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sábado, 30 de agosto de 2014

Kaipa - Inget Nytt Under Solen [1976] [REMASTERED WITH BONUS TRACKS] - Sweden / Suécia


O KAIPA apareceu muito tarde no cenário do mundo Progressivo, mas este fato não os impediu de se tornar bem sucedido em toda a SUÉCIA. Durante a primavera de 1976 lançaram uma grande turnê para promover seu álbum de estréia, que surpreendentemente superou a marca de 10 mil cópias vendidas. Ingemar Bergman durante os shows usou figurinos no palco, fazendo as comparações como o GENESIS ainda mais evidentes.  Por volta do final de junho 1976 a banda revisitou o Marcus Music Studios em Estocolmo e gravou "Inget nytt Under Solen", seu segundo trabalho, no prazo de 10 dias e foi finalmente lançado durante o outono do mesmo ano.

"Inget Nytt Under solen" contém um dos melhores épicos de Prog Rock já realizados por uma banda escandinava, a longa " Skenet Bedrar" de quase 22 minutos, talvez a resposta sueca para "Supper's Ready" do GENESIS. É um destaque absoluto do repertório do KAIPA e uma peça Sinfônica de guitarra com um toque inigualável de beleza. Roine Stolt é inconfundível, profundamente emocional e extremamente melódico, misturando-se com uma seção rítmica grandiosa, vocais suecos dramáticos e majestosos arranjos de teclado de Lundin, de muita influência clássica com vôos afiados de sintetizador moog, órgão sonhador e assombradas passagens de mellotron e linhas de piano delicado. É uma peça maravilhosa e sensivel, com grandes variações e melodias. GENESIS, CAMELFOCUS permanecem as maiores influências do grupo, apesar do sabor escandinavo que é evidente através das vozes e algumas texturas de FolkAs emoções criadas pelos teclados magistrais de Lundin e o toque de Stolt na guitarra são difíceis de explanar. Interplays agradáveis ​​e climas únicos desdobram-se em uma atmosfera de conto de fadas, é um Rock Progressivo extremo com fortes vibrações do GENESIS.

"Omson Sken" abre com teclados atmosféricos e vocais reservados bem calmos. 

"Korstag" apresenta proeminentes baixo e teclados (com muito mellotron). Um grande instrumental.

"Stengrodornas Parad" é ​​uma música bem humorada e curta com uma vibe de circo. 

"Dagens Port" abre com vocais reservados e piano. O clima esquenta com  os sintetizadores, em seguida junto aos vocais e piano, mas o retorno é muito mais completo do que a introdução. 


"Inget Nytt Under Solen" soa excelente, com vocais apaixonados. Linhas de baixo grandiosas e quando os vocais cessam, o ritmo se intensifica. É de muito bom gosto.

Não conseguindo qualquer sucesso internacional e tendo percebido que as letras em sueco eram difíceis de engolir pelo público em todo o mundo, o KAIPA começou um breve período com o vocalista Lars Hoflund, que tinha uma grande voz. As letras foram traduzidas por um estudante americano Kevin Fickling e, assim, quatro faixas foram gravadas em inglês. Juntamente com uma performance ao vivo de "Skenet Bedrar" essas faixas estão disponíveis aqui no relançamento em CD pela Musea Records. O sucesso nunca bateu a porta do grupo, uma vez que estas faixas foram enviadas a Inglaterra, que foi rejeitado pelo departamento da Electra, que nunca acreditou que o grupo poderia ser bem sucedido.


Ouça esse disco com muita atenção e note o quanto é maravilhoso e majestoso o trabalho realizado por essa banda sueca que infelizmente permaneceu na obscuridade.


Tracks:
1. Skenet bedrar (21:41)
a) Uppvaknandet (2:43)
b) Bitterheten (3:10)
c) Hoppfullheten (4:44)
d) Överheten (8:12)
e) Vilseledd (2:52)
2. Ömson sken (3:17)
3. Korståg (5:19)
4. Stengrodornas parad (0:53)
5. Dagens port (2:53)
6. Inget nytt under solen (6:10)
Bonus Tracks:
7. Awakening / Bitterness (6:08)
8. How might I say out clearly (4:02)
9. The gate of day (2:25)
10. Blow hard all tradewinds (6:17)
11. Skenet bedrar (Live) (14:08)
12. Från det ena till det andra (2:47)
Time: 76:00

Musicians:
- Ingemar Bergman / drums, temple blocks, skrammel, vocals
- Tomas Eriksson / bass, synthi-bass, vocals
- Hans Lundin / keyboards, synths, Mellotron, clavinet, strings, lead vocals, electronic vibraphone, marimba
- Roine Stolt / acoustic & electric guitars, chorus

Release/Label: Musea ‎– FGBG 4098.AR - France, 1993

Format: flac (tracks + cue) = 411 mb = Torrent
Format: mp3 (320 kbps) = 178 mb = Narod

Kaipa - Kaipa [1975] [REMASTERED WITH BONUS TRACKS] - Sweden / Suécia


A banda sueca KAIPA criou um som melancólico e bonito e foram abençoados com músicos extremamente talentosos em seu debut auto-intitulado álbum. Ingemar Bergman na percussão, e Tomas Eriksson no baixo, fornecem um ritmo excelente. O vocalista Hans Lundin é um gênio instrumental no órgão Hammond, Fender Rhodes piano elétrico, piano de cauda, ​​Yamaha SY1 Synthesizer, Cravo, Logan String-Machine, e Glockenspiel. O incomparável Roine Stolt está aqui com suas guitarras elétrica e acústica. Com a tenra idade de 19 anos também pintou a ilustração da capa do álbum que descreve um viajante astral flutuando sobre uma paisagem de sonho.

O álbum é muito relaxante e refrescante, nada abrasivo ou pesado, a menos que se queira chamar as passagens de Hammond de pesadas, como em 'Saker har två Sidor (As coisas têm dois lados). Os vocais são em sueco e tem um som global lindo. Uma grande parte do álbum é instrumental, soando como ELP ou CAMEL ou RENAISSANCE, além de FOCUS e YES.

01. "Musiken Är Ljuset" Os teclados anuciam que a banda bebeu nas melhores fontes, é um clássico Progressivo.  As guitarras são uma mistura de GENESIS e CAMEL. Os teclados são sensacionais e muito bem colocados. Os vocais são um caso à parte, pois não é em todo lugar que podemos ouvir bandas que cantam em sueco, e é maravilhoso ouvir a voz de Hans Lundin sempre muito melodiosa e bonita. As guitarras de Roine Stolt são orquestradas pela influência de Steve Hackett e são soberbas. 

02. "Saker Har Två Sidor"possui um piano clássico no início e uma voz que eu não tenho certeza ainda a quem pertence, mas muito boa. O baixo por Tomas Eriksson também é muito bom, as vocalizações são fantásticas. Uma bateria de Ingemar Bergman também é outro caso a parte, porque é muito bem construída e reproduzida. O Solo de teclado por aqui e bem Keith Emerson inicialmente, mas  da lugar aos solos de guitarra , que diga-se passagem é muito diferente de QUALQUER outra banda progressiva.

03. "Ankaret" começa quase como uma canção de ninar! Nem parece um banda de Prog Rock (risos). Mais uma vez as guitarras de Roine são fantásticas com seus solos "chorados"  que demonstram a profunda emoção da música proposta pelo grupo. Uma trilha espetacular !!!

04. "Skogspromenad" dá a impressão de ser uma canção regional e deve se referir a região de onde a banda se originou. 

05. A"llting Har Sin Borjan" é uma canção liderada pela guitarra, com uma obra de baixo muito competente e bateria e teclados muito suaves na primeira parte. A segunda parte torna-se um Jazz/Fusion com teclados furiosíssimos.

06. "Se Var Morgon Gry". Desta vez, quem faz o papel de melodista são os teclados, a guitarra dificilmente aparece nesta primeira parte. Mas, repentinamente, a guitarra  surge como o personagem principal da história. O tema retorna, volta as guitarras. A voz mais uma vez é matadora, como poucos aproveitam bem. Logo depois de alguns solos o teclado invoca o  chamado das profundezas infernais da alma.

07. "I Förlorad Istambul" possui uma certa latinidade na veia. Até parece uma banda saída da América Latina. Muito bom!

08. "Oceane foder Liv" Começa com um baixo instigante e um sintetizador onipresente. Tem um samba aqui! Ou quase! Solos de guitarra melódicos. A voz e instrumental são fantásticos. Isso é uma alquimia perfeita, um estado de sensação inebriante, sem sair do lugar. Duelo de bateria, baixo, guitarra e teclado em um Jazz-Fusion louco.

Um disco extremamente convidativo para se conhecer a Suécia que nos proporcionou grandes obras de Prog Rock, como em toda a península escandinava. Seja bem-vindo ao mundo Viking!



Tracks:
1. Musiken är ljuset (Music is light) (7:03) 
2. Saker har två sidor (Things have two sides) (4:31) 
3. Ankaret (The anchor) (8:38) 
4. Skogspromenad (3:39) 
5. Allting har sin början (3:09) 
6. Se var morgon gry (See the dawn) (8:52) 
7. Förlorad I Istanbul (2:22) 
8. Oceaner föder liv (Oceans give birth to life) (9:29)
9. Fran det enatill det andra (bonus)
10. Karavan (bonus)
Time: 53:48

Musicians:
- Ingemar Bergman / drums, percussion, vocals 
- Tomas Eriksson / bass, vocals 
- Hans Lundin / keyboards, synths, harpsichord, glockenspiel, lead vocals 
- Roine Stolt / acoustic & electric guitars, vocals

Release/Label:
Musea ‎– FGBG 4091.AR - France, 1993

Format: flac (image + cue) = 338 mb = Torrent
Format: mp3 (320 kbps) = 112 mb = Narod

quarta-feira, 30 de julho de 2014

Änglagård - Buried Alive [1995] - Sweden / Suécia


ÄNGLAGÅRD era como uma estrela brilhante, que brilhou intensamente em "Hybris" (1992), mas que se apagou precocemente, depois de "Epilog" (1994) e, mesmo quando os seus membros estavam no final da adolescência ou beirando os vinte anos, já estavam desaparecendo no ar, mas ainda havia mais um capítulo a ser escrito, a banda teria que lançar um álbum ao vivo, em 1994, sua apresentação no Progfest foi gravada e lançada como "Buried Alive" em 1995.

É um álbum muito criticado, porque não soa como seus dois lançamentos anteriores e espetaculares. É necessário entender que a banda estava praticamente aposentada e fazendo um esforço tremendo para tocar sem a ajuda de overdubbing, sendo que a sua música por causa de sua complexidade não pode ser reproduzido no palco sem perder um pouco da magia.

Há um outro problema que os fãs muitas vezes ignoram a música da é tão complexa e técnica que não se adequa perfeitamente ao palco onde é preciso de mais improvisação e emoção em vez de precisão cirúrgica, que é o que a banda nos dá.

Mas vamos ser honestos, apesar das limitações e óbvia falta de emoção de uma banda que estava pensando em uma aposentadoria precoce, eles dão um excelente concerto, com a precisão habitual e qualidade em seu desempenho, além de nos dá a oportunidade de ouvir a eles no palco.

Então, se você é um desconhecedor do trabalho de ÄNGLAGÅRD, comece com os lançamentos de estúdio, mas para qualquer fã da banda, "Buried Alive" é um excelente complemento que merece muita atenção.


Tracks:
1. Prolog (2:20)
2. Jordrök (11:45)
3. Höstsejd (14:03)
4. Ifrån klarhet till klarhet (9:04)
5. Vandringar i vilsenhet (13:07)
6. Sista somrar (9:22)
7. Kung Bore (12:34)
Time: 72:15

Musicians:
- Mattias Olsson / drums and percussion
- Johan Högberg / bass and bass pedals
- Thomas Johnson / Hammond, mellotron, gand piano and other keyboards
- Jonas Engdegård / electric and acoustic guitars
- Tord Lindman / acoustic and electric guitars, mellotron, vocals and percussion
- Anna Holmgren / flute and mellotron

Format: mp3 (320 kbps) = 166 mb = Mega
Format: mp3 (320 kbps) = 166 mb = Yandex

Änglagård - Epilog [1994] [REMASTERED 2 DISC-SET] - Sweden / Suécia


A principal diferença entre "Hybris" e "Epilog" é que este álbum é instrumental e muito mais maduro. 

Seu próprio som é mais desenvolvido, o ouvinte ainda percebe que a influência no som referentes a KING CRIMSON e GENESIS, mas agora parece mais distante. A ausência da voz de Tord Lindman pode satisfazer os fãs que acreditavam que ele era fraco e talvez muito feminino, mas o som é mais frio sem ele, se percebe que algo está faltando, mesmo para quem não é um fã particular de seus vocais. A música é mais forte e menos derivada, mas perderam aquele charme ingênuo que tinham em 'Hybris".

O álbum começa com "Prolog" (Prologue), e que maneira de começar. Uma música deliciosa, qualquer pessoa que não sabe sobre ÄNGLAGARD vai qualificar esta pista como Música Clássica e não Prog Rock. A atmosfera barroca alcançada com a guitarra, violino (por Martin Oloffson que é um convidado) e teclados é simplesmente perfeita, é triste, melancólica, mas muito bonita. No final você sente que dois minutos não são suficientes, eles deveriam ter feito essa música 5 vezes mais longa.

"Hostejd" (Rites Of Fall) é uma canção onde toda a banda mostra o quanto eles amadureceram.  Há uma clara inspiração em KING CRIMSON, mas eles trabalham para que isso seja menos evidente do que nunca. As mudanças abruptas se encaixam perfeitamente um após o outra, o trabalho de toda a banda é incrível, mas a flauta de Anna Holmgren é aquela que carrega o peso da faixa. Há também um grande trabalho de  bateria por Mattias Olsson, que está mais envolvido tecnicamente do que em "Hybris"

"Rosten" (The Voice) realmente não merece um comentário, 14 segundos de sons quase não audíveis não dá muito o que falar.

"Skogsranden" (Eaves of the Forest) começa com um semi-solo de flauta por Anna, logo seguido pelo piano, novamente a banda toma o caminho da Música Clássica, mas desta vez menos barroca e mais romântica até o piano e órgão anunciarem outra explosão de som que nos lembra que estamos lidando com uma banda Prog-Rock muito complexa que pode ir do clássico ao Rock e, em seguida, introduzir um teclado suave e seção de coros. Nesta faixa Thomas Johnson é excelente, ele usa piano, órgão e mellotron com habilidades iguais. A canção termina com mais uma surpresa para o ouvinte, uma seção instrumental complexa Hard.


"Sista Somrar" (The Last Summer) começa com um piano suave que funciona como uma introdução acompanhado do violino bem delicado e guitarra. A música permanece calma e tranquila até cerca de 6 minutos de duraçãp, quando começam as complexidades, inciando com uma passagem forte seguido de um seção quase silenciosa que leva novamente para outro acorde explosivo e ritmado, onde toda a banda mostra o que eles são capazes. Antes do final, há uma guitarra e uma bateria que me faz lembrar de FOCUS, especialmente pelos solos semelhantes a Jan Ackerman, essa semelhança é mais evidente quando Anna se junta com a sua flauta. Uma música muito complexa.

O álbum termina com "Saksnaden Fullhet" (The Fullness of Longing) outra faixa curta, que pode facilmente ser confundida com música clássica, contando apenas com um piano triste e melancólico. Simples e bonita.


O álbum é tão bonito como "Hybris" e provavelmente mais complexo, para a maioria dos fãs é a sua obra-prima, devido ao trabalho ter um conteúdo mais sólido, mas ainda sente-se a ausência dos vocais criticado de Tord Lindman e a simplicidade que deixaram para trás.

Release / Label:
Änglagård Records ‎– ANG02 - Sweden, 2010


Tracks:
1. Prolog (2:00)
2. Höstsejd (15:32)
3. Rösten (0:14)
4. Skogsranden (10:48)
5. Sista somrar (13:10)
6. Saknadens fullhet (2:00)
Time: 43:44

Bonus disc on 2010 release:
1. Rösten (3:38)
Time: 3:38

Musicians:
- Mattias Olsson / drums, cymbals and percussion
- Johan Högberg / bass
- Thomas Johnson / Hammond organ, mellotrons and other keyboards
- Jonas Engdegård / guitars
- Tord Lindman / guitars
- Anna Holmgren / flute

Guest musicians:
- Åsa Eklund / voice
- Martin Olofsson / violin
- Karin Hansson / viola and double bass
- Jan Christoff Norlander / cello

Format: mp3 (320 kbps) = 107 mb = Mega (disc 1)
Format: mp3 (320 kbps) = 70 mb = Mega (disc 2)

quarta-feira, 14 de maio de 2014

Blåkulla - Blåkulla [1975] [REMASTERED WITH BONUS TRACKS] - Sweden / Suécia


Finally it's here, the re-issue on CD of BLAKULLA's LP from 1975. Once again it's APM that has given us an old Swedish symph-classic. Earlier they have given us ATLAS ""Blå Vardag" from 1979 who also are a true Swedish symph classic, and many more. Now the time has come for BLAKULLA. The music is hard symphonic/progressive rock that stands out in competition with other early Scandinavian albums. The lyrics are written by among others Gustav Fröding and like the music they are of a high quality. The guitarist Mats Öhberg are especially worth mentioning.

The CD consists of the original LP's 9 tracks + 3 bonus tracks that are recorded 1974, before the LP. The main part of the tracks is unusual short for being symph rock, but are equally good. Sometimes it sounds like a harder version of KAIPA, sometimes like in the first song "Frigivningen" like ISILDURS BANE sounded in the beginning of their career, but also like ATLAS.

The best songs are the long track "Erinran" (10:35), "Sirenernas sång", "Maskinsång", "I solnedgången" and the instrumental "Mars". Another funny thing is their arrangement of "Drottningholmsmusiken, sats 1" by Johan Helmich Roman. If you're into Swedish symph from the 70's, this is a must. APM are always doing very beautiful booklets to their CD's, often with a lot of extra information. But thankfully they are keeping the original LP's cover even on the CD, which I think is very important.

Another Swedish symph album that APM are planning to reissue and that we can look forward to are Opus Est "Opus 1", which is a private pressed album from 1983. So keep your eyes and ears open. While you are waiting you can buy both Atlas and Blåkulla from APM. Recommended.

Release/ Label:
Ad Perpetuam Memoriam ‎– APM 9717, 
Ad Perpetuam Memoriam ‎– SYMPHILIS 7
Sweden, 1997

Tracks:
1. Frigivningen (1:33)
2. Sirenernas Sång (6:05)
3. Idealet (3:44)
4. De får la Stå Öppet tess Vidare (1:47)
5. Maskinsång (5:16)
6. I Solnedgången (4:53)
7. Drottningholmsmusiken (2:20)
8. Världens Gång (1:53)
9. Erinran (10:36)
Bonus Tracks:
10. Mars  (7:46)
11. Linnéa  (5:49)
12. Idolen  (6:41)
Total Time: 58:23

Musicians:
- Bosse Ferm / organ, piano 
- Dennis Lindegren / vocals, chimes 
- Tomas Olsson / drums 
- Hannes Rastam / bass 
- Mats Ohberg / electric / acoustic guitars

Format: flac (image + cue) = 415 mb = Torrent
Format: mp3 (320 kbps) = 138 mb = Yandex

quarta-feira, 7 de maio de 2014

Änglabarn - Änglabarn [1973] [REMASTERED WITH BONUS TRACKS] - Sweden / Suécia


Um dos mais procurados registros suecos finalmente em CD! Com uma influências de PROCOL HARUM e letras sutis. Anglabarn foi vendido muito caro no mercado de colecionadores, mas agora está finalmente disponível para os entusiastas dos anos 70. Remasterizado pelo dinamarquês hippieledgend Tomrerclaus e mais duas faixas de seu single de 7 polegadas como bônus. O disco possui muitas mudanças de estilo, mas geralmente permanece no terreno FOLK com um vocal forte, recheado de sotaque do país. Vale a audição.

Tracklist:
1. Änglabarn - 1:33
2. I Färger - 2:58
3. Se På Mej - 3:10
4. I Skuggan Av Ditt Ljus - 5:07
5. En Kvinnas Dröm - 5:27
6. Den Lilla - 5:12
7. Frihet, Fred Och Mat - 4:56
8. Tag Min Oro - 3:51
9. I Lyckans Land - 3:07
10. Morfar - 5:48
11. Dikt Och Vers - 1:27
12. Ur Drömmen - 5:00
Bonus Tracks:
13. Här Kan Vi Leva 2:58
14. Vi Kan Drömma 3:00

Album info:
Phonographic Copyright (p) – Transubstans Records
Recorded At – Studio West, Göteborg
Mixed At – Studio West, Göteborg

Line-up:
Acoustic Guitar – Bob Lander
Arranged By – Torben Kjear*, Änglabarn (2)
Cello – Stan Martinec
Concept By [Illustration] – Änglabarn (2)
Contrabass – Hans Lindkvist
Drums – Johan Dielemans
Electric Guitar, Acoustic Guitar – Igor Janco
Engineer – Leif A. Johnsson
Illustration – Åke Mellbrand
Layout – Nicklas Olausen
Painting, Photography By [Page 2 -3] – Arne Tillberg
Percussion – Björn Thelin, Hasse Carlsson
Piano, Electric Bass, Acoustic Guitar – Sven I. Ohlsson
Piano, Organ, Electric Piano – Torben Kjear*
Producer – Björn Thelin, Änglabarn (2)
Saxophone – René Gronendaal
Trumpet – Enar Jonsson, Lennart Malmgren, Rune Lindgren
Viola [Alto Violin] – Gösta Ardhed
Violin – Knud Knudsen, Ragnar Kjellgren
Violin [Electric] – Clas Palmkvist*
Vocals, Acoustic Guitar, Twelve-String Guitar, Electric Guitar, Congas – Dan Tillberg

Format: flac (image + cue) = 351 mb = Torrent
Format: flac (image + cue) = 352 MB = Yandex / pass = makina
Format: mp3 (320 kbps) = 130 mb = Yandex / pass = progsounds

segunda-feira, 5 de maio de 2014

Änglagård - Hybris [1992] [REMASTERED WITH BONUS TRACK] - Sweden / Suécia



"Hybris" é o primeiro álbum dessa magnífica banda sueca que conta com seis músicos: 2 guitarras, baixo, teclado, bateria e flauta. Quem escuta esse álbum acha que ele foi feito nos anos 70, o auge do prog rock, devido a influência sinfônica que se nota. O álbum tem 4 musicas, todas elas consideravelmente longas, são basicamente intrumentais mas tem algumas passagem, muito curtas, com vocais em sueco (e isso não é uma coisa ruim pois eles são ótimos). O timbre dos instrumentos foram um atrativo na primeira vez que escutei esse álbum, um exemplo seria o do baixo, que é um Rickenbacker com um timbre monstruoso (similar ao do Chris Squire e Geddy Lee), no melhor estilo retrô sem parecerem saudosistas no mal sentido da palavra. Geralmente é um album pesado mas não chega a cair no rótulo de metal, com algumas graciosas passagens de flauta e vocais. Todos os instrumentos ganham atenção no mesmo nível, ninguém se exalta muito, ou devo dizer todos se exaltam ao mesmo tempo! "Hybris" é um marco no progressivo e traz de volta tudo que os anos 70 trouxeram. Unanimidade entre os fãs, esta banda agrada do mais ortodoxo ouvinte de sinfônico aos apreciadores de progressivo vanguardista.

Release / Label:
Anglagard Records ANG 01, 2009

Tracklist:
1. Jordrök (11:11)
2. Vandringar i Vilsenhet (11:56)
3. Ifrån Klarhet Till Klarhet (8:09)
4. Kung Bore (13:04)
Bonus track:
5. Gånglåt från Knapptibble (7:19)
Total Time: 51:39

Line-up:
- Thomas Johnson / Mellotron, Hammond organ B-3 and L-100, solina, clavinet, pianet, korg mono/poly, piano and church organ electronic version
- Jonas Engdegård / Stratocaster, Gibson 335, nylon and steel acoustic guitars
- Tord Lindman / vocals, Gibson 335, nylon and steel acoustic guitars
- Johan Högberg / Rickenbacker bass, basspedals and mellotroneffects
- Anna Holmgren / flute
- Mattias Olsson / Sonor drumset, Zildjians cymbals, concert bass drum, triangles, tambourines, vibraslap, po-chung, gong, castanets, line-bells, cow-bell, wood-blcok, glockenspiel, tubular bells, bongos, bells, ice-bell, finger cymbals, waterfall, a-gogo bells, cabasa, claves, French cowbell, African drums, effect-flute

Format: flac (tracks + cue) = 350 Mb = Torrent
Format: mp3 (320 kbps) = 130 mb = Yandex / Depositfiles


BIOGRAPHY & DISCOGRAPHY

sábado, 26 de abril de 2014

Asoka - Asoka [1971] - Sweden / Suécia



Uma interessante mistura de música psicodélica com texturas de blues e hard rock é o que se encontra neste grupo sueco. Alguns momentos soam bastante pesados, com inusitado andamento e destaque para uma eficiente produção. As músicas são cantadas tanto em inglês como em sueco, o que dá um charme incomum na parte vocal, porém o destaque é o trabalho instrumental que é bastante interessante em boa parte da execução de todas as nove músicas do disco. A primeira tem o título de Psykofoni for Ekogitarr Och Poporkester e começa com uma marcação de baixo e bateria bastante acentuada e com um solo de guitarra psicodélico que pontua todo o início da música. Após uma quebrada no andamento, a guitarra abre o espaço para um órgão Hammond que executa um interessante diálogo com a guitarra. A próxima é Leave Me, com uma levada mais suingada, onde novamente o destaque é o trabalho do baixista e do baterista. Na sequência, temos Sevenssson Blues que pelo título parece ser um daqueles hard blues, porém o que vemos é um riff de órgão sobreposto a umamarcantepercussão, com um baixo solando o tempo inteiro e com um vocal bastante agudo. A mais freak do disco. Quando se acha que o disco não pode mais surpreender, eis que surge 1975, com um começo soando como grupos ingleses dos anos 1960 e um trabalho de piano com clima jazzístico. If You Fell é novamente guitarra dialogando com o órgão e um inusitado solo de violino no meio da música. Uma melodia contagiante inicia a faixa seguinte, Tvivlarem, conduzida pelo órgão e vocal, fazendo com que esta seja a música mais palatável do disco. I’m Trying (To Find a Way to Paradise) é um ótimo hard levado pelo órgão e rápidos solos de guitarra, lembrando bastante o Deep Purple na época do Machine Head e com um final surpreendente. O disco foi relançado em CD nos anos 1990 inclusive trazendo oito faixas bônus. Como balanço final, o Asoka não chega a ser considerado um clássico do rock raro da época, mas não tem como negar que se trata de um álbum bem agradável e que coloca a Suécia no mapa mundial do rock no período. Em 2004, o grupo voltou às atividades, inclusive tendo gravado um álbum em 2007 com o inusitado e óbvio nome de 36 Years Later.


Release / Label:
Not On Label ‎– S.O. 2032718

Tracklist:
1.Psykfoni For Ekogitarr Och Poporkester (2:12)
2.Leave Me (3:35)
3.Svensson Blues (3:28)
4.1975 (3:48)
5.If You Feel (4:25)
6.Tvivlaren (4:38)
7.I'm Trying (6:15)

Format: flac (image + cue) = 525 mb = Torrent

Atlas - Bla Vardag [1979] - Sweden / Suécia


Um álbum que surpreende pela sua qualidade técnica e pela sua riqueza. É o único álbum do grupo, cujo título se traduz como "terça-feira azul".  Sinfônico, Prog-Fusion do mais alto padrão. Lançado no declínio da década de ouro do Rock Progressivo, pode ser considerado, sem exagero, uma amostra de referência do gênero. Com composições épicas, poderoso som polifônico na tradição da década de 70. Dois organistas, recheados de "mellotron" e "Hammond" com "Moog" e "ARP sintetizador", junto com Jazz, ritmos e humores alternados - do positivismo a alegre melancolia introspectiva. 

Vale o download.



Tracklist:
1. Elisabiten (The Elizabetune) - 7:08
2. På Gata (In The Street) - 14:06
3. Blå Vardag (Blue Tuesday) - 6:54
4. Gånglåt (Walking Tune) - 2:49
5. Den Vita Tranans Väg (The Path Of The White Crane) - 7:15
Bonuses:
6. Björnstorp (Björn's Croft) - 6:14
7. Hemifrån (From Home) - 7:48
8. Sebastian (Sebastian) - 4:31

Line-Up:
- Björn Ekbom - organ, piano, synthesizers, clavinet, mellotron
- Erik Björn Nielsen - synthesizers, mellotron, organ, piano
- Micke Pinotti - drums
- Uffe Hedlund - bass, bass pedals, guitar
- Janne Persson - guitar, percussion 

Format: mp3 (320 kbps) = 112Mb = Yandex
Format: ape (image + cue) = 351 mb = Mega / pass = progfriends
Format: ape (image + cue) = 343 mb = Torrent

BIOGRAPHY & DISCOGRAPHY

sexta-feira, 25 de abril de 2014

Miklagard - Miklagard [1979] - Sweden / Suécia


Miklagard é uma banda suéca que gravou esse único disco já no final dos anos 70 as portas da nova década que iria eliminar da mídia o estilo quase que totalmente (se não fosse os esforços do movimento neo-prog). A banda conta com instrumental bem lírico recheado de teclados e vocais bem harmônicos, não chega a ser um álbum essencial para os colecionadores, mas cumpre bem sua função. 

A idéia de formar esse grupo veio de Thomas Sundström(tecladista e vocalista), músico que teve inclusive uma carreira compondo trilhas pra TV sueca. Nos anos 70 se juntou ao outros dois que viriam a ser membros da banda Bjorn Rothstein(baterista) e Leif Lerman(baixista, saxofonista e tecladista) pra lançarem apenas um álbum homônimo no fim da década.

Bom, creio que pela própria formação de instrumentos da banda, exceto pelo saxofone, não tem como não pensar em uma influência de Emerson, Lake e Palmer, e de fato ela existe, o grupo explora bastante alguns formatos de musicalidade do trio inglês pra construir seu som. Alem disso, nota-se também uma boa influência na escola progressiva italiana, principalmente se pensarmos em Le Orme e o tipo de vocal que a banda desenvolve. No geral um álbum interessante, que pode agradar principalmente aos fãs de Emerson, Lake & Palmer e em certos pontos, do progressivo da terra da bota.

Os vocais são em suecos, mas soam legais e não será o maior problema para os que caso dêem uma chance a esse trabalho.

Track Listing:
1. Kastraten (3:05) 
2. Trälen (3:30) 
3. Astrologen (3:52) 
4. Narren (4:40) 
5. Häxan (4:38) 
6. Mellanspel - Erotic views approaching (2:28) 
7. Soldaten (12:45)
Total Time: 34:58

Line-up:
- Leif Lerman / bass, alto saxophone, vocals 
- Bjorn Rothstein / drums 
- Thomas Sundström / electric piano, organ, synthesizrs, vocals

Format: flac (separated files + cue) = 213 mb = Depositfiles / pass = makina
Format: mp3 (320 kbps) = 83 mb =  Narod

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