hipnotizantes teclados "Floydianos" com atmosferas Spacey, tudo lindo, majestoso e viajante. Definitivamente uma das melhores músicas da banda.

"Gallery" tem frases de teclado mais rápidas com um toque característico do som do anos 80 som, em um estilo dançante que poderia fazer parte de qualquer playlist de uma danceteria. Isso mesmo leitor, você não leu errado, uma danceteria. Mas o ELOY de alguma forma consegue mantê-la Prog Rock o suficiente para manter o interesse. É mais avançada em termos de estrutura, mas uma boa diversão em Rock.

"Silhouette" tem um riff estilo PINK FLOYD com uma batida Rock. Os vocais são graduais e eficazes. Possui uma linha de melodia sólida e guitarras principais "escaldantes".

"Sunset" termina o álbum de uma maneira mais acústica e sintetizadores sinfônicos. A beleza do instrumental é tão cativante como a arte da capa do álbum. 

Aqui o ELOY conseguiu capturar um som moderno, sem dar em comercialismo e criar um álbum de musicalidade virtuosa e progressiva. 


Tracks:
1. Horizons (3:20) 
2. Illuminations (6:19) 
3. Giant (6:05) 
4. Impressions (3:06) 
5. Child Migration (7:23) 
6. Gallery (3:08) 
7. Silhouette (6:57) 
8. Sunset (3:15)
Bonus Tracks:
9. Wings of Vision (4:14)
10. Silhouette (single edit) (3:30)
Time: 47:17

Musicians:
- Hannes Arkona / guitars 
- Frank Bornemann / vocals, guitars 
- Hannes Folberth / keyboards 
- Klaus-Peter Matziol / bass, vocals 
- Jim McGillivray / drums, percussion 
- Edna & Sabine / voices (1)

Format: flac (image + cue) = 335 mb = Mega
Format: mp3 (320 kbps) = Mega

quarta-feira, 25 de junho de 2014

Eloy - Neue Welt [1979] [BOOTLEG] - Germany / Alemanha


Gravado em Berlim em 11 de Março de 1979, possui um set list fantástico em comparação com álgumas bandas da época que já misturavam trilhas mais comerciais ou de álbuns mais decadentes como YES e GENESIS. 

Estão presentes faixas do seu álbum de trabalho na época, "Silent Cries And Might Echoes" , além de algumas de "Power and The Passion", "Dawn" e "Ocean".

A qualidade infelizmente deixa muito a desejar (6-10), o que não tira o brilho e aimportância desse bootleg gravado por alguém um ser humano ilustre para nós prog-maníacos que temos a oportunidade de admirar esse registro.  


Tracks:
Disc 1
01. Astral Entrance
02. Pilot To Paradise
03. The Apocalypse
04. Poseidon´s Creation
05. Mighty Echoes
06. De Labore Solis
07. The Sun Song
08. Decay Of Logos

Disc 2:
01. Atlantis' Agony At June 5th - 8498, 13 p.m. Gregorian Earthtime
02. Lost?? (The Decision) 
03. The Midnight Fight/The Victory of Mental Force
04. Mutiny

Musicians:
- Frank Bornemann / guitars, vocals
- Klaus-Peter Matziol / bass, pedals, chorus
- Jürgen Rosenthal / drums, percussion
- Detlev Schmidtchen / keyboards, chorus

Format: mp3 (320 kbps) =  245 mb = deposifiles (disc 1) / depositfiles (disc 2) / pass = makina

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