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terça-feira, 18 de julho de 2017

Pye Fyte - The Gathering Of The Krums [1998] - United States / Estados Unidos








Tracks:
All tracks written by John McNamara.
01. Invitation - 1:01
02. Pitch The Wort - 1:17
03. The Return - 5:00
04. Leaves - 4:19
05. The Party - 3:03
06. The Gathering - 0:55
07. Fields - 14:24
08. Depth Of Time - 11:52

Musicians:
- John McNamara - guitar, bass, synthesizer, Hammond C3, mellotron, Moog, backing vocals
- Mark Cella - drums, percussion
+
- Tim Kelly - lead vocals
- Bruce Alger - organ & Moog solo and additional comping
- Jim Ames - bass (03,05), lead vocals (05)

Format: mp3 (320kbps) = 98,7 Мb
Format: mp3 (320kbps) = 98,7 Мb (link 2)

quarta-feira, 5 de agosto de 2015

Starcastle - Starcastle [1976] - United States / Estados Unidos


Muito se diz sobre STARCASTLE ser um pobre americano clone do YES, e por boas razões. Mas qualquer banda que soa tão perto do YES e exibe uma boa composição e bom instrumental não pode ser tão ruim assim. Na verdade, esta é a banda que oferece uma música agradável. Dois importantes elementos dão origem a este elogio ou acusação (dependendo do crítico): o tom baixo de Gary Strater é inconfundivelmente semelhante ao toque triplo de Chris Squire e Terry Luttrell soa estranhamente como Jon Anderson em muitos pontos. Mas encontra-se muitas outras influências aqui, ou seja, ELP, CAMEL, e GENTLE GIANT. Além disso, há algumas composições altamente originais presentes realmente vale a pena ouvir.

"Lady of the Lake" é a música mais criativa e envolvente do álbum, é também a mais longa. A guitarra é muito boa, soando agradável e limpa, apesar do uso de distorção. O solo de órgão de Herb Schildt soa muito mais como Keith Emerson fez em "Tarkus" ou "Pictures At an Exhibition" do que qualquer coisa que Wakeman ou Kaye já fizeram. A seção atmosférica é muito mais brilhante e muito semelhante à seção mais suave de "Close to the Edge".

"Elliptical Seasons" possui uma introdução acústica de doze cordas que podem facilmente ser comparada a "And You and I", mas o resto da música move-se em direção a uma direção orientada ao Funk. O vocalista brilha sozinho (em vez de usar uma roupagem com harmonias vocais pesadas). O sintetizador denso, no entanto, faz lembrar Peter Bardens no CAMEL.

"Forces" Nessa faixa, Luttrell não soa tanto como Anderson, despojado das harmonias como ele é. As vocalizações de "I've Seen All Good People" estão presentes aqui. Desta vez, o tom sintetizador é muito semelhante ao de de Wakeman em "And You And I" Fora isso, essa música soa incrivelmente original.

"Stargate" Um sintetizador leve está a frente dessa faixa construindo uma boa parte instrumental com bateria, guitarra e baixo em em vários pontos. No entanto, não posso deixar de sentir que a banda decidiu reinterpretar "Finale" de Stravinsky em "Firebird Suite" (que o YES freqüentemente usava como uma introdução em shows ao vivo); apenas soa muito conveniente, especialmente uma vez que vai direto para a faixa seguinte.

"Sunfield" Os vocais aqui são um pouco embaraçosos. Eles soam fora do lugar, mal misturados, e jorrando letras patetas. Em contraponto, a música é estelar, com o mais fantástico teclado e baixo continuao. Schildt é a estrela aqui, com seu sintetizador. As guitarras tendem a assumir um papel mais submisso, semelhante a veia de Gary Green do GENTLE GIANT.

"To the Fire Wind" possui acordes de órgãos pesados ​​e estranhamente cronometrados executados sob alguma estranha pontuação pouco antes da guitarra entrar, encaminhando-se para os vocais cheias de harmonia. As vocalizações crescem um pouco obsoletas, porém, indo de encontro a um fantástico solo de sintetizador antes da introdução ultrapassar e retornar. Os guitarristas tem uma chance de mostrar suas habilidades e agredir o ouvinte de ambos os lados dos alto-falantes.

"Nova" possui uma percussão tribal. O restante do instrumental utiliza os instrumentos em um arranjo estranho, pontuando órgão assim como guitarra e sintetizador. Infelizmente, o forte baixista não tem quase nenhum destaque.

RESUMO: Apesar do preconceito e críticas radicais, uma audição imparcial é necessária para se dar o verdeiro mérito a esse trabalho, que possui pontos a favor como ótimas orquestrações e vocalizações que ainda possuem um grande valor no cenário de Prog-Rock.




Tracks:
1. Lady of the Lake (10:26)
2. Elliptical Seasons (4:27)
3. Forces (6:25)
4. Stargate (2:54)
5. Sunfield (7:36)
6. To the Fire Wind (5:16)
7. Nova (2:35)
Time: 39:43

Musicians:
- Terry Luttrell / lead vocals
- Gary Strater / bass guitar, bass pedals, vocals
- Stephen Tassler / drums, percussion, vocals
- Herb Schildt / organ, synthesizers, pianos
- Matthew Stewart / guitars, vocals
- Stephen Hagler / guitars, vocals

Format: flac (image) = 436 mb
Format: mp3 (320 kbps) = 283 mb

Starcastle - Starcastle [1976] - United States / Estados Unidos


Muito se diz sobre STARCASTLE ser um pobre americano clone do YES, e por boas razões. Mas qualquer banda que soa tão perto do YES e exibe uma boa composição e bom instrumental não pode ser tão ruim assim. Na verdade, esta é a banda que oferece uma música agradável. Dois importantes elementos dão origem a este elogio ou acusação (dependendo do crítico): o tom baixo de Gary Strater é inconfundivelmente semelhante ao toque triplo de Chris Squire e Terry Luttrell soa estranhamente como Jon Anderson em muitos pontos. Mas encontra-se muitas outras influências aqui, ou seja, ELP, CAMEL, e GENTLE GIANT. Além disso, há algumas composições altamente originais presentes realmente vale a pena ouvir.

"Lady of the Lake" é a música mais criativa e envolvente do álbum, é também a mais longa. A guitarra é muito boa, soando agradável e limpa, apesar do uso de distorção. O solo de órgão de Herb Schildt soa muito mais como Keith Emerson fez em "Tarkus" ou "Pictures At an Exhibition" do que qualquer coisa que Wakeman ou Kaye já fizeram. A seção atmosférica é muito mais brilhante e muito semelhante à seção mais suave de "Close to the Edge".

"Elliptical Seasons" possui uma introdução acústica de doze cordas que podem facilmente ser comparada a "And You and I", mas o resto da música move-se em direção a uma direção orientada ao Funk. O vocalista brilha sozinho (em vez de usar uma roupagem com harmonias vocais pesadas). O sintetizador denso, no entanto, faz lembrar Peter Bardens no CAMEL.

"Forces" Nessa faixa, Luttrell não soa tanto como Anderson, despojado das harmonias como ele é. As vocalizações de "I've Seen All Good People" estão presentes aqui. Desta vez, o tom sintetizador é muito semelhante ao de de Wakeman em "And You And I" Fora isso, essa música soa incrivelmente original.

"Stargate" Um sintetizador leve está a frente dessa faixa construindo uma boa parte instrumental com bateria, guitarra e baixo em em vários pontos. No entanto, não posso deixar de sentir que a banda decidiu reinterpretar "Finale" de Stravinsky em "Firebird Suite" (que o YES freqüentemente usava como uma introdução em shows ao vivo); apenas soa muito conveniente, especialmente uma vez que vai direto para a faixa seguinte.

"Sunfield" Os vocais aqui são um pouco embaraçosos. Eles soam fora do lugar, mal misturados, e jorrando letras patetas. Em contraponto, a música é estelar, com o mais fantástico teclado e baixo continuao. Schildt é a estrela aqui, com seu sintetizador. As guitarras tendem a assumir um papel mais submisso, semelhante a veia de Gary Green do GENTLE GIANT.

"To the Fire Wind" possui acordes de órgãos pesados ​​e estranhamente cronometrados executados sob alguma estranha pontuação pouco antes da guitarra entrar, encaminhando-se para os vocais cheias de harmonia. As vocalizações crescem um pouco obsoletas, porém, indo de encontro a um fantástico solo de sintetizador antes da introdução ultrapassar e retornar. Os guitarristas tem uma chance de mostrar suas habilidades e agredir o ouvinte de ambos os lados dos alto-falantes.

"Nova" possui uma percussão tribal. O restante do instrumental utiliza os instrumentos em um arranjo estranho, pontuando órgão assim como guitarra e sintetizador. Infelizmente, o forte baixista não tem quase nenhum destaque.

RESUMO: Apesar do preconceito e críticas radicais, uma audição imparcial é necessária para se dar o verdeiro mérito a esse trabalho, que possui pontos a favor como ótimas orquestrações e vocalizações que ainda possuem um grande valor no cenário de Prog-Rock.




Tracks:
1. Lady of the Lake (10:26)
2. Elliptical Seasons (4:27)
3. Forces (6:25)
4. Stargate (2:54)
5. Sunfield (7:36)
6. To the Fire Wind (5:16)
7. Nova (2:35)
Time: 39:43

Musicians:
- Terry Luttrell / lead vocals
- Gary Strater / bass guitar, bass pedals, vocals
- Stephen Tassler / drums, percussion, vocals
- Herb Schildt / organ, synthesizers, pianos
- Matthew Stewart / guitars, vocals
- Stephen Hagler / guitars, vocals

Format: flac (image) = 436 mb
Format: mp3 (320 kbps) = 283 mb

quinta-feira, 30 de julho de 2015

Pallas - The Cross and the Crucible [2001] - United Kingdom / Reino Unido


Para aqueles de vocês que amam Neo Progressivo, o álbum vai lhes cair muito bem. Tem todos os componentes típicos do estilo: melódico, algumas vezes suave, estrutura simples e composições com mudanças de tempo.

Eu considero este álbum excelente e ainda é consistente na veia de Neo Prog desde  o início da banda, mesmo que o frontman tenha mudado para Alan Reed. Musicalmente, eles têm sido mais maduros especialmente com este álbum. O único problema que eu tive em primeira audição foi a longa duração da música silenciosa da primeira faixa "The Big Bang". Simplesmente não entendo! O que a banda está tentando alcançar, na verdade? Eu não tenho certeza. A faixa-título "The Cross and the Crucible" tem um período de silêncio, bem como no início (cerca de 1 minuto) com nenhum valor. Mas quando se tiver passado um minuto BOOM música! Essa faixa é maravilhosa! É atmosférica e melódica.

A terceira faixa "For The Greater Glory" tem uma parte um pouco chata no início da música; é uma melodia tão simplista. Felizmente, com o tempo passa e a música cresce a uma composição mais complexa, com a inclusão do tipo de World Music no meio da pista. Faz-me lembrar a música de Peter Gabriel. "Who's To Blame" é totalmente Prog Music com uma guitarra acústica abrindo a faixa. É bem agradável.

"The Blinding Darkness Of Science" é uma grande faixa com uma música ambiente na sua introdução e a música flui quando todos os instrumentos são tocados, a transição é muito boa. Eu gosto do riff de guitarra no fundo (similar ao tipo de estilo de IQ de Mike Holmes). É uma faixa melódica, simples e memorável. O interlúdio com solo de guitarra é impressionante.

"Towers Of Babble" é outra grande faixa com (novamente) introdução de guitarra acústica. Ela tem um arranjo coros agradável e toque de Música Clássica no meio da pista e alguma pequena influência do estilo de Pink Floyd. É uma faixa atmosférica, impressionante com solo de teclado/órgão, que lembra-me Rick Wakeman, tocado em uma forma simples. É muito boa mesmo.

As três faixas restantes são habilmente "desenhadas" proporcionando uma verdadeira aula de Neo Progressivo.

Altamente recomendado. Tem fortes composições, excelente melodia, excelente musicalidade sem ter de demonstrar como cada membro é habilidoso.

Tracks:
1. The Big Bang (3:07)
2. The Cross And The Crucible (9:05)
3. For The Greater Glory (7:38)
4. Who's To Blame (4:43)
5. The Blinding Darkness Of Science (6:46)
6. Towers Of Babble (8:09)
7. Generations (6:05)
8. Midas Touch (11:11)
9. Celebration! (7:22)
Time: 63:40

Musicians:
- Alan Reed / vocals
- Niall Mathewson / guitars
- Ronnie Brown / keyboards
- Graeme Murray / bass
- Colin Prazer / drums

Format: flac (image) = 393 mb
Format: mp3 (320 kbps) = 145 mb

Pallas - The Cross and the Crucible [2001] - United Kingdom / Reino Unido


Para aqueles de vocês que amam Neo Progressivo, o álbum vai lhes cair muito bem. Tem todos os componentes típicos do estilo: melódico, algumas vezes suave, estrutura simples e composições com mudanças de tempo.

Eu considero este álbum excelente e ainda é consistente na veia de Neo Prog desde  o início da banda, mesmo que o frontman tenha mudado para Alan Reed. Musicalmente, eles têm sido mais maduros especialmente com este álbum. O único problema que eu tive em primeira audição foi a longa duração da música silenciosa da primeira faixa "The Big Bang". Simplesmente não entendo! O que a banda está tentando alcançar, na verdade? Eu não tenho certeza. A faixa-título "The Cross and the Crucible" tem um período de silêncio, bem como no início (cerca de 1 minuto) com nenhum valor. Mas quando se tiver passado um minuto BOOM música! Essa faixa é maravilhosa! É atmosférica e melódica.

A terceira faixa "For The Greater Glory" tem uma parte um pouco chata no início da música; é uma melodia tão simplista. Felizmente, com o tempo passa e a música cresce a uma composição mais complexa, com a inclusão do tipo de World Music no meio da pista. Faz-me lembrar a música de Peter Gabriel. "Who's To Blame" é totalmente Prog Music com uma guitarra acústica abrindo a faixa. É bem agradável.

"The Blinding Darkness Of Science" é uma grande faixa com uma música ambiente na sua introdução e a música flui quando todos os instrumentos são tocados, a transição é muito boa. Eu gosto do riff de guitarra no fundo (similar ao tipo de estilo de IQ de Mike Holmes). É uma faixa melódica, simples e memorável. O interlúdio com solo de guitarra é impressionante.

"Towers Of Babble" é outra grande faixa com (novamente) introdução de guitarra acústica. Ela tem um arranjo coros agradável e toque de Música Clássica no meio da pista e alguma pequena influência do estilo de Pink Floyd. É uma faixa atmosférica, impressionante com solo de teclado/órgão, que lembra-me Rick Wakeman, tocado em uma forma simples. É muito boa mesmo.

As três faixas restantes são habilmente "desenhadas" proporcionando uma verdadeira aula de Neo Progressivo.

Altamente recomendado. Tem fortes composições, excelente melodia, excelente musicalidade sem ter de demonstrar como cada membro é habilidoso.

Tracks:
1. The Big Bang (3:07)
2. The Cross And The Crucible (9:05)
3. For The Greater Glory (7:38)
4. Who's To Blame (4:43)
5. The Blinding Darkness Of Science (6:46)
6. Towers Of Babble (8:09)
7. Generations (6:05)
8. Midas Touch (11:11)
9. Celebration! (7:22)
Time: 63:40

Musicians:
- Alan Reed / vocals
- Niall Mathewson / guitars
- Ronnie Brown / keyboards
- Graeme Murray / bass
- Colin Prazer / drums

Format: flac (image) = 393 mb
Format: mp3 (320 kbps) = 145 mb

quarta-feira, 8 de julho de 2015

Fireballet - Night on bald mountain [1975] [REMASTERED WITH BONUS TRACKS] - United States / Estados Unidos



"Night on bald mountain" foi lançado em 1975 pela banda americana Fireballet. O disco, que foi produzido pelo Ex-King Crimson Ian McDonald mistura influências e citações de Genesis, Yes, ELP e King Crimson, juntamente com as suas próprias composições centradas em torno do tema principal de Moussorsky "Night On Bald Mountain", em um fogo de artifício sinfônico. Não diferente de The Flower Kings alguns anos depois, o Fireballet sabe como fazer uma boa citação sem ficar muito pesado ou iconoclasta e combina-los com um material bem interessante.

"Les cathedrales", é uma faixa dinâmica, a abre o disco com uma introdução pesada seguida por uma atmosfera moody apoiada por teclados e pratos. Uma linha de moog, e um violão levam ao tema principal, construindo a peça em torno de uma citação ao ELP (Tarkus). Uma passagem instrumental curta para sax e guitarra distorcida leva de volta ao tema principal, seguida por uma citação a Genesis ("Fountain Of Salmacis"), uma tranquila passagem de coro e termina com outra citação de Genesis em "Foxtrott".

O tema "Centurion" é introduzido pelo moog,lembrando novamente ELP, seguido por um solo de guitarra e uma reprise do tema principal e terminando com outra citação ELP ("Brain Salad Surgery").

"The Fireballet" uma faixa uptempo, é dedicada ao Yes, com um brilhante arranjo vocal multi-partes, seguido de um clima bem Genesis e termina com uma marcha clássica para piano acústico, é a melhor faixa do disco.

"Atmospheres", é como uma faixa do Genesis em "Tresspass" construída em uma atmosfera temperamental com a guitarra de 12 cordas.

O lado dois contém a longa suite "Night On Bald Mountain", construir em torno da principal composição de Moussorgsky, e a pista mais fraca aqui. Ela não tem a tensão das faixas mais curtas no primeiro lado. A trilha começa com uma citação do tema principal de Moussorgsky, seguida por uma longa passagem instrumental, que leva para a melodia de King Crimson "Epitaph" (com letras diferentes) outra passagem longa instrumental incluindo um solo de sax, guitarra estilo Hackett e/ou Howe, uma citação de "Close To The Edge", uma reprise do tema "Epitaph" e terminando com pesados ​​órgãos a la Uriah Heep.

Em resumo, um registro brilhante e uma lição de Prog ao mesmo tempo!


Tracks:
1. Les cathédrales (10:16) 
2. Centurion (tales of the fireball kids) (4:46)
3. The fireballet (5:15)
4. Atmospheres (3:40)
5. Night on bald mountain: (18:55)
a) Night on bald mountain
b) Night-tale
c) The engulfed cathedrale
d) Night-tale (reprise)
e) Night on bald mountain (finale)
Time: 42:52

Musicians:
- Martyn Biglin / bass, 12 string acoustic guitar, backing vocals
- Ryche Chlanda / acoustic & electric guitars, electronic devices, backing vocals
- Jim Cuomo / lead & backing vocals, percussion
- Brian Hough / Hammond & other organs, keyboards, backing vocals
- Frank Petto / acoustic & electric pianos, synths, Mellotron, backing vocals

Format: flac (tracks) = 345 mb = Mega
Format: mp3 (320 kbps) = 136 mb = Mega

Fireballet - Night on bald mountain [1975] [REMASTERED WITH BONUS TRACKS] - United States / Estados Unidos

terça-feira, 23 de junho de 2015

Happy The Man - Better Late (3rd) - United States / Estados Unidos



É sempre um mistério que o Happy The Man permanece relativamente desconhecido em comparação com bandas como Genesis, Camel, e Focus. A instrumentação é lisa, jazzística, vistosa, mas agradável e as composições muito interessantes. Cada membro é um músico talentoso, e trabalham juntos muito bem. Fizeram um trabalho muito bom nesse álbum, e os fãs ficaram muito satisfeitos com o lançamento. Melhor ser tarde do que nunca.

Neste álbum o Happy o The Man soa semelhante a muitos gigantes do Prog Rock. "Eye of the Storm" é Jazz-Fusion e se trata de uma composição da banda Camel onde Kit Watkins é compositor também.  "At The Edge Of This Thought" é muito semelhante aos trabalhos sinfônicos pós-"Mirage" do Camel e é muito bonita. "Footwork" me lembra de Genesis, devido a pompa, é quase boba mas ainda envolvente. A banda ainda me faz lembrar de Gentle Giant com "Run into the ground", que é uma canção de Rock Progressivo muito agressiva e complexa.

Para um álbum que foi originalmente uma gravação em casa, a produção é excelente. Os instrumentos são todos muito claros, e o pouco que existe de ruídos abafam nada disso. O álbum tem uma atitude edificante incrível e é agradável de ouvir a qualquer momento. Cada canção é bem escrito, e tem um bom nível de complexidade e há uma boa variedade de sons.

O maior problema com o álbum é que as músicas não parecem se encaixar umas com as outras. Eu sinto como se estivesse ouvindo uma compilação de material inédito e não um álbum. O enorme nível de qualidade das canções trazem-no à um padrão no entanto. Stanley Whitaker tem uma voz bonita e um bom tom, mas ele é completamente desprovido de qualquer alcance maior.

Os pontos altos do álbum são "While Chrome Yellow Shine", que apresenta ótimas camadas de sintetizador. "Labyrinth", que prova que a mais delicada das bandas Prog pode jogar batendo duro o suficiente para levantar os pêlos em seu braço, e "Eye Of The Storm" com sua melodia cativante.

Em geral, o álbum é uma excelente coleção de canções, demonstrando um trabalho cheio de emoção e competência instrumental.



Tracks:
1. Eye of the Storm (3:58) 
2. The Falcon (6:09) 
3. At the Edge of This Thought (5:16) 
4. While Chrome Yellow Shine (6:10) 
5. Who's In Charge Here? (5:39) 
6. Shadow Shaping (4:25) 
7. Run Into the Ground (5:02) 
8. Footwork (4:19) 
9. Labyrinth (7:29) 
10. Such A Warm Breeze (5:08)
Time: 53:35

Musicians:
- Kit Watkins / keyboards and flute 
- Frank Wyatt / keyboards, sax, flute 
- Stanley Whitaker / guitar, vocals 
- Rick Kennell / bass 
- Coco Roussel / drums, percussion

Format: ape (image + cue) = 313 mb = Mega
Format: mp3 (320 kbps) = 123 mb = Mega

Happy The Man - Better Late (3rd) - United States / Estados Unidos

quarta-feira, 17 de junho de 2015

Yezda Urfa - Boris [1975] - United States / Estados Unidos



Formado em meados de 1973 em Chicago, o Yezda Urfa era uma banda extremamente competente e talentosa que tocava um Rock Progressivo de qualidade musical finíssima. O som deles era influenciado principalmente pelo Gentle Giant e Yes, bandas que na época viviam suas melhores fases. Em 1975 eles concluíram "Boris", o primeiro álbum da banda e que era uma produção independente que teve 300 cópias prensadas. O Yezda Urfa mandou o material gravado pra mais de 300 gravadoras, porém infelizmente todas elas se recusaram a assinar um contrato com a banda. Os integrantes, ao viajar para Nova York, até tentaram mostrar suas músicas pessoalmente pra diversas gravadoras, mas pouquíssimas se dispuseram a conhecer a banda. Como o álbum também foi enviado a algumas estações de rádio de Chicago, mesmo que a maioria tenha ignorado completamente, algumas da cena underground local se dispuseram a colocar o álbum completo no ar.

No início de 1976, o Yezda Urfa começou a gravação de seu segundo álbum, "Sacred Baboon", que apresentava material inédito e também modificado e aperfeiçoado de "Boris". A banda também tinha finalmente achado uma gravadora que se dispôs a prensar os álbuns, a Dhama Records, porém, quando "Sacred Baboon" foi finalizado, a gravadora, que se encontrava em problemas financeiros, queria que a banda bancasse os custos de produção dos discos. No fim das contas, mais uma tentativa que foi por água abaixo e "Sacred Baboon" só seria lançado pela primeira vez em 1989 pela Syn-Phonic, a mesma que também relançou "Boris".

O álbum começa com uma bonita canção hippie Folk, "Boris And His 3 Verses". Sem aviso, a música termina  em uma transição impressionante em um território muito progressista. Nos primeiros dez segundos de "Flow Guides Aren't My Bag", você vai perceber o que essa banda é realmente capaz de fazer. Deste ponto em diante, a música é rápida, a musicalidade é surpreendente, e você vai se assustar com a complexidade. Apesar disso, elas permanecem bastante memoráveis depois de ouvir.

Após essa introdução épica, surge uma curta canção, "Texas Armadillo", onde todos os instrumentos aceleram a velocidades loucas, surpreendendo a qualquer ouvinte desavisado.

A próxima música, "3, Almost 4, 6 Yea", é outro empreendimento em complexa grandiosidade e rapidez, e traz o primeiro lado do disco a um final muito repentino, da melhor maneira possível.

O segundo lado é constituído por duas faixas de dez minutos. Tão forte como o primeiro lado, mas de mais difícil audição.

Nessa edição está presente uma faixa bônus que segue o padrão do disco.

Até o final deste álbum, você pode precisar de um minuto para processar o que você acabou de ouvir. No final, esta jóia deve ser classificada entre as bandas de Rock Progressivo mais populares, como Genesis, Gentle Giant, e Jethro Tull.


Tracks:
1. Boris And His 3 Verses, including Flow Guides Aren't My Bag (11:00) 
2. Texas Armadillo (1:48) 
3. 3, Almost 4, 6 Yea (8:46) 
4. Tuta In The Moya & Tyreczimmage (10:50) 
5. Three Tons Of Fresh Thyroid Glands (10:20)
Time: 42:44

Musicians:
- Brad Christoff / percussion, all sorts 
- Phil Kimbrough / keyboards, synthesizers, mandolin, wind instruments 
- Mark Tippins / guitars, banjo, vocals 
- Marc Miller / bass 
- Rick Rodenbaugh / vocals

Format: flac (image + cue) = 368 mb = Mega / pass = makina
Format: mp3 (320 kbps) = 143 mb = Mega / pass = makina

Yezda Urfa - Boris [1975] - United States / Estados Unidos

terça-feira, 29 de julho de 2014

Starcastle - Fountains Of Light [1977] - United States / Estados Unidos


Segundo álbum desta banda de Prog Rock Sinfônico americana, muitas vezes criticada e liderada pelo ex-vocalista do REO Speedwagon Terry Luttrell. Sua música é muitas vezes analisada e classificada como nada mais do que um clone do YES, mas na verdade o trabalho possui alguns momentos muito bons, como demonstrado neste álbum.

O disco é melhor produzido e mais polido do que sua estréia. A representação do som criado pelo YES é mais aperfeiçoada aqui, como demonstrado em canções como "Fountains", "Dawning Of The Day" "True to the Light" e "Diamond Song (Deep is the Light)". Mais uma vez, você tem os vocais "andersonianos" de Luttrell, com as harmonias muito particulares criadas pelo YES, e teclados inspiradíssimos em Wakeman executados por Herb Schildt. Em "Diamond Song", há um solo de órgão Hammond que soa como se pertencesse a uma jam-off de "Roundabout" e a guitarra acústica e Moog em "Portraits" soa como se tivesse "saído" de "And You and I".

Se o estilo da capa do álbum parece familiar, foi criada por Peter Lloyd, mesmo artista que fez alguns álbuns do KANSAS (especificamente "Song For America", "Point of Know Return" e "Audio-Visions" ) e JEFFERSON STARSHIP ("Dragon Fly"), de modo esta arte gráfica parece um cruzamento de todas essas citadas.

De qualquer forma, mais uma vez, assim como sua estréia, se você não pode suportar a ideia de uma banda roubar o som do YES, evite contato com este álbum.


Tracks:
1. Fountains (10:22)
2. Dawning of the Day (3:43)
3. Silver Winds (4:54)
4. True to the Light (6:25)
5. Portraits (5:02)
6. Diamond Song (Deep is the Light) (5:35)
Time: 36:01

Musicians:
- Terry Luttrell / lead vocals
- Gary Strater / bass guitars, moog pedals, vocals
- Stephen Tassler / drums, percussion, vocals
- Herb Schildt / synthesizers, organ, piano
- Matthew Stewart / guitars, vocals
- Stephen Hagler / guitars, vocals

Format: mp3 (320 kbps) = 84 mb = Yandex

Starcastle - Fountains Of Light [1977] - United States / Estados Unidos


Segundo álbum desta banda de Prog Rock Sinfônico americana, muitas vezes criticada e liderada pelo ex-vocalista do REO Speedwagon Terry Luttrell. Sua música é muitas vezes analisada e classificada como nada mais do que um clone do YES, mas na verdade o trabalho possui alguns momentos muito bons, como demonstrado neste álbum.

O disco é melhor produzido e mais polido do que sua estréia. A representação do som criado pelo YES é mais aperfeiçoada aqui, como demonstrado em canções como "Fountains", "Dawning Of The Day" "True to the Light" e "Diamond Song (Deep is the Light)". Mais uma vez, você tem os vocais "andersonianos" de Luttrell, com as harmonias muito particulares criadas pelo YES, e teclados inspiradíssimos em Wakeman executados por Herb Schildt. Em "Diamond Song", há um solo de órgão Hammond que soa como se pertencesse a uma jam-off de "Roundabout" e a guitarra acústica e Moog em "Portraits" soa como se tivesse "saído" de "And You and I".

Se o estilo da capa do álbum parece familiar, foi criada por Peter Lloyd, mesmo artista que fez alguns álbuns do KANSAS (especificamente "Song For America", "Point of Know Return" e "Audio-Visions" ) e JEFFERSON STARSHIP ("Dragon Fly"), de modo esta arte gráfica parece um cruzamento de todas essas citadas.

De qualquer forma, mais uma vez, assim como sua estréia, se você não pode suportar a ideia de uma banda roubar o som do YES, evite contato com este álbum.


Tracks:
1. Fountains (10:22)
2. Dawning of the Day (3:43)
3. Silver Winds (4:54)
4. True to the Light (6:25)
5. Portraits (5:02)
6. Diamond Song (Deep is the Light) (5:35)
Time: 36:01

Musicians:
- Terry Luttrell / lead vocals
- Gary Strater / bass guitars, moog pedals, vocals
- Stephen Tassler / drums, percussion, vocals
- Herb Schildt / synthesizers, organ, piano
- Matthew Stewart / guitars, vocals
- Stephen Hagler / guitars, vocals

Format: mp3 (320 kbps) = 84 mb = Yandex

quarta-feira, 2 de julho de 2014

Leviathan - Leviathan [1974] [REMASTERED WITH BONUS TRACKS] - United States / Estados Unidos


RARIDADE !!!

Essa é uma banda de Hard/Heavy-Prog bastante interessante dos inspirados anos 70, também rara hoje em dia, nesse único disco, originalmente gravado em 1974, você vai viajar nas canções de intensa criatividade e qualidade.

A faixa de abertura “Arabesque" é bastante promissora, com um Prog afinado, mellotron, Hammond, guitarras pesadas e um vocal que lembra bastante Robert Plant.

"Angela" é uma canção mais lenta, o violão serve como principal secção rítmica, destaque para os pianos. 

"Endless Dream" é a faixa mais longa do álbum com um clima obscuro feitos pelos mellotrons e hammond, a música tende a ser mais complexa no meio com crescentes sons de órgão / Hammond.

"Seagull" é uma canção com uma boa melodia e piano combinado com mellotron mais alguns riffs marcantes de guitarra marcam esta faixa. 

“Angel of Death” é uma daquelas músicas bem marcantes, na linha rock clássico com bons riffs de guitarra. 

“Always Need You”, reparem na intro de bateria, repararam? Sim, não lembra a mesma intro de “In The Court of The Crimson King”?

E por ultimo “Quicksilver Clay” com os trabalhos de órgão na mesma linha de Ken Hensley (Uriah Heep).

Pelas bandas citadas e comparadas já da pra sentir que o álbum vale muita a pena.


Tracks:
1. Arabesque 
2. Angela 
3. Endless Dream 
4. Seagull 
5. Angel of Death 
6. Always Need You 
7. Quicksilver Clay
Bonus tracks:
8.Why Must I Be Like You
9.I'll Get Lost Out There

Musicians:
- Wain Bradley / bass, guitars, vocals 
- Peter Richardson / organ, vocals 
- Don Swearingen / piano 
- Grady Trimble / guitars 
- John Sadler / mellotron 
- Shof Beavers / drums

Format: ape (image +cue) = 243 mb = Torrent
Format: ape (tracks) = 36 mb =  Mega (bonus tracks)
Format: mp3 (320 kbps) = 99 mb = Mega (with bonus tracks)

Leviathan - Leviathan [1974] [REMASTERED WITH BONUS TRACKS] - United States / Estados Unidos


RARIDADE !!!

Essa é uma banda de Hard/Heavy-Prog bastante interessante dos inspirados anos 70, também rara hoje em dia, nesse único disco, originalmente gravado em 1974, você vai viajar nas canções de intensa criatividade e qualidade.

A faixa de abertura “Arabesque" é bastante promissora, com um Prog afinado, mellotron, Hammond, guitarras pesadas e um vocal que lembra bastante Robert Plant.

"Angela" é uma canção mais lenta, o violão serve como principal secção rítmica, destaque para os pianos. 

"Endless Dream" é a faixa mais longa do álbum com um clima obscuro feitos pelos mellotrons e hammond, a música tende a ser mais complexa no meio com crescentes sons de órgão / Hammond.

"Seagull" é uma canção com uma boa melodia e piano combinado com mellotron mais alguns riffs marcantes de guitarra marcam esta faixa. 

“Angel of Death” é uma daquelas músicas bem marcantes, na linha rock clássico com bons riffs de guitarra. 

“Always Need You”, reparem na intro de bateria, repararam? Sim, não lembra a mesma intro de “In The Court of The Crimson King”?

E por ultimo “Quicksilver Clay” com os trabalhos de órgão na mesma linha de Ken Hensley (Uriah Heep).

Pelas bandas citadas e comparadas já da pra sentir que o álbum vale muita a pena.


Tracks:
1. Arabesque 
2. Angela 
3. Endless Dream 
4. Seagull 
5. Angel of Death 
6. Always Need You 
7. Quicksilver Clay
Bonus tracks:
8.Why Must I Be Like You
9.I'll Get Lost Out There

Musicians:
- Wain Bradley / bass, guitars, vocals 
- Peter Richardson / organ, vocals 
- Don Swearingen / piano 
- Grady Trimble / guitars 
- John Sadler / mellotron 
- Shof Beavers / drums

Format: ape (image +cue) = 243 mb = Torrent
Format: ape (tracks) = 36 mb =  Mega (bonus tracks)
Format: mp3 (320 kbps) = 99 mb = Mega (with bonus tracks)

segunda-feira, 2 de junho de 2014

Autum People - Autum People [1976] - United States / Estados Unidos


Obscuridade do setentista dos EUA com pouca informação a ser encontrada, considerando que, vindo das terras quentes do Phoenix, Arizona, Autumn People formou-se com Larry Clark nos vocais e guitarra, Cliff Spiegel no baixo e vocal, Danny Poff nos teclados e vocais e Steve Barazza na bateria e vocais. Lançaram seu único álbum auto-intitulado e muito raro em 1976 pela Soundtech Records.

Ao contrário do nome da banda, Autumn People tocava uma música quente e sensível, bastante semelhante à sua terra de origem, tendo um forte senso melódico e até mesmo a flertar com Pomp Rock em certos momentos, enquanto toques psicodélicos nostálgicos são óbvios em seu som. Parece identificar-se com grupos como como STYX, FAIRCHILD, CANADIAN ROSE e KANSAS, tentavam misturar sensibilidades melódicas com algumas estruturas musicais mais complexas, onde os toques suaves da guitarra de Larry Clark atendem às diversas partes de teclado de Danny Poff incluindo órgão e sintetizadores. As faixas são memoráveis ​​com ocasionais Hard Rock descontraídos, atmosferas psicodélicas, enquanto os vocais são simplesmente muito fortes, limpos e carregados emocionalmente do início até o fim, algumas faixas contém definitivamente uma vibe mais progressiva, misturando guitarra Hard Rock com um som mais pomposo, teclados orquestrais e arranjos vocais melódicos.

Maravilhosamente melódico, psicodélico em certos momentos até bem Hard Rock, onde o trabalho de guitarra e vocais são brilhantes e os teclados adicionam um toque bem temperado. calorosamente recomendado. 


Tracks:
1. Rock and Roll Fantasie (3:35)
2. Feeling (3:45)
3. See It Through (3:23)
4. Never See the Sun (2:56)
5. Gabriel (6:12)
6. Ovoid and Cubical (6:45)
7. Moon's Dancing (6:03)
8. Interlude (2:26)
9. Coffin Maker (5:24)
Total Time: 40:29

Musicians:
- Larry Clark / vocals, guitar
- Cliff Spiegel / bass, vocals
- Danny Poff / keyboards, vocals
- Steve Barazza / drums, vocals

Format: mp3 (320 kbps) = 90 mb = Yandex
Format: flac (image + cue) = 250 mb = Torrent 

Autum People - Autum People [1976] - United States / Estados Unidos


Obscuridade do setentista dos EUA com pouca informação a ser encontrada, considerando que, vindo das terras quentes do Phoenix, Arizona, Autumn People formou-se com Larry Clark nos vocais e guitarra, Cliff Spiegel no baixo e vocal, Danny Poff nos teclados e vocais e Steve Barazza na bateria e vocais. Lançaram seu único álbum auto-intitulado e muito raro em 1976 pela Soundtech Records.

Ao contrário do nome da banda, Autumn People tocava uma música quente e sensível, bastante semelhante à sua terra de origem, tendo um forte senso melódico e até mesmo a flertar com Pomp Rock em certos momentos, enquanto toques psicodélicos nostálgicos são óbvios em seu som. Parece identificar-se com grupos como como STYX, FAIRCHILD, CANADIAN ROSE e KANSAS, tentavam misturar sensibilidades melódicas com algumas estruturas musicais mais complexas, onde os toques suaves da guitarra de Larry Clark atendem às diversas partes de teclado de Danny Poff incluindo órgão e sintetizadores. As faixas são memoráveis ​​com ocasionais Hard Rock descontraídos, atmosferas psicodélicas, enquanto os vocais são simplesmente muito fortes, limpos e carregados emocionalmente do início até o fim, algumas faixas contém definitivamente uma vibe mais progressiva, misturando guitarra Hard Rock com um som mais pomposo, teclados orquestrais e arranjos vocais melódicos.

Maravilhosamente melódico, psicodélico em certos momentos até bem Hard Rock, onde o trabalho de guitarra e vocais são brilhantes e os teclados adicionam um toque bem temperado. calorosamente recomendado. 


Tracks:
1. Rock and Roll Fantasie (3:35)
2. Feeling (3:45)
3. See It Through (3:23)
4. Never See the Sun (2:56)
5. Gabriel (6:12)
6. Ovoid and Cubical (6:45)
7. Moon's Dancing (6:03)
8. Interlude (2:26)
9. Coffin Maker (5:24)
Total Time: 40:29

Musicians:
- Larry Clark / vocals, guitar
- Cliff Spiegel / bass, vocals
- Danny Poff / keyboards, vocals
- Steve Barazza / drums, vocals

Format: mp3 (320 kbps) = 90 mb = Yandex
Format: flac (image + cue) = 250 mb = Torrent 

sexta-feira, 9 de maio de 2014

Happy The Man - Crafty Hands [1978] - United States / Estados Unidos


Formada em 1974 pelo tecladista Kit Watkins (também conhecido por rápida passagem no CAMEL), Frank Wyatt, Stan Whitaker e Rick Kennell, a banda surgiu com o nome tirado a partir de um antigo single do GENESIS. A partir de alguns contatos a banda chama a atenção de Peter Gabriel, quando consegue um bom contrato com a Arista, lançando no ano de 1977 o primeiro disco auto-intitulado "Happy the Man". Para a formação que viria a gravar "Crafty Hands", a mudança é o baterista Mike Beck que sai dando lugar ao excelente Ron Riddle.

"Crafty Hands" foi lançado em uma fase na qual o rock progressivo começava a mostrar nítidos sinais de decadência. O destaque inevitável é o trabalho do virtuoso tecladista Kit Watkins, com formação em música clássica e influenciado por Jan Hammer, junto ao baterista Ron Riddle. Happy The Man traz uma mescla de space-fusion e sofisticado progressivo sinfônico na linha de YES, CAMEL e GENTLE GIANT, arranjos com densas camadas de teclados e guitarras alternando momentos bem viajantes com quebradeiras complexas. O disco ainda é bastante marcado por compassos de divisões ternárias.

A linda Service "With A Smile" foi uma excelente escolha para abrir o disco, deixa a impressão de que um trabalho primoroso está por vir.

Bons momentos também são encontrados em "Ibby The Way It Is", "Streaming Pipes", trazendo uma sonoridade meio Dixie Dregs. Com exceção de "Wind Up Doll Day Wind", uma excelente música que lembra um pouco GENESIS, o disco é quase totalmente instrumental.

"Open Book" é uma das melhores do disco, traz lindos sons de recorder e cravo, bastante folk em uma sonoridade medieval, ao mesmo tempo complexa e viajante.

"I Forgot To Push It" traz frenéticas quebras de tempo. 

Trazendo músicos tão virtuosos, em alguns momentos estes parecem muito presos na busca de uma execução precisa, além de eventualmente buscar uma sonoridade space muito etérea e asséptica carecendo de maior energia, vibração e emoção, como acontece em "Morning Sun" e "The Moon , I Sing". 

Como pode ser observado a partir da diversidade presente em "Open Book", "Streaming Pipes" e "Wind Up Doll Day Wind", "Crafty Hands" não se mostra um disco muito coeso musicalmente, mas a qualidade das composições, a precisão e o nível técnico são mantidos sempre muito elevados. Esse disco pode não ser uma obra-prima mas certamente está entre os melhores discos produzidos nos EUA durante os anos 70 em termos de qualidade, bastante recomendado.


Tracks:
1. Service With A Smile (2:45) 
2. Morning Sun (4:05) 
3. Ibby It Is (7:53) 
4. Steaming Pipes (5:25) 
5. Wind Up Doll Day Wind (7:09) 
6. Open Book (4:54) 
7. I Forgot To Push It (3:08) 
8. The Moon, I Sing (Nossuri) (6:18)
Total Time: 41:37

Line-up:
- Stanley Whitaker / 6 and 12 string guitars, vocals 
- Frank Wyatt / pianos, harpsichord, saxes, flute, words 
- Kit Watkins / pianos, harpsichord, Moog, fake strings, clavinet, 33, recorder 
- Rick Kennell / bass 
- Ron Riddle / drums, percussion

Format: flac (image + cue) = 265 mb = Torrent
Format: flac (tracks + cue) = 238 mb = Mega
Format: mp3 (320 kbps) = 96 mb = Mega


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